sábado, setembro 14, 2013

SEP, SEP everywhere

No meu zapping apanhei o início do filme "360". E que vejo eu? Bratislava, e personagens eslovacas a viajarem para Viena. Saudades!

sexta-feira, setembro 13, 2013

Melhorias para pior.

Ai UC, andas louca! Ninguém entende este novo sistema de melhorias, haja paciência!

quinta-feira, setembro 12, 2013

E se fosses à merda, não?

Quando se contrata malta para trabalhar na construção civil é alguma exigência que sejam fãs de mandar piropos estúpidos às miúdas que passam? "Ai não mandas piropos? Não te posso contratar!"
É que sinceramente, ainda há bocado estava eu a passar por uma estrada em alcatroamento, mais ou menos (mas pela qual já se pode passar) e diz-me um gajo, a piscar o olho, "A partir daqui só ao colo!". É que logo a seguir está um dentro daquela máquina que alisa o alcatrão, em marcha-atrás, a andar ao mesmo ritmo que eu e a dizer-me qualquer coisa pela janela. Se trabalhassem em vez de estar ocupados a ver as miúdas passar e a mandar papaias, talvez acabassem as obras mais cedo.

E também há outra, chega-se a esta altura e fica subitamente tudo em obras e a ser alcatroado e o carago, que é para a malta desatar a votar no partido que lá está agora. Sinceramente, isto em mim acaba por ter o efeito contrário: irrita-me tanto a atitude de só trabalhar para ganhar votos que ainda perco mais a vontade de votar em quem quer que seja.

domingo, setembro 08, 2013

O que aconteceu aos solos de sax?

Cá para mim o Pitbull, David Guetta e outros que tais esconderam, numa localização secreta, todos os saxofonistas que solavam em toda e qualquer música pop dos anos 80, com o intuito maléfico de os substituírem com a flatulência eletrónica que povoa as músicas atuais. Só pode.

quarta-feira, setembro 04, 2013

IV - Punchlines do mês

  • Olha que tu não tens cartão de saúde!
  • Vejam lá, isso é capaz de ter baba.
  • Nektarinky, Banani, Souveniry, Sardinky
  • Vestida à Pegas
  • Do the "t-shoppings"
  • Em Brno, há P coisas para ver!
  • Papói?
  • Racista das salsichas 
  • A puta da bicicleta sorridente!

A SÉRIO?

Uma pequena pausa no meio de posts referentes ao épico, épico SEP, para demonstrar o meu espanto e horror face a notícia de que o próximo Batman a aparecer pela sétima arte ser o Ben Affleck. A sério? A SÉRIO?

terça-feira, setembro 03, 2013

III - Na Eslováquia...

(nota: a maioria destes pontos estendem-se à restante Europa Central que visitei)
  • Há muito menos multibancos (e cafés! sem contar com Viena, quase não se vê cafés, só restaurantes ou pubs). Em algumas cidades também o número de caixotes do lixo e bancos para uma pessoa sentar são altamente reduzidos.
  • As pessoas são rudes (principalmente na Hungria). Desculpem, mas comparado com os portugueses, as pessoas são bem menos simpáticas (qualidade provavelmente exarcebada por sermos estrangeiros). Claro que estou a falar no geral, encontrámos também pessoas simpáticas em todas as cidades.
  • Não se janta, e se se comer alguma coisa definitivamente não é à hora portuguesa de jantar. 
  • Sair à noite é quando ainda está de dia! Experimentem chegar à cidade por volta da uma da manhã e depois digam-me qualquer coisa.
  • Levam-se bebés às costas e criancinhas pequenas para escalar montanhas. Perigoso? Cá nada, de pequenino é que se torce o pepino.
  • É perfeitamente normal percorrer a linha de comboio como parte do trajeto de todos os dias, mas atravessar a rua fora da passadeira ou quando o sinal dos peões está vermelho é perigoso.
  • O Van Damme fala eslovaco. Ele e qualquer outra pessoa que apareça na TV.
  • Ao pequeno-almoço come-se pepinos e tomates. E às outras refeições também. "Não há leite? Então como é que empurro a comida?"
  • Os transportes públicos são de elevada qualidade. Sim, ironia. Quer dizer, em Viena os transportes são bons, claro, mas por exemplo em Budapeste o metro é muito podre. Não quer isto dizer que sejam super maus, mas são definitivamente piores que os portugueses - por exemplo quando regressámos do Red Stone Castle, um chaço de um bus sem encosto para a cabeça, espaço para as pernas ou ar condicionado e que era conduzido por um senhor que parecia o Pai Natal.
  • Prometeram-nos ursos nas florestas e afins, ainda estou para ver algum. Como pequena compensação, vimos imensos esquilos nos jardins e veadinhos nos campos.
  • Comprar um bilhete de comboio, mesmo entre diferentes cidades, não implica obrigatoriamente ter-se um lugar sentado. Há um sistema de reservas, se queres garantir que tens assento tens de pagar mais. Senão, é espera que haja lugares livres não reservados (porque acaso tive sempre, ainda que em algumas ocasiões custasse a encontrar).
  • Para ser estiloso há que usar os colarinhos para cima e as meias puxadas ao máximo para cima (por vezes dentro de sandálias!)
  • Nas grutas anda-se à Horatio.
  • Mal pronunciam que a próxima paragem é a nossa, há que saltar imediatamente para a porta e passar o restante tempo ali em pé, feito parolo.
  • Aparentemente é perfeitamente aceitável olhar fixamente para a cara de desconhecidos nos transportes públicos
  • Os cães entram em todo o lado: transportes, centros comerciais, ...
  • Com uma bicicleta vai-se a todo o lado - cidades planas, perfeitamente preparadas para isso (principalmente Viena, é todo um outro sistema de estradas!)
  • Não se põe a mesa. Servem-te o prato, servem-te a bebida. Os talheres e guardanapos são postos num copo ou travessa e cada um tira os seus.
  • Os empregados não podem ver um prato/copo vazio - retiram-no imediatamente!
  • O raio dos lençóis nunca tapam a cama toda - o de baixo deixa o fundo do colchão a descoberto, e o edredon também nunca é comprido o suficiente para tapar os pés, vá-se lá saber porquê.
  • Nem sempre um pica é um pica. Às vezes um pica é um carimba!
  • Cumprimenta-se com dois beijinhos só nas despedidas, e estes são dados no sentido contrário ao nosso.
  • Aprendi também que quando se dá flores, há que dar número ímpar. Números pares é para os mortos!
  • Aquela gente é muito adepta do silêncio. Nós tugas temos a tendência a falar alto, já se sabe, e fomos mandados calar pelo menos duas vezes por cidadãos aleatórios em autocarros, assim que como por um senhor no guichet na estação de comboios de Brno (este último basicamente ladrou-nos, foi provavelmente a atitude mais rude que vi na vida).
  • A comida é monocórdica: é boa, eu gostei, mas resume-se um bocado a carne estufada, pão e dumplings e couve azeda. E sopa ao estilo deles (água condimentada com cenas a boiar, basicamente).
  • O meu cabelo é exótico!

II

Os meus pés vão demorar tempo a recuperar, disso não tenho dúvidas. Um mês a caminhar dias inteiros, incluindo uma subida pelo meio de calhaus a um pico de 2000m (4h30 para cima, 3h30 para baixo!), não mata mas mói.
Espero que a minha capacidade de falar português também volte rapidamente ao normal, que isto de dizer coisas como "before ele ser famoso" é extremamente fatela.

I

O ecrã do meu pc assume agora proporções gigantescas, depois de um mês a lidar com um Magalhães.

domingo, agosto 04, 2013

Yeey

So, the new Doctor is not a lady!

sexta-feira, agosto 02, 2013

I don't want you to go either

Acabei de ver o último episódio do Tenth Doctor, The End of Time. O Matt Smith é fixe, mas não é o David Tennant. É o que tenho a dizer.

quarta-feira, julho 31, 2013

"Vocês têm um cabelo muita louco!"

Obrigada, estranho com granda afro.
Os algarves aparentemente estão povoados de hordas de espanhóis que "no hablam português", para além dos habituais holandeses tresloucados. Deste último grupo fazem parte alguns espécimens memoráveis deste ano, como por exemplo o puto xarila, o cachopo com mais swag lá do sítio, ou o clone do Dawson de Dawson's Creek.
É praia, ver as gentes e ouvir música fatela. E comer bolas de berlim.

sexta-feira, julho 19, 2013

Não sei se ria se chore

Possuo neste momento uma queimadura num dedo causada nada mais nada menos que pelo recheio de um rissol de carne acabado de fritar.

Like a Rolling Stone

As várias fases de ouvir músicas do Bob Dylan:
Esta música é engraçada.
Estou a curtir esta música.
Hum, é um bocado longa.
Pah, isto é sempre a mesma coisa.
Nunca mais acaba?
MAS TU CALAS-TE?

Não falha.

segunda-feira, julho 15, 2013

SIC

Não há quaisquer dúvidas de que a Júlia vai preferir o Albano ao Major Alvega.

domingo, julho 07, 2013

DEMASIADO.CALOR.

DEMASIADO.CALOR.
DEMASIADO.CALOR.
DEMASIADO.CALOR.

quarta-feira, julho 03, 2013

Infância

Quando era miúda curtia milhões jogar Crash Bandicoot na Playstation. Dado que na altura eu não tinha uma, jogava em playstations alheias e agora que tenho uma PS2 gostava bastante de ter um jogo, principalmente dos mais antigos (se alguém estiver sem saber o que me oferecer...), mas claro que como a PS2 está mais que obsoleta e os jogos do Crash também já são mais que idosos, nada disso se encontra nos locais habituais (e sinceramente isso de comprar coisas pelo Olx e afins não me parece muito confiável).

De qualquer forma, o que eu quero dizer é: esta máscara será para mim, para sempre, um Buga-buga. Não faço ideia qual é o nome verdadeiro da cena, mas ele fazia buga-buga, ou um som parecido, e será para sempre conhecido por mim como buga-buga. Quando ganhavas um buga-buga, ele servia de escudo, e não morrias à primeira. Às vezes nas cut-scenes um buga-buga grande falava e dizia cenas que eu não percebia, porque os jogos estavam em inglês e o eu criança não falava inglês. Tenho ideia que num dos jogos aparecia um buga-buga mau, com umas cores diferentes, mas não sei a minha memória é verídica. Mas no geral, o buga-buga era um gajo porreiro e fazia cenas fixes.

domingo, junho 30, 2013

Eu paralela não era muito simpática

Sonhar que viajo até universos paralelos em que há duplicados de todas as pessoas que conheço - mas que são ligeiramente diferentes - é um claro sinal de demasiado Doctor Who. Ou residuais de Fringe.

sábado, junho 29, 2013

Claro que sim.

Claro que o Spotify com toda a música possível e imaginária disponível 24/7 é um trial de 6 meses, estúpida. Eu bem desconfiava da sustentabilidade da coisa. Além disso, desde quando é que alguém dá alguma coisa a milhentas pessoas em troca de nada? Os anúncios nunca trariam dinheiro suficiente para pagar a quantidade gigantesca de direitos... E se temos acesso à pala, porque é que iríamos mudar para os serviços pagos?

Ah, ah, ah, acreditavam mesmo que isto era à borla para sempre? Palonços.

sexta-feira, junho 28, 2013

Ah, Doctor, you're so cheeky



The Doctor: And Utopia is...?
Professor Yana: Oh, every human knows of Utopia. Where have you been?
The Doctor: Bit of a Hermit.
Professor Yana: A-a hermit
[sounds doubtful]
Professor Yana: with, uh, friends?
The Doctor: Hermits United. We meet up every 10 years, swap stories about caves. It's good fun. For a Hermit.

É por essas e por outras que eu vejo Doctor Who.

quarta-feira, junho 26, 2013

It's v-mars, marshmallows!

Todo este hype à volta do filme de Veronica Mars que aí vem está a alimentar demasiado as expetativas. E quando as expetativas são altas, o mais provável é ficar-se desapontado. Espero que não aconteça desta vez...

Toda a música de sempre

Gosto muito do Spotify.

sábado, junho 22, 2013

Shine bright like a diamond

Quem é que está a ouvir Shine On You Crazy Diamond por Celas? Pelo éter, navega pela minha janela adentro. Cheira-me que deve estar alto pa caraças.
Good taste, stranger.

quinta-feira, junho 20, 2013

Love letter to my doctor

Quem alguma vez viu Doctor Who sabe que a série é muito, muito mais do que qualquer sinopse daria a entender. Num universo ficcional onde tudo é possível, a imaginação não tem limites - de outra forma, esta nunca conseguiria ser, como é, a série de ficção científica que há mais tempo se mantém no ar. Tantas aventuras já foram descritas, mas no entanto, há sempre mais qualquer coisa para o Doctor fazer, sítios para explorar, pessoas para conhecer. Nenhuma outra série consegue apelar à criança interior de todos os nós, ao mesmo tempo que nos faz pensar e desafiar a lógica.

terça-feira, junho 18, 2013

"The Wedding of River Song"

Eu sei que não devia andar a ver episódios de dois Doctors diferentes misturados, mas ontem estive a ver o episódio final da 6ª temporada de Doctor Who, que já tinha por ver há imenso tempo, ignorando o facto de andar a ver as repetições das temporadas anteriores (esta semana estamos na 3ª). Ora, isto é desaconselhado por levar a óbvias comparações: ainda que alguns episódios da era do Tenth sejam um bocado à power rangers, com uns monstros meio fatelas, no geral os episódios possuiem uma lógica simples de seguir, tendo em conta a série em questão.
 Agora vendo o tal episódio mais recente, sinceramente, aquilo é uma confusão, aliás, como foi um pouco toda a 6ª temporada. A introdução de uma linha da história condutora da temporada, ao invés de apenas uma ideia, ou uma palavra, como acontecera nas anteriores, não foi das escolhas mais interessantes. É uma confusão pegada, teve uma conclusão parola (ainda estou para perceber a parte do casamento e a que propósito foi aquilo) e os episódios isolados podiam ter sido bem melhores se não quisessem pôr uma referência à tal continuidade em quase todos. O facto de as histórias serem mais elaboradas e interligadas, honestamente, não as torna automaticamente melhores, e acho que esta temporada foi um bom exemplo disso.

Tenho soninho, vou-me deitar no chão. De cabeça.

Ia eu ontem pululando feliz e contente até à faculdade (se por pulular feliz e contente se quiser dizer a andar apressadamente com medo de chegar atrasada ao mesmo tempo que se chama nomes a quem quer que seja que se lembrou que era fixe começar a chover torrencialmente em junho). Subitamente, a sola da sapatilha desliza sobre o chão gradeado e caio redonda no chão, apoiando-me, como pessoa inteligente que sou, na minha mão direita e no meu guarda-chuva.
Isto já seria tudo deveres deprimente, caso eu não fosse ter exame a seguir e precisasse bastante da dita mão direita para escrever. E também se não tivesse partido a ponta do guarda-chuva e entortado tipo 3 varetas. Mas assim, nestas condições, foi uma experiência quase transcendente. Tivesse antes sucedido dentro da faculdade, em vez de à porta dela, e tinha eu entrado no exame em queda livre, tromba no chão.

Hoje sinto-me como se tivesse andado à porrada. Faltou a parte de dar porrada, porque a de levar acho que se pode considerar efectuada...

domingo, junho 16, 2013

...like clockwork

Não podia de deixar aqui uma apontamento para o novo álbum dos Queens of the Stone Age.
Eu gosto de praticamente todas as músicas da banda (senão todas, agora não me lembro de nenhuma que não goste) e de todos os álbuns, ainda que o meu preferido seja o primeiro que ouvi, Songs for the Deaf, naquele brilhante dia há muito tempo atrás em que decidi comprar o cd mesmo só conhecendo duas músicas ("no one knows" e "go with the flow").
Mas meninos e meninas, ...Like Clockwork é qualquer coisa de genial. Pisa território conhecido para QotSA, mas ao mesmo tempo é uma coisa mais complexa, mais madura e muito, muito interessante. Tem aquela badassness toda habitual, mas ao mesmo tempo tem uma vulnerabilidade e um lado humano que nunca tinha sido assim explorado nos álbuns da banda. E eu que sempre achei que as letras não eram, na sua maioria, o melhor dos Queens, aqui provam-me o contrário. Basta ouvir, por exemplo, I Appear Missing. Apesar de todos os amigalhaços convidados que dão uma perninha nas canções, é tudo muito Josh Homme, exactamente como deve ser.
Nem eu sabia que andava a precisar de gostar assim tanto de música outra vez.

sexta-feira, junho 14, 2013

"My Chiiiildreeeeeeen"

Eu adoro Doctor Who, a sério que sim, e principalmente as temporadas do Tenth.
Mas ainda há bocado está a rever aquele especial de Natal em que a Donna aparece pela primeira vez, num dos loops contínuos de repetições do Syfy (nada contra, tudo a favor), e a imperatriz Racnoss parece um monstro saído dos Power Rangers. Desde as expressões faciais exageradíssimas à maneira de falar ridícula. E o riso maléfico, já mencionei o riso maléfico? Decididamente, não é dos antagonistas mais interessantes que já passaram por Doctor Who.

terça-feira, junho 11, 2013

I appear missing

It's only falling in love because you hit the ground.

Homme, you poet.

quinta-feira, junho 06, 2013

Aquele momento em que te apercebes que não só o Dave, o Bárbaro tem a voz do Ron da Kim Possible como Risadas, o Porco Pateta é na realidade o Timon...

terça-feira, junho 04, 2013

Note to Self

Por amor da santa, páras de ouvir Old Skin do Olafur Arnalds? Se fosse um LP, já o tinhas riscado. A sério, existem mais músicas no universo.

domingo, junho 02, 2013

Who?

Por amor da santa, que o 12th Doctor não seja uma ela. Não quero uma gaja doutor, não quero mesmo. Okay, querem variar e inovar e tal, mas há certas coisas que espero que se mantenham como estão, ainda para mais numa série tão canónica como Doctor Who.


PS. Qualquer referência a Doctor Who é uma boa oportunidade para relembrar o 10th, obviamente.

sábado, junho 01, 2013

You're not the boss of me

As vizinhas da frente estão na varanda em bikini a apanhar banhos de sol. Eu estou com uma dor de pescoço horrível à secretária a estudar química. Life's unfair.

sexta-feira, maio 31, 2013

Como estudar uma cadeira deveras odiada?

... contrariada.
You gotta to what you gotta do.
Mas não estou contente com isso.

terça-feira, maio 28, 2013

Sempre me intrigou

 Porque raio é que Ice Tea de pacote é bem menos saboroso que Ice Tea de garrafa/ lata ?

domingo, maio 26, 2013

125

TAUC < 3

sexta-feira, maio 24, 2013

Sabes que o Aladino era um tipo fixe quando te apercebes que os melhores amigos dele eram um génio, um tapete e um macaco.

quinta-feira, maio 23, 2013

Facto

O tio Google sabe tudo.

domingo, maio 19, 2013

Corte e costura

As minhas desculpas a quem tem esse hábito, mas continuo a achar má onda cortar fotos de grupo e pôr só um rectângulo da parte que corresponde à pessoa nas redes sociais. Principalmente quando a) se vê partes do corpo dos outros intervenientes, ou cabelo, que é o mais vulgar e/ou b) a foto resultante é um rectângulo com uma largura anormalmente reduzida que se vê que foi obviamente recortado.
Acho que fica feio, pronto. Eu pessoalmente até gosto de pôr fotos com malta, não ia fazer-lhes o despeito de os cortar porque tenho medo que me roubem a atenção da minha fronha disforme (me, Me, ME!)
Era isso.

domingo, maio 12, 2013

Queima! Queima! Queima!

Frases da Queima '13:
- A tua casa sobe muito...
- Deixem o meu pão com chouriço em paz!
- 'Tás mais a dormir que a sério.
- #YOLOSWAGTODOPEGO
- Diogo, tu não és um táxi!
- Eh pá eu vim falar contigo porque conheci a tua cara. - Mas estudas cá? - Não, em Lisboa!


Ir para o recinto às 500 faz com que o tempo passe a correr. Também, com o cartaz em questão, mais valia chegar mesmo tarde para as tendas não começarem a chatear demais... Enfim. Bonito baile de gala, mas sem dúvida ainda mais bonito chá dançante. Um obrigado especial às minhas amigas fofas por me raptarem para a Figueira (e Maiorca), ao Octeto pelos convívios memoráveis e ao CIO por entreter não só o 4º Piso como a Queima. Para o ano há mais!

sexta-feira, abril 26, 2013

Queima

Para citar o meu amado Tenth Doctor: "What? What? What?".
Para citar qualquer aleatório portuga: "Mas que merda é esta?"

Não é que eu não vá para o recinto na mesma, mas oh pá, que nhanha.

terça-feira, abril 23, 2013

Broadchurch, series finale (not)

Que aflição, gente! Já não ficava tão afectada com uma série há muito, muito tempo.
Brilhante mesmo. Actores de top, com papéis difíceis como o raio, uma banda sonora e fotografias espetaculares para completar a história. O mistério adensa-se e mantém-nos colados sem se alongar eternamente e a o DI Hardy (oh, David Tennant!) é provavelmente o polícia mais bem caracterizado da TV. A tensão criada pela personagem e pela sua backstory  deixa-nos em constante desespero, parece que a qualquer momento o homem se vai desmoronar, emocional e fisicamente.

Aquele "Broadchurch will return", e consequente confirmação internética de segunda temporada, deixaram-me a pensar; por muito que tenha gostado da série, é uma coisa com princípio, meio e fim. Não vejo por onde possa andar, e parece-me que qualquer rumo que dêem à coisa vai atirar a série do pedestal onde eu a pus abaixo. Audiências, audiências, sempre governados pelas audiências. Oh, well, we'll always have season one.
Freakin' Broadchurch!

domingo, abril 14, 2013

Eh pá, as telenovelas da TVI andam muito hardcore!
E o Diogo Infante agora faz de mau.

Wow.

segunda-feira, abril 01, 2013

Não é tão giro...

... quando num programa de domingo da TVI um senhor ganha 50.000 euros e a primeira coisa que pergunta quando lhe telefona é "Isto é do Portugal no Coração?".
Well played, sir, well played indeed.

Capitão Iglo!

Sabe-se que o país anda pelas horas da amargura quando o Presidente da República dá a sua opinião sobre assuntos prementes da actualidade ao lado dos douradinhos da Gelpeixe.

quinta-feira, março 21, 2013

Atmosferimar

Andam a mudar o nome dos institutos para quê, mesmo?
Instituto Português do Mar e da Atmosfera não é a mesma coisa, até porque tudo o que meta mesmo a palavra mar faz-me lembrar marisqueiras.

terça-feira, março 12, 2013

" Estás em contra-mão, estás em contra-mão!!!!"

terça-feira, março 05, 2013

Sad story

Porquê, Community, porquê? Prevejo que vais ser cancelada não tarda. E por esta temporada até agora, bem que mereces!

sábado, março 02, 2013

"Thanks for the memories"

E acabei de ver a terceira temporada de Haven.
Porque é que eu vejo Haven? É a típica série do Syfy, ou seja, fantasia mixuruca numa história que deve pouco à lógica, com o Canadá a passar por uma qualquer zona dos EUA, efeitos especiais duvidosos e actores na sua maioria so-so. Mas sei lá, vi a primeira temporada num espírito de "isto é mesmo mau, só vejo mesmo porque a temporada é pequena e sempre dá para passar o tempo" e depois eventualmente comecei a gostar da coisa.
Secalhar o facto de a história parecer desenrolar-se em cima do joelho, como se nunca planeassem mais que dois episódios de cada vez, dá-lhe um toque de imprevisibilidade interessante (mas também, aquilo não faz grande sentido, portanto era difícil de prever recorrendo à lógica). Ou talvez eu tenha apenas um grande interesse em triângulos amorosos telenovelescos (Team Nathan!!!!). Ou precise de uma dose semanal das piadas secas do Duke ou do ar acabrunhado do Nathan.
O certo que é que o toque de amadorismo (quer dizer, caramba, o Duke não é polícia, mas está SEMPRE no sítio onde acontecem as coisas, ou acaba por aparecer casualmente e ajudar - "hey, Audrey, vamos almoçar?" - e acontece algo precisamente no momento em que ele apareceu só para o incluirem na história) até tem piada, neste caso... Cá para mim a história é parva de propósito.
Quanto ao final de temporada propriamente dito, levantou-se uma questão muito flagrante: "Huh, o que raio é que se passou aqui?". Nem consegui perceber afinal se o Nathan levou tiros ou não, num momento esta no chão no outro já está em pé a gritar AUDREEEEY! a plenos pulmões. A sério, toda este episódio foi ainda mais surreal do que já é costume. Agora fico ardentemente à espera da nova temporada, para saber como é que vão fazer aparecer a Audrey outra vez e se ela não muda de ideias e decide que prefere o bad boy. Só espero que não andem para a frente 27 anos...

Só em Haven é que uma pessoa poderia considerar verosímil uma pessoa ter de entrar num celeiro mágico para acabar com uma chuva de metoritos.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

"A Vast and Fiendish Plot"

Copper chega ao final da sua primeira temporada com aquele que é o episódio mais chatinho de todos, vá-se lá saber porquê.
Gosto de ficção histórica, mas em formato série nem sempre me convencem. Não há os recursos do cinema; guarda-roupa mais limitado, cenários idem-idem - isto é notório em Copper, em que parece que só há uma rua em todo o Five Points. E pronto, isto não é baseado em nenhum clássico da literatura, os diálogos são um mixurucada entre diálogo à época e coisas mais de hoje em dia para o pessoal não esforçar muito a cabecinha.
Mas é giro, sim senhor, mesmo que a história não seja nada de surpreendente e os casos de polícia (que nem interessam assim muito, ao fim ao cabo) serem bastante básicos. Os choques entre as três comunidades e a velhaquice de todas as personagens fizeram-me gostar de Copper. A Annie mete-me bastante impressão, mas pronto.

domingo, fevereiro 03, 2013

Quando em Portugal, sê português

Encontrei este post ao navegar pelos arquivos e dei-me conta que vi ambos os filmes.
Como óbvia mente brilhante que sou, não é de surpreender que tivesse razão e desconfiar do Humberto Delgado americano em "Operação Outono". O filme é relativamente interessante, focando-se numa parte pungente da nossa história recente, e apesar de não ter achado imensa piada à estrutura narrativa de andar para a frente e para trás, gostei do filme. Mas como previa, o raio da dobragem é imensamente irritante, ainda para mais sendo o Rogério Samora a fazê-la - torna-se frustrante porque só nós relembra que temos atores decentes cá que podiam muito bem fazer a coisa. Segundo um dos actores, que estava presente no cinema quando fui ver o filme e que foi depois bombardeado com uma sessão mais ou menos pertinenente de Q&A, escolheram o homem não só por ser amigo do realizador, mas também porque era parecido com o General. Oh pá, 'tá bem, mesmo assim. Torna-se estúpido. Todas as cenas em que o homem entra ficam subitamente pouco credíveis. Um aparte: meu, aquela gente era estúpida pr'a caraças, a ter decorrido assim, foi um crime particularmente mal enjorcado!

Quanto a "As linhas de Wellington", o John Malkovich não faz grande coisa de jeito no filme e apresenta um dos sotaques britânicos mais horríveis que já se ouviu. Quanto ao resto do filme, é interessante (não amei, mas acho que o dinheiro do bilhete foi bem gasto). Ainda que não seja propriamente um filme para as massas, prova que se conseguem realizar grandes-produções épicas por cá. Espero que abra o precedente e que mais se sigam, até porque não só temos muito por onde filmar, também temos muita história para contar...

sábado, fevereiro 02, 2013

"The Choice"

Desde que li algures alguém a opinar acerca de Homeland, nomeadamente frisando a quantidade estúpida de vezes em que a Carrie chora, que não consegui tirar isso da mente enquanto vejo a série. É verdade. O raio da mulher está sempre a chorar, é porque não apanha o terrorista, é porque o apanha, é porque o Brody é mau, é porque o Brody se torna bom, é porque ele gosta dela, é porque não gosta dela... Enfim. E as tendências de fedelha mimada? "Carrie, não vais por aí!" Por onde é que ela vai? Exactamente, por aí.
Hey, Segurança Nacional continua a ser brutal, mas as personagens ficaram todas um bocado mais irritantes nesta segunda temporada.Começando pelos miúdos, mas os adolescentes são irritantes em TODAS as séries dramáticas (na vida real também são, portanto não é muito surpreendente) e acabando nos protagonistas no seu estado I-Love-You-Beary-Much. Gostava mais quando desconfiavam um do outro e tinha sempre uma pistola numa gaveta perto de si, era mais emocionante.
Este final de temporada não foi tão espectacular como o anterior, e até achei o final mesmo um bocado chocho. Mas pronto, vamos lá ver como é que vão dar a volta à coisa na terceira. Venha mais uma!

sábado, janeiro 19, 2013

E tudo o vento levou...

Acho por bem deixar aqui para a posteridade que estes fabulosos ventos de 130km/h não só estão prestes a levar a antena de TV do prédio da frente como andam a deixar estranhos presentes pela rua fora. Exemplefiquemos: ainda há bocado, no passeio directamente por baixo da minha cozinha, encontrava-se uma embalagem de manteiga Milhafre.

sábado, janeiro 12, 2013

Anger management

Se há coisa que me irrita, é chamarem-me Ana Rita. Porra, pá, nunca disse a ninguém "Olá, eu sou a Ana Rita", mas mesmo assim as pessoas insistem em trocar-me o nome! Se eu lhes digo o meu nome correcto, sem qualquer "Ana" à vista e assino sem qualquer "Ana", porque raio é que me vão chamar outra coisa? Sinceramente! Ainda hoje mandei um e-mail, assinado normalmente, e a resposta foi "Olá Ana Rita,..."
EU NÃO SOU ANA RITA! chish!

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Porque é que tive a brilhante ideia de pousar o meu lanche quentinho na secretária? O meu caderno possui agora um pestilento cheiro a tosta de queijo que, sinceramente, me está a deixar ainda mais enjoada que GGQ...

nanananana....

Obrigada, vizinho de baixo, por tentares animar o meu estudo tocando "More than words" dos X-treme por diversas vezes ao longo do dia, frisando bem a percursão rítmica no tampo da guitarra. Aprecio o esforço, mas não sou assim tão fã de baladinhas.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Pagford

Tal como muito boa gente, dediquei-me a ler o livro novo da J. K. Rowling com a fé cega de que iria gostar de qualquer coisa que ela escrevesse. Não deixa de ser verdade, a maneira cativante de escrever está presente, mas o tema e a história, não são, de todo, o meu estilo. Quer dizer, lendo a sinopse parecia bem mais uma espécie de dramédia do que a tragédia grega que acaba por ser. Eu já sabia que não tinha nada a ver com Harry Potter, obviamente, mas o livro deixou-me algo deprimida. É uma espécie de livro-dementor, a sugar a felicidade, com todas as personagens a viverem miseravelmente, cada uma à sua maneira. Enfim, sempre é bom variar nas leituras...

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Anita vai à cozinha

O Gordon Ramsay é a Anita dos chefs televisivos. Cozinheiros, vá, chef é só uma palavra mais fina, para diferenciar quem faz comida e quem faz comida que custa 50 vezes mais.
Já apanhei na tv, ao longo dos tempos:
  • Ramsay a testar pessoas para trabalharem num dos seus restaurantes ("Ramsay treina chefs")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes no Reino Unido ("Ramsay vai ao restaurante inglês")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes nos Estados Unidos("Ramsay vai ao restaurante americano")
  • Ramsay na prisão a ensinar presos a cozinhar ("Ramsay na prisão")
  • Ramsay no Masterchef, não sei muito bem a fazer o quê que nunca vi um episódio inteiro ("Ramsay e o chefe-mestre")
  • Ramsay na Índia a descobrir a cozinha local ("Ramsay vai à Índia")
  • Ramsay a criar perús e outras coisas semelhantes ("Ramsay fica em casa")
  • Ramsay a ensinar o telespectador a fazer uma refeição de Natal com ingredientes esquisitos e que na realidade ninguém vai tentar fazer ("Ramsay celebra o Natal")
O que todos têm em comum? Palavrões. E comida.  E ocasionalmente uma série de indígenas indianos levam o Gordon à caça e ele pragueja sempre que lhe disparam aleatoriamente aos ouvidos.
Desenhem-no, arranjem-lhe um cãozinho, e têm toda uma nova série de livros infantis que ninguém gosta de receber nos anos.

domingo, dezembro 23, 2012

Vá....

Agora uma música de Natal que eu realmente gosto!


terça-feira, dezembro 18, 2012

Regresso à Terra Média

Logo que tive oportunidade, fui ver O Hobbit, parte 1.
Comecemos por dizer que sim, não vejo grande necessidade para três filmes a partir de um livro tão pequeno, mas ao contrário do que as internetes andam a dizer, eu não acho que este primeiro tomo tenha um ritmo lento enche-chouriços. Aliás, até acho que está bastante mexido, as peripécias quase que tropeçam umas nas outras.
Eu gostei bastante do filme, mas acho que gostaria de qualquer coisa nova minimamente bem feita que regressasse à Terra Média e às (algumas) personagens do costume. Os anões parecem um bocado desenhos animados, aquelas barbichas e trancinhas, e as histórias paralelas extra, tiradas de outros livros do Tolkien, parecem um bocado coladas a martelo com o resto, mas basicamente é só isso que tenho a dizer de menos positivo.
Claro que não é tão épico como o Senhor dos Anéis, claro que é mais um filme de aventura que um bélico, claro que tem um espírito mais ligeiro e uma vertente cómica mais acentuada. Mas essas são também as características do livro, não me escandaliza e sinceramente já estava à espera... Não vou, portanto, juntar-me às vozes inflamadas e indignadas das Internetes que choramingam porque O Hobbit não é o Senhor dos Anéis. O nome do filme é O Hobbit, meus senhores, e cada coisa é uma coisa.
Outra cena: era impossível para esta nova trilogia trazer a novidade que a outra trouxe, como é óbvio. A componente visual, por exemplo, é deslumbrante, claro, e apesar de elementos novos e espantosos, já vimos isto antes.
Sinceramente, stop bitching. Todas as tretas que mencionam não invalidam que seja um bom filme e espero em ansiedade moderada pelos seguintes tomos.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Martinis


Quando estive pelas Inglaterras, fui ao cinema ver o Skyfall, a mais recente incursão do 007 pelo grande ecrã. Para já, foi deveras emocionante ser evacuada do cinema a meio do filme, quase por acidente e sem saber porquê (ainda hoje não sei...). Agora quanto ao filme, sinceramente, adorei.
Nunca fui grande grande fã dos filmes do 007 - cresci na altura do Pierce Brosnan, e esses não são particularmente interessantes. Filme de SIC ao domingo à tarde e tal, acção, o amigo Bond fica com as miúdas, carros bonitos, piadas secas. Nada de espectacular. Os dois primeiros com o Daniel Craig, já os tinha visto na televisão também, ainda que não me parece que tenha visto nenhum deles do princípio ao fim decentemente e com a atenção devida. Mesmo assim, pareceram-me bastante interessantes, na onda do ultra-realismo que marca o cinema dos dias hoje, quebrando o espírito meio azeiteiro dos filmes que os precederam.
Mas Skyfall, minha gente, é brutal. Não me lembro da última vez que vi um filme de ação assim, a manter-me colada do princípio ao fim. Sim, é realista como Casino Royale e Quantum of Solace, mas desta vez também temos alguns gags referentes à mitologia tradicional da saga - é pra-frentex tanto como é nostálgico. E sim, a M é mesmo A bond girl por excelência. Brilhante em tudo - o James Bond deixa de ser uma personagem quadrada, só kiss kiss bang bang, e passa a ter emoções, um ser humano como outro qualquer. As paisagens isoladas da Escócia, a frieza de Londres. A música. O genérico.
Há quem prefira o tom mais ligeiro dos outros filmes, que este é demasiado sério, demasiado macambúzio. O que eu sei é que gostei tanto de Skyfall que  quase todos os dias me ponho a ouvir "Skyfall" da Adele em repeat.

terça-feira, dezembro 11, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a segunda

Amaldiçoo quem quer que seja que em tempos tenha composto esta música peçonhenta. Daquelas coisas tão catchy que ouvir 10 segundos me faz ficar a cantá-la o resto do dia ou, quiça, da semana ao mesmo tempo que me mando calar a mim própria. Este conflito interno perturba sempre o meu dia-a-dia da época natalícia, é um grande flagelo...


segunda-feira, dezembro 03, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a primeira

Em homenagem à quadra na qual entrámos/nos preparamos para entrar, conforme se a cidade onde vivem já decidiu ligar luzinhas piscantes ou não, decidi criar uma daquelas rúbricas que resultam sempre imensamente bem aqui no establecimento, nomeadamente porque passado dois ou três posts ou me esqueço ou desisto e a coisa morre por aí. Mas pronto.
Então, do que trata isto? Como toda a gente que me conhece minimamente bem ou que tenha pelo menos ido comigo a um qualquer establecimento comercial ou andado de carro comigo ou ligado a televisão no VH1 à minha frente sabe, estou sempre atenta à música, e 65% das canções que passam nas rádios mais ouvidas irritam-me solenemente (o que por sua vez faz com que eu me torne 65% mais irritante, mas isso é outra história). Posto isto, e partindo desta permissa ou premissa, a que gostarem mais que eu nunca sei usá-las, vou postar toda uma série de músicas de Natal que passam TODOS OS ANOS e que são chatas como o raio. Não prometo qualquer tipo de periocidade pelas razões acima referidas para a morte prematura de rúbricas neste blog.

Tomo I:

A única coisa que me impede de bater na pessoa mais próxima quando isto começa a tocar é o facto de me lembrar um bocado do "Love actually", que é dos meus filmes preferidos. Não deixa de ser irritante à mesma.

sábado, novembro 17, 2012

Aviso

Cara Humanidade,

Mesmo para quem conduz lambretas meio-podres e que fazem tanto barulho como um martelo pneumático, a minha rua continua a ser de sentido único.

Atentamente,
Eu

quarta-feira, novembro 07, 2012

Os bifes

Coisas que tenho a dizer sobre Inglaterra:
- os ingleses são insensíveis ao frio, só pode, ninguém normal anda de t-shirt com 2ºC
- os ingleses são um bocado para o bêbados, no geral
- ir em contra-mão nas rotundas é assustador
- ser evacuado do cinema a meio de um filme do 007 é algo épico
- o campo do Yorkshire é basicamente um livro da Jane Austen a desenrolar-se à frente dos nossos olhos
- Manchester não é lá muito bonita
- Fish and Chips é servido numa quantidade industrial
- vender batatas assadas em roulotes é perfeitamente vulgar
- ir ao starbucks é pedir um mocachochomachia coiso
- Halloween é a semana toda
- sair à noite é logo às 9
- a cerveja é sempre ao meio litro, não há cá mariquices
- as moedas de pence têm tamanho estúpidos e que não fazem sentido




Gostei muito!

quarta-feira, outubro 24, 2012

Eu, numa terça-feira

As minhas sinceras desculpas às pessoas com quem me cruzei ontem, não sei porquê, sinceramente, mas estava com um mau humor ainda pior que o costume. Temos mesmo pena.

Community - Modern Warfare

Eh pá, é difícil um episódio de uma série de comédia ser melhor que isto!
O spoof perfeito dos filmes de acção badass. Wow.

segunda-feira, outubro 22, 2012

Serviço Público

Cara Humanidade,

A minha rua é de sentido único.

Atenciosamente,
Eu

quinta-feira, outubro 18, 2012

EM TRIÂNGULO!

Já se acabou a latada e, pela primeira vez, fui lá todos os dias ( a minha versão de YOLO, vá). E sim, foi divertido, mesmo com um cartaz pouco apelativo e uma afluência mais reduzida do que o costume. Porque o que interessa mesmo, toda a gente sabe, é conviver com o pessoal!
E vá, ouvir o Gangnam style umas poucas de vezes.

PS. Melhor concerto, Scissor Sisters, sem dúvida nenhuma. Eu nem sou grande apreciadora das músicas deles, mas o concerto foi muito bom!

PPS. Oficialmente estragámos a piadinha do triângulo, mas valeu a pena :D

domingo, outubro 14, 2012

Que lata.

Bem, o dia de ontem leu isto, visto que me cruzei com umas poucas de personagens. Tive, por exemplo, o prazer de conhecer o gajo que não acreditava que o meu cabelo é naturalmente encaracolado. E ainda de estar a cantar um pimbalhada em espanhol qualquer e um tipo vir meter-se connosco num espanhol ranhoso, a pensar que vinha chatear nuestras hermanas. Aparentemente, em vez de espanhol, ele era de Fátima...

sexta-feira, outubro 12, 2012

Latada

Uma bonita serenata, este ano. Sem dúvida melhor que esta desgraça, até porque cantaram músicas que eu gosto do Zeca Afonso. E ninguém me desmaiou ao lado, vá.
Quanto à primeira noite de parque, bem, que melhor maneira de começar a latada 2012 do que com os Rags?

quarta-feira, outubro 10, 2012

Bardamerda.

Como é possível fazer tanta asneira numa aula só?
Pesagem e mistura de reagentes. Continua-se a experiência e tal, faz-se uma titulação. Ups, esqueci-me de ver até onde ia o líquido na bureta. Não faz mal, faço uma estimativa a olho. Olha, mas isto nunca mais muda de cor? Ah, não se pôs indicador, que engraçado, vamos lá fazer isto agora com indicador. Espera, mas agora mudou de cor só com uma gotinha? Alguma coisa está mal, vamos ver como sai o ensaio número 3. Muda outra vez só com uma gotinha? Mais um ensaio de doseamento. Outra vez a mesma coisa? Credo. Vamos fazer o percurso mental. Tinha indicador? Tinha. E bicarbonato de sódio? Também. E ácido ascórbico? Sim, pesei. Espera, mas usaste o frasco ao pé daquela balança? Aquilo é o bicarbonato!

Merda.

Então isto quer dizer que não só não temos resultados de doseamento, como a solução que está dentro daquelas ampolas que aquela malta ali está a fechar com um maçarico é composta, unica e exclusivamente, de fermento para bolos e água. Fantástico. Já agora, deixa-me ir experimentar fechar uma ampola. Ena, que giro, parece que estamos na indústria vidreira. Ficou tão bonita, vou pousá-la. Huh, partiu-se.

Até tenho medo de como este dia possa acabar.

sexta-feira, outubro 05, 2012

Redemption

Ontem apanhei no canal Hollywood Os Condenados de Shawshank. Voltei a ver a parte final do filme e sinceramente acho que é dos melhores filmes, senão o melhor filme, que já vi. Genuinamente inspirador e emotivo, sem cair em lamechices e clichés mais que vistos. Tudo no filme é bom e o equilíbrio entre música, fotografia, actores e tudo o mais é perfeito.
Nunca vi a maioria dos clássicos imortais do cinema, O Mundo a Seus Pés e afins, mas tenho as minhas dúvidas que Shawshank não esteja ao seu nível. E eu que nem sequer gosto de filmes de prisões...

Bandeirada

Hastear a bandeira ao contrário nas cerimónias de 5 de Outubro. Ah, a ironia.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Huh?

Algures durante esta semana, ouvi uma tirada que resolvi partilhar: " O novo acordo ortográfico é bom para os disléxicos."

A sério, é por existir gente que diz coisas como esta que Portugal está como está...

segunda-feira, setembro 10, 2012

Trip to Nilbog

Ver um filme como Troll 2 faz-me apreciar melhor todos os outros filmes que vi. Acentua também a estupidez sem jeito nenhum que Birdemic é, porque até uma treta como o Troll 2, com a vilã mais irritante de todo o sempre e uma história mais que ridícula, é mais interessante e bem conseguido.

Troll 2 é um épico chunga, disso não há dúvida. Não consigo decidir que cena foi melhor, a cena pseudo-sexy com pipocas ou o tipo a ser arrastado dentro de um vaso. Como alguém pensou que aquilo tinha algum jeito, é uma coisa que me passa ao lado...

terça-feira, agosto 28, 2012

Comunidade

Hoje vi um episódio algo brilhante de Community ao qual achei um piadão e pensei em escrever um post a laudar a série. Logo a seguir deu outro, um bocado parvo e ao qual não achei grande piada.
Enfim, equilíbrio no mundo!
A cena é sempre que se focam muito ou no Chang ou no Pierce, que eu acho irritantes, não acho piada. Portanto, e apesar de ser fã acérrima de coisas detectivescas e homenagens descaradas aos clássicos noir, o facto de essa linha da história ser com o raio do Chang estragou tudo.
Também enjoa um bocado eles estarem sempre a frisar "oh somos tão amigos!" ou "oh estão-me a excluir do grupo!", blablablabla study group blablablabla study group!
Enfim. Sim, é uma série bastante engraçada e provavelmente a série cómica actual a que acho mais piada (há episódios BRILHANTES, tem de dar o braço a torcer), mas não é perfeita.
É preferível a How I Met Your Mother, que já chateia, ou Big Bang Theory, que idem-idem. Já gostei muito, já gostei moderadamente, agora estou na fase "Meh." Também não ajuda apanhar mais vezes eps repetidos que originais, provavelmente.

Este post prova que estou de férias, né?

domingo, agosto 26, 2012

Life is a tv show

Bem, férias é para mim sinónimo de intenso zapping, e portanto a época do ano em que me instruo sobre o que a anda a circular pelos canais de TV. Deparei-me portanto com várias coisas das quais já tinha ouvido falar mas que nunca tinha visto.
Primeiro, Party Down. Uma série de humor negro minimamente interessante sobre uma equipa de catering composta maioritariamente, já se sabe, por gente completamente apanhada do juízo. Sem contar, como de costume, com as uma ou duas pessoas sãs para equilibrar a coisa. Às vezes cai um bocado na estupidez, mas no geral tem piada, quando nos habituamos às personagens mais irritantes - a Sra. Glee, na primeira temporada e a Sra. Sidekick-do-Will-&-Grace, na segunda.
E depois também tenho apanhado Community, que é outro tipo de divertimento. Uma homenagem constante à pop culture, feita com genuíno gosto pela cena. Também tem o seu quê de personagens irritantes (o Pierce, principalmente, dá-me cabo dos nervos), mas é muito muito boa - as personagens secundárias são imapagáveis. Fico é um bocado a pensar, com tanta homenagem - nos poucos eps que já vi, já apanhei um episódio de cowboys, Star Wars, entre outras - se não tira um bocado de identidade própria à série . De qualquer maneira é uma das melhores séries de comédia que tenho visto ultimamente (o final da segunda temporada é super ÉPICO). E sou agora super fã do Joel McHale, apesar de nunca o ter visto em mais coisas nenhuma.

Rising of the Pie

Ficou fixe.

Uncle Sam's Apple Pie

Prestes a tentar um feito histórico: fazer uma tarte de maçã à americana.
Ok, talvez não seja assim tanto um marco histórico, mas é a minha primeira incursão no tema.

segunda-feira, agosto 06, 2012

Praia de Pedrogão

Jogar pseudo-futebol de praia com uma bola fofa e minúscula pode ser mais violento do que eu pensava!
E os piqueniques fazem-me sempre SEMPRE lembrar visitas de estudo...

quarta-feira, agosto 01, 2012

Quem inventou as camisas provavelmente não tinha de as passar a ferro...

quinta-feira, julho 26, 2012

"Brave New World"

Bem, finalmente acabei de ver a 4ª temporada de Fringe, gravada religiosamente durante o semestre pela box do Meo.
No geral, não gostei muito desta temporada. Claro que teve algumas partes interessantes, mas não gostei mesmo nada da história da linha temporal alternativa - se me dei ao trabalho de ver os outros episódios todos gosto que valorizem esse esforço mencionando histórias anteriores, o que é um bocado difícil numa linha temporal alternativa onde nada disso aconteceu.  Ok, verdade seja dita que eles falaram da outra linha temporal através do Peter e da Olivia e que não deram grande azo à confusão do espectador, mas de qualquer das maneiras não achei piada.
E depois o próprio parzinho principal não inspira grande empatia. Não há aquela química Mulder-Scully, nem nada que se pareça. E como nesta temp. focaram mais o assunto, já estava um bocado a chatear. Também me parece que houve bastantes incoerências e coisas mal explicadas (porque é que a Olivia ficou com as memórias da outra linha temporal, por exemplo?), mas isso já é normal em séries de pseudo-ciência.
É perfeitamente natural que a próxima temporada seja a última, não me parece que Fringe tenha muito mais para dar...

Estas séries começam-me sempre a chatear quando começam a meter muita mitologia. Sobrenatural com os anjos, Fringe com a linha temporal,... Ao contrário de muita malta, eu prefiro ter alguns episódios só com casos da semana ao invés da história mirabolante que une a temporada aparecer em todos os episódios.

quarta-feira, julho 25, 2012

Pancake Race

Decidi ontem fazer panquecas, lembrando-me das que comi pelos Algarves num "American Dinner". O objectivo não era fazê-las como essas, que levavam chantilly e morangos e tinham uma espessura medonha. Visto que passou algum tempo, as más recordações do descomunal enjoo que comer aquilo pouco depois de acordar me provocou foram enterradas nalgum lugar recôndito da memória e só ficou uma leve sensação de que, pelo menos às primeiras garfadas, as ditas panquecas até eram agradáveis.
Voltando à minha experiência culinária. Procurei a receita na net e executei o trabalho, que diga-se de passagem era a receita mais fácil à face da terra (podia era ter tamisado a farinha, mas pronto, os grumos foram o menos). Mas quando chegou à parte de fazer as panquecas propriamente ditas.... Ora colava em baixo e em cima estava líquido, ora queimava, uma alegria pegada. Passado um bocado já estava a fazer crepes em vez de panquecas enquanto comia bocados de panquecas meio cruas. E depois tentei adicionar doce, continuavam enjoativas. Experimentei derreter chocolate com leite, na mesma.
Sinceramente, NÃO VOLTO A FAZER PANQUECAS. Para aí de dois em dois anos lembro-me de tentar e ou corre extremamente mal e nada é comestível, ou até há um produto comestível mas põe-me a correr para o frasco de ENO mais próximo...

sexta-feira, julho 20, 2012

Passaremia

Tenho a dizer que Birdemic é pior do que eu jamais pensei ser possível. Medonho, mesmo. Aquela qualidade de som, aqueles diálogos, aquela gaja no princípio a perguntar "Do you want a menu?", aquelas pessoas que batiam ridiculamente palmas de 5 em 5 segundos. Não, não, nenhum filme pode ser pior que aquilo!

Nota: Segundo o Bottom 100 do IMDb, há 45 filmes piores. Nem quero pensar.

sexta-feira, julho 13, 2012

Waar is de... (No time to tacata!)

Pelos Algarves andava um bichinho de insanidade temporária pelo ar. Basta referir, por exemplo, aquele tipo que andava sempre de toalha de praia ao pescoço, boné e óculos de sol, quer fosse de dia ou de noite, e se sentava nos bares a olhar para as pessoas a dançar e até a dormir (e era expulso pelos seguranças...). Temos também aquelas duas tipas que estavam a dançar no meio da praça com sacos de plástico na cabeça (e que foram logo gozadas por uma empregada de mesa que desatou a correr num saco preto do lixo) e toda uma panóplia de holandeses meio bêbados que entravam nos sítios a dançar loucamente como se não houvesse amanhã.
Depois temos sempre aqueles tipos que se vêm meter, como o gajo que nos perguntou se íamos este ano para a faculdade "vou-vos praxar!" ou aqueles holandeses com uma pseudo-dança sexy. Ou aquele inglês que respondeu na praia, ainda que não estivesse a falar com ele.
Houve uma demonstração matrix, também, quando aquele estrangeiro deitado na toalha apanhou uma bola em pleno vôo.
E as despedidas de solteiro? Gajas vestidas de flinstones, gajos em roupa interior (e fato-de-banho) feminina e, o melhor, um tipo chamado Nic com aquele fato-de-banho verde do Borat (tenham muito, muito medo).
Mas o melhor mesmo, era a seleção musical dos bares. Vamos à la playa e tacata, esses épicos chungas. E um ataque de hip-hop que não faço ideia que músicas eram.
Mistério da semana: de onde vem o fumo mal-cheiroso do Twist?
Vou ter saudades das noites a observar as telenovelas entre holandeses e espanhóis no Domino's.


Para terminar, acho que uma holandesa me enganou. Visto que não conseguia perceber o que raio dizia o DJ, algo que soava a "party's a fassion", perguntei à primeira estrangeira que vi. Ela disse-me que era "where is the party" em holandês... Mas o google tradutor não concorda!

sábado, julho 07, 2012

Já agora....

Ah, férias! :D

Cortar o cabelo

Eu quando vou cortar o cabelo, a única coisa a que almejo é a que me cortem o cabelo.
Sinceramente, aquelas cadeiras de massagem ridículas fazem com que ao me lavarem a cabeça me sinta como se me estivessem a dar murros nas costas. Não faço ideia porque é que alguém acharia aquilo agradável. E as massagens capilares? Dá a ideia de que nos estão a fazer cócegas na cabeça. Mais uma vez, não faço ideia porque é que alguém acharia aquela espécie de cafuné softcore agradável...

quarta-feira, junho 06, 2012

Inutilidades, tomo I


As golas altas são problemáticas. Eu, pessoalmente, é raro usar, fazem comichão no pescoço.
Mas o que me leva a escrever sobre este tema tão premente na sociedade atual é o facto de haver quem ande de gola alta no VERÃO. Como é que é possível? No inverno, okay, é quentinho e tal, apesar de a maior parte das pessoas parecem tartarugas com aquilo (eu cá acho que a maioria das pessoas ficam a)mais gordas, b)mais baixas ou c) a parecer um brontossauro, para não dizer uma girafa, com alta pescoço - dependendo a opção da fisionomia em questão, já se sabe).
Agora no verão? Devia haver uma lei contra isso, dá calor só de olhar para aquilo. Qual é a ideia de estar de manga cava e depois estar coberta até ao queixo? Enfim.
No entanto, há pessoas que ficam bem de gola alta. O Sr. Fassbender brinda a isso (mas também ele fica bem em qualquer coisa).

segunda-feira, maio 28, 2012

'Tou sim?

Hoje lembrei-me do meu primeiro telemóvel, adquirido andava eu no 5º ano. Uma maravilha da tecnologia, com o jogo Music altamente divertido!


segunda-feira, maio 21, 2012

Alegria no trabalho

Ontem o rapaz das bombas de gasolina vinha a fumar um cigarro mesmo até para aí um metro da bomba. Se quer fazer qualquer coisa radical, que faça bungee-jumping, que não estou pronta para entrar num filme do Michael Bay.
Hoje, tenho quase a certeza que a senhora da padaria tossiu para cima da broa (felizmente eu trouxe papossecos integrais).
Menos, gente, menos.

quarta-feira, maio 16, 2012

Polizei

Acho que assisti hoje a uma espécie de perseguição policial. Que dizer, a qualquer coisa policial pelo menos, só vi um carro. E como sucedeu?
Ora ia eu no 29, prestes a parar na paragem interior dos HUC, quando um segurança mandou parar o autocarro e logo a seguir passou um carro à paisana mas com uma sereia em cima (não uma sereia tipo Ariel, uma sereia tipo sirene, azul) a assapar em direcção às Urgências.
Eu sei, emocionante!

segunda-feira, maio 14, 2012

Pós-Queima

Este ano não tive os habituais contactos com altas personagens, donas de saídas memoráveis que eu escrevo no blogue para ficarem nos anais cibernáuticos da história. A sério, ninguém me veio pedir nada nem mandar papaias. O máximo que me aconteceu foi pessoas que não conheço me dizerem adeus. Estranha, esta falta de peripécias.
De qualquer maneira, parece-me que não me diverti tanto como em anos anteriores. É mais do mesmo, é normal. E de qualquer maneira no fim só ficam as boas recordações, daqui a uns meses esta Queima vai-me parecer tão divertida como qualquer outra coisa, suponho eu.

Queima, Parte II

E como cantava a Pitagórica na quinta-feira, no seu concerto a horas super indecentes (acabaram às 6h15, coisa assim!), "A Queima acabouuuuu".
Terça tivemos um concerto de Buraka Som Sistema altamente memorável ("A buraka é dona do terreno!"), mais as tunas de Farmácia, iguais a si mesmas.
Quarta Chá Dançante ou "Porque está o meu cabelo cheio de esferovite?". A sério, que deprimência. Mal entraram lá dentro, os carniceiros começaram a destruir o cenário - tanto que praticamente ninguém notou que os Rags estavam a tocar, era só panos a serem arrancados do tecto e eu estava a ver que levava com um candeeiro em cima, no meio da nuvem de esferovite.
Quinta Steve Aoki - not my cup tea, really - e a sempre petulante Pitagórica, ainda mais mordazes que o costume. Aquilo é que foi morder nos calcanhares da Comissão da Queima! Digam o que disserem, e há imensa gente que não os curte nada, eu divirto-me sempre com a Pitagórica.
E pronto, chegou-se a sexta, viu-se uma data de famosos a cantar 3 ou 4 modas (o Rui Veloso cantou mais, felizmente!), incluindo o Jorge Palma num estado alto duvidoso, ora entrava em palco ora saía para os bastidores. Podiam ter posto só Rui Veloso, a malta teria ficado mais feliz certamente e não tínhamos tido de ouvir Cool Hipnoise que não os curti nada. E pronto, para o ano há mais!

PS. Já me esquecia da Garraiada. Não gosto de tourada. Aliás, odeio tourada. Portanto essa parte não gostei. As entradas dos estudantes na praça de touros foram interessantes (Desporto allez!) e a garraiada propriamente dita no final foi.... bem, uma palhaçada pegada, mas era o que se esperava de um tourito e uma grande quantidade de palermas armados em espertos.

PPS. O grande INFARBEB ficou em 3º no cortejo. Ah pois é!

quarta-feira, maio 09, 2012

Queima!

Ah, a queima. Suscita sempre questões como "porque estava um tipo vestido de aviador junto ao palco secundário na segunda-feira?" ou "quem é que aquele gajo que me está ali a dizer adeus como se me conhecesse de algum lado?".
Quanto à queima, normalmente por esta altura já estou completamente sem voz de ter passado todas as noites a "canta-gritar" nas tendas, mas tendo em conta que tenho visto quase todos os concertos e passado pouco tempo nas tendas, a minha voz ainda está audível. Até vi pela primeira vez mais que meia música no palco secundário, nomeadamente uma banda esquisita de música electrónica chamada Sensible Soccers - e aparentemente faço parte da malta mais psicadélica da academia!
Wraygunn, dos quais eu não conhecia virtualmente música nenhuma, foram absolutamente brutais - gostei mais que The Hives no sábado, sinceramente. O homem estava completamente possesso, e o mesmo se pode dizer da cachopa chamada Flávia que subiu ao palco perto do fim. Para não variar, o Quim Barreiros foi uma chachada, e depois do cortejo ("INFARBEB! INFARBEB!") fiquei com uma dor de pés terrível.
Por falar em cortejo, foi o culminar de dois anos de trabalho e dinheiro gasto. Compensou? Não sei. Mas foi divertido!

sábado, maio 05, 2012

Coimbra é uma lição

Que Serenata mais estranha. Variadas coisas ridículas aconteceram na serenata: os já habituais problemas de som, com feedback e tudo, duas tipas a desmaiarem mesmo ao pé de nós, um palhaço qualquer a passar as grades e andar ao lado da sé ao telemóvel de um lado para o outro com o segurança furibundo a fazer-lhe gestos para se ir embora, o segurança a dar pontapés em garrafas de cerveja (percursão para a serenata?), duas gajas a fumarem para cima de nós O TEMPO TODO,...

Fantástico. E depois o tempo imenso que demoram a tocar de músicos só prejudica... Eu gosto muito da serenata, mas é muito difícil apreciá-la como deve ser quando se está altamente desconfortável, a levar empurrões à força toda e a ouvir conversas alheias porque a maioria das pessoas não se cala. A sério, não vale a pena ir para lá só porque é de bem ir. Se não querem ouvir, fiquem em casa!

quinta-feira, abril 12, 2012

Tic Tac

Apenas um dos meus relógios ainda tem pilha. Se eu chegar atrasada a algum lado, é porque ele se juntou aos outros...

domingo, abril 01, 2012

Mal posso esperar para ver o Titanic em 3D!!!!!



Feliz 1 de Abril