terça-feira, maio 19, 2015

Bolachas

vou começar um negócio de bolachas. vou começar um negócio de bolachas. VOU COMEÇAR UM NEGÓCIO DE BOLACHAS! merda para isto tudo

quinta-feira, maio 14, 2015

Queima, outra vez

A prova de que o Nostradamus que existe em mim é claramente incompetente está aqui: Queima (2014).
Dei por mim novamente em Maio, ainda sem nada de interessante para fazer para além de jogar Batman: Arkham City (formatei o computador, voltou a funcionar), e portanto disponível para todas as atividades de Queima em que me apetecesse participar. Este facto é triste, mas não há nada que se possa fazer, e portanto mais vale aproveitar da melhor forma.
Mais um maravilhoso Sarau, a minha atividade de Queima preferida, mais um cortejo, desta vez apenas como antiga estudante, mais um tradicional jantar da TAUC. O parque está igual, as músicas são iguais, e eu paralelamente estou exatamente no mesmo sítio a fazer exatamente a mesma coisa nenhuma. Ser raguette no chá dançante foi mais espetacular no ano passado, ainda que este ano me tenha apercebido que nem para tocar maracas tenho jeito, realização bastante útil para a minha vida futura.

sábado, maio 02, 2015

Viagem a Arkham

Os jogos de ação/aventura são os meus preferidos. Somando isso ao meu gosto por comics no geral e pelo Dark Knight em particular, estava extremamente motivada para me "internar" no Batman: Arkham Asylum (as pérolas que residem na biblioteca da Steam do meu respetivo!).
Ultrapassada a questão de "Será que isto funciona no meu computador?" (dica: funcionou perfeitamente, e nem precisei de jogar com os gráficos mínimos), dediquei-me a desancar criminosos e a deslizar pelos ares e foram umas horas de jogo muito bem passadas.
Com uma história interessante (e um trabalho de vozes impecável), jogabilidade muito acessível sem deixar de ser estimulante e o bónus dos enigmas por decifrar, vai direitinho para o meu Top 5. Dá bastante relevo à parte de combate, da qual eu normalmente não sou muito fã, mas até uma desajeitada como eu fica pró em porrada virtual ao final de algumas horas de jogo (ao contrário de todos os outros jogos do género que joguei, em que nem percebia muito bem como é que tinha conseguido chegar ao final) e felizmente não contém aqueles puzzles gigantescos e super demorados à Tomb Raider que me tiravam anos de vida.
Aliás, gostei tanto do jogo em si e do ambiente de Arkham, que depois de terminar a história principal fui apanhar tudo o que me faltava para completar o mapa (normalmente não me dou ao trabalho).

Agora para continuar em beleza esta fase feliz de jogatana, era só o meu computador não ter deixado subitamente de correr o Batman: Arkham City...