quinta-feira, julho 26, 2012

"Brave New World"

Bem, finalmente acabei de ver a 4ª temporada de Fringe, gravada religiosamente durante o semestre pela box do Meo.
No geral, não gostei muito desta temporada. Claro que teve algumas partes interessantes, mas não gostei mesmo nada da história da linha temporal alternativa - se me dei ao trabalho de ver os outros episódios todos gosto que valorizem esse esforço mencionando histórias anteriores, o que é um bocado difícil numa linha temporal alternativa onde nada disso aconteceu.  Ok, verdade seja dita que eles falaram da outra linha temporal através do Peter e da Olivia e que não deram grande azo à confusão do espectador, mas de qualquer das maneiras não achei piada.
E depois o próprio parzinho principal não inspira grande empatia. Não há aquela química Mulder-Scully, nem nada que se pareça. E como nesta temp. focaram mais o assunto, já estava um bocado a chatear. Também me parece que houve bastantes incoerências e coisas mal explicadas (porque é que a Olivia ficou com as memórias da outra linha temporal, por exemplo?), mas isso já é normal em séries de pseudo-ciência.
É perfeitamente natural que a próxima temporada seja a última, não me parece que Fringe tenha muito mais para dar...

Estas séries começam-me sempre a chatear quando começam a meter muita mitologia. Sobrenatural com os anjos, Fringe com a linha temporal,... Ao contrário de muita malta, eu prefiro ter alguns episódios só com casos da semana ao invés da história mirabolante que une a temporada aparecer em todos os episódios.

quarta-feira, julho 25, 2012

Pancake Race

Decidi ontem fazer panquecas, lembrando-me das que comi pelos Algarves num "American Dinner". O objectivo não era fazê-las como essas, que levavam chantilly e morangos e tinham uma espessura medonha. Visto que passou algum tempo, as más recordações do descomunal enjoo que comer aquilo pouco depois de acordar me provocou foram enterradas nalgum lugar recôndito da memória e só ficou uma leve sensação de que, pelo menos às primeiras garfadas, as ditas panquecas até eram agradáveis.
Voltando à minha experiência culinária. Procurei a receita na net e executei o trabalho, que diga-se de passagem era a receita mais fácil à face da terra (podia era ter tamisado a farinha, mas pronto, os grumos foram o menos). Mas quando chegou à parte de fazer as panquecas propriamente ditas.... Ora colava em baixo e em cima estava líquido, ora queimava, uma alegria pegada. Passado um bocado já estava a fazer crepes em vez de panquecas enquanto comia bocados de panquecas meio cruas. E depois tentei adicionar doce, continuavam enjoativas. Experimentei derreter chocolate com leite, na mesma.
Sinceramente, NÃO VOLTO A FAZER PANQUECAS. Para aí de dois em dois anos lembro-me de tentar e ou corre extremamente mal e nada é comestível, ou até há um produto comestível mas põe-me a correr para o frasco de ENO mais próximo...

sexta-feira, julho 20, 2012

Passaremia

Tenho a dizer que Birdemic é pior do que eu jamais pensei ser possível. Medonho, mesmo. Aquela qualidade de som, aqueles diálogos, aquela gaja no princípio a perguntar "Do you want a menu?", aquelas pessoas que batiam ridiculamente palmas de 5 em 5 segundos. Não, não, nenhum filme pode ser pior que aquilo!

Nota: Segundo o Bottom 100 do IMDb, há 45 filmes piores. Nem quero pensar.

sexta-feira, julho 13, 2012

Waar is de... (No time to tacata!)

Pelos Algarves andava um bichinho de insanidade temporária pelo ar. Basta referir, por exemplo, aquele tipo que andava sempre de toalha de praia ao pescoço, boné e óculos de sol, quer fosse de dia ou de noite, e se sentava nos bares a olhar para as pessoas a dançar e até a dormir (e era expulso pelos seguranças...). Temos também aquelas duas tipas que estavam a dançar no meio da praça com sacos de plástico na cabeça (e que foram logo gozadas por uma empregada de mesa que desatou a correr num saco preto do lixo) e toda uma panóplia de holandeses meio bêbados que entravam nos sítios a dançar loucamente como se não houvesse amanhã.
Depois temos sempre aqueles tipos que se vêm meter, como o gajo que nos perguntou se íamos este ano para a faculdade "vou-vos praxar!" ou aqueles holandeses com uma pseudo-dança sexy. Ou aquele inglês que respondeu na praia, ainda que não estivesse a falar com ele.
Houve uma demonstração matrix, também, quando aquele estrangeiro deitado na toalha apanhou uma bola em pleno vôo.
E as despedidas de solteiro? Gajas vestidas de flinstones, gajos em roupa interior (e fato-de-banho) feminina e, o melhor, um tipo chamado Nic com aquele fato-de-banho verde do Borat (tenham muito, muito medo).
Mas o melhor mesmo, era a seleção musical dos bares. Vamos à la playa e tacata, esses épicos chungas. E um ataque de hip-hop que não faço ideia que músicas eram.
Mistério da semana: de onde vem o fumo mal-cheiroso do Twist?
Vou ter saudades das noites a observar as telenovelas entre holandeses e espanhóis no Domino's.


Para terminar, acho que uma holandesa me enganou. Visto que não conseguia perceber o que raio dizia o DJ, algo que soava a "party's a fassion", perguntei à primeira estrangeira que vi. Ela disse-me que era "where is the party" em holandês... Mas o google tradutor não concorda!

sábado, julho 07, 2012

Já agora....

Ah, férias! :D

Cortar o cabelo

Eu quando vou cortar o cabelo, a única coisa a que almejo é a que me cortem o cabelo.
Sinceramente, aquelas cadeiras de massagem ridículas fazem com que ao me lavarem a cabeça me sinta como se me estivessem a dar murros nas costas. Não faço ideia porque é que alguém acharia aquilo agradável. E as massagens capilares? Dá a ideia de que nos estão a fazer cócegas na cabeça. Mais uma vez, não faço ideia porque é que alguém acharia aquela espécie de cafuné softcore agradável...