domingo, junho 30, 2013

Eu paralela não era muito simpática

Sonhar que viajo até universos paralelos em que há duplicados de todas as pessoas que conheço - mas que são ligeiramente diferentes - é um claro sinal de demasiado Doctor Who. Ou residuais de Fringe.

sábado, junho 29, 2013

Claro que sim.

Claro que o Spotify com toda a música possível e imaginária disponível 24/7 é um trial de 6 meses, estúpida. Eu bem desconfiava da sustentabilidade da coisa. Além disso, desde quando é que alguém dá alguma coisa a milhentas pessoas em troca de nada? Os anúncios nunca trariam dinheiro suficiente para pagar a quantidade gigantesca de direitos... E se temos acesso à pala, porque é que iríamos mudar para os serviços pagos?

Ah, ah, ah, acreditavam mesmo que isto era à borla para sempre? Palonços.

sexta-feira, junho 28, 2013

Ah, Doctor, you're so cheeky



The Doctor: And Utopia is...?
Professor Yana: Oh, every human knows of Utopia. Where have you been?
The Doctor: Bit of a Hermit.
Professor Yana: A-a hermit
[sounds doubtful]
Professor Yana: with, uh, friends?
The Doctor: Hermits United. We meet up every 10 years, swap stories about caves. It's good fun. For a Hermit.

É por essas e por outras que eu vejo Doctor Who.

quarta-feira, junho 26, 2013

It's v-mars, marshmallows!

Todo este hype à volta do filme de Veronica Mars que aí vem está a alimentar demasiado as expetativas. E quando as expetativas são altas, o mais provável é ficar-se desapontado. Espero que não aconteça desta vez...

Toda a música de sempre

Gosto muito do Spotify.

sábado, junho 22, 2013

Shine bright like a diamond

Quem é que está a ouvir Shine On You Crazy Diamond por Celas? Pelo éter, navega pela minha janela adentro. Cheira-me que deve estar alto pa caraças.
Good taste, stranger.

quinta-feira, junho 20, 2013

Love letter to my doctor

Quem alguma vez viu Doctor Who sabe que a série é muito, muito mais do que qualquer sinopse daria a entender. Num universo ficcional onde tudo é possível, a imaginação não tem limites - de outra forma, esta nunca conseguiria ser, como é, a série de ficção científica que há mais tempo se mantém no ar. Tantas aventuras já foram descritas, mas no entanto, há sempre mais qualquer coisa para o Doctor fazer, sítios para explorar, pessoas para conhecer. Nenhuma outra série consegue apelar à criança interior de todos os nós, ao mesmo tempo que nos faz pensar e desafiar a lógica.

terça-feira, junho 18, 2013

"The Wedding of River Song"

Eu sei que não devia andar a ver episódios de dois Doctors diferentes misturados, mas ontem estive a ver o episódio final da 6ª temporada de Doctor Who, que já tinha por ver há imenso tempo, ignorando o facto de andar a ver as repetições das temporadas anteriores (esta semana estamos na 3ª). Ora, isto é desaconselhado por levar a óbvias comparações: ainda que alguns episódios da era do Tenth sejam um bocado à power rangers, com uns monstros meio fatelas, no geral os episódios possuiem uma lógica simples de seguir, tendo em conta a série em questão.
 Agora vendo o tal episódio mais recente, sinceramente, aquilo é uma confusão, aliás, como foi um pouco toda a 6ª temporada. A introdução de uma linha da história condutora da temporada, ao invés de apenas uma ideia, ou uma palavra, como acontecera nas anteriores, não foi das escolhas mais interessantes. É uma confusão pegada, teve uma conclusão parola (ainda estou para perceber a parte do casamento e a que propósito foi aquilo) e os episódios isolados podiam ter sido bem melhores se não quisessem pôr uma referência à tal continuidade em quase todos. O facto de as histórias serem mais elaboradas e interligadas, honestamente, não as torna automaticamente melhores, e acho que esta temporada foi um bom exemplo disso.

Tenho soninho, vou-me deitar no chão. De cabeça.

Ia eu ontem pululando feliz e contente até à faculdade (se por pulular feliz e contente se quiser dizer a andar apressadamente com medo de chegar atrasada ao mesmo tempo que se chama nomes a quem quer que seja que se lembrou que era fixe começar a chover torrencialmente em junho). Subitamente, a sola da sapatilha desliza sobre o chão gradeado e caio redonda no chão, apoiando-me, como pessoa inteligente que sou, na minha mão direita e no meu guarda-chuva.
Isto já seria tudo deveres deprimente, caso eu não fosse ter exame a seguir e precisasse bastante da dita mão direita para escrever. E também se não tivesse partido a ponta do guarda-chuva e entortado tipo 3 varetas. Mas assim, nestas condições, foi uma experiência quase transcendente. Tivesse antes sucedido dentro da faculdade, em vez de à porta dela, e tinha eu entrado no exame em queda livre, tromba no chão.

Hoje sinto-me como se tivesse andado à porrada. Faltou a parte de dar porrada, porque a de levar acho que se pode considerar efectuada...

domingo, junho 16, 2013

...like clockwork

Não podia de deixar aqui uma apontamento para o novo álbum dos Queens of the Stone Age.
Eu gosto de praticamente todas as músicas da banda (senão todas, agora não me lembro de nenhuma que não goste) e de todos os álbuns, ainda que o meu preferido seja o primeiro que ouvi, Songs for the Deaf, naquele brilhante dia há muito tempo atrás em que decidi comprar o cd mesmo só conhecendo duas músicas ("no one knows" e "go with the flow").
Mas meninos e meninas, ...Like Clockwork é qualquer coisa de genial. Pisa território conhecido para QotSA, mas ao mesmo tempo é uma coisa mais complexa, mais madura e muito, muito interessante. Tem aquela badassness toda habitual, mas ao mesmo tempo tem uma vulnerabilidade e um lado humano que nunca tinha sido assim explorado nos álbuns da banda. E eu que sempre achei que as letras não eram, na sua maioria, o melhor dos Queens, aqui provam-me o contrário. Basta ouvir, por exemplo, I Appear Missing. Apesar de todos os amigalhaços convidados que dão uma perninha nas canções, é tudo muito Josh Homme, exactamente como deve ser.
Nem eu sabia que andava a precisar de gostar assim tanto de música outra vez.

sexta-feira, junho 14, 2013

"My Chiiiildreeeeeeen"

Eu adoro Doctor Who, a sério que sim, e principalmente as temporadas do Tenth.
Mas ainda há bocado está a rever aquele especial de Natal em que a Donna aparece pela primeira vez, num dos loops contínuos de repetições do Syfy (nada contra, tudo a favor), e a imperatriz Racnoss parece um monstro saído dos Power Rangers. Desde as expressões faciais exageradíssimas à maneira de falar ridícula. E o riso maléfico, já mencionei o riso maléfico? Decididamente, não é dos antagonistas mais interessantes que já passaram por Doctor Who.

terça-feira, junho 11, 2013

I appear missing

It's only falling in love because you hit the ground.

Homme, you poet.

quinta-feira, junho 06, 2013

Aquele momento em que te apercebes que não só o Dave, o Bárbaro tem a voz do Ron da Kim Possible como Risadas, o Porco Pateta é na realidade o Timon...

terça-feira, junho 04, 2013

Note to Self

Por amor da santa, páras de ouvir Old Skin do Olafur Arnalds? Se fosse um LP, já o tinhas riscado. A sério, existem mais músicas no universo.

domingo, junho 02, 2013

Who?

Por amor da santa, que o 12th Doctor não seja uma ela. Não quero uma gaja doutor, não quero mesmo. Okay, querem variar e inovar e tal, mas há certas coisas que espero que se mantenham como estão, ainda para mais numa série tão canónica como Doctor Who.


PS. Qualquer referência a Doctor Who é uma boa oportunidade para relembrar o 10th, obviamente.

sábado, junho 01, 2013

You're not the boss of me

As vizinhas da frente estão na varanda em bikini a apanhar banhos de sol. Eu estou com uma dor de pescoço horrível à secretária a estudar química. Life's unfair.