domingo, dezembro 23, 2012

Vá....

Agora uma música de Natal que eu realmente gosto!


terça-feira, dezembro 18, 2012

Regresso à Terra Média

Logo que tive oportunidade, fui ver O Hobbit, parte 1.
Comecemos por dizer que sim, não vejo grande necessidade para três filmes a partir de um livro tão pequeno, mas ao contrário do que as internetes andam a dizer, eu não acho que este primeiro tomo tenha um ritmo lento enche-chouriços. Aliás, até acho que está bastante mexido, as peripécias quase que tropeçam umas nas outras.
Eu gostei bastante do filme, mas acho que gostaria de qualquer coisa nova minimamente bem feita que regressasse à Terra Média e às (algumas) personagens do costume. Os anões parecem um bocado desenhos animados, aquelas barbichas e trancinhas, e as histórias paralelas extra, tiradas de outros livros do Tolkien, parecem um bocado coladas a martelo com o resto, mas basicamente é só isso que tenho a dizer de menos positivo.
Claro que não é tão épico como o Senhor dos Anéis, claro que é mais um filme de aventura que um bélico, claro que tem um espírito mais ligeiro e uma vertente cómica mais acentuada. Mas essas são também as características do livro, não me escandaliza e sinceramente já estava à espera... Não vou, portanto, juntar-me às vozes inflamadas e indignadas das Internetes que choramingam porque O Hobbit não é o Senhor dos Anéis. O nome do filme é O Hobbit, meus senhores, e cada coisa é uma coisa.
Outra cena: era impossível para esta nova trilogia trazer a novidade que a outra trouxe, como é óbvio. A componente visual, por exemplo, é deslumbrante, claro, e apesar de elementos novos e espantosos, já vimos isto antes.
Sinceramente, stop bitching. Todas as tretas que mencionam não invalidam que seja um bom filme e espero em ansiedade moderada pelos seguintes tomos.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Martinis


Quando estive pelas Inglaterras, fui ao cinema ver o Skyfall, a mais recente incursão do 007 pelo grande ecrã. Para já, foi deveras emocionante ser evacuada do cinema a meio do filme, quase por acidente e sem saber porquê (ainda hoje não sei...). Agora quanto ao filme, sinceramente, adorei.
Nunca fui grande grande fã dos filmes do 007 - cresci na altura do Pierce Brosnan, e esses não são particularmente interessantes. Filme de SIC ao domingo à tarde e tal, acção, o amigo Bond fica com as miúdas, carros bonitos, piadas secas. Nada de espectacular. Os dois primeiros com o Daniel Craig, já os tinha visto na televisão também, ainda que não me parece que tenha visto nenhum deles do princípio ao fim decentemente e com a atenção devida. Mesmo assim, pareceram-me bastante interessantes, na onda do ultra-realismo que marca o cinema dos dias hoje, quebrando o espírito meio azeiteiro dos filmes que os precederam.
Mas Skyfall, minha gente, é brutal. Não me lembro da última vez que vi um filme de ação assim, a manter-me colada do princípio ao fim. Sim, é realista como Casino Royale e Quantum of Solace, mas desta vez também temos alguns gags referentes à mitologia tradicional da saga - é pra-frentex tanto como é nostálgico. E sim, a M é mesmo A bond girl por excelência. Brilhante em tudo - o James Bond deixa de ser uma personagem quadrada, só kiss kiss bang bang, e passa a ter emoções, um ser humano como outro qualquer. As paisagens isoladas da Escócia, a frieza de Londres. A música. O genérico.
Há quem prefira o tom mais ligeiro dos outros filmes, que este é demasiado sério, demasiado macambúzio. O que eu sei é que gostei tanto de Skyfall que  quase todos os dias me ponho a ouvir "Skyfall" da Adele em repeat.

terça-feira, dezembro 11, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a segunda

Amaldiçoo quem quer que seja que em tempos tenha composto esta música peçonhenta. Daquelas coisas tão catchy que ouvir 10 segundos me faz ficar a cantá-la o resto do dia ou, quiça, da semana ao mesmo tempo que me mando calar a mim própria. Este conflito interno perturba sempre o meu dia-a-dia da época natalícia, é um grande flagelo...


segunda-feira, dezembro 03, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a primeira

Em homenagem à quadra na qual entrámos/nos preparamos para entrar, conforme se a cidade onde vivem já decidiu ligar luzinhas piscantes ou não, decidi criar uma daquelas rúbricas que resultam sempre imensamente bem aqui no establecimento, nomeadamente porque passado dois ou três posts ou me esqueço ou desisto e a coisa morre por aí. Mas pronto.
Então, do que trata isto? Como toda a gente que me conhece minimamente bem ou que tenha pelo menos ido comigo a um qualquer establecimento comercial ou andado de carro comigo ou ligado a televisão no VH1 à minha frente sabe, estou sempre atenta à música, e 65% das canções que passam nas rádios mais ouvidas irritam-me solenemente (o que por sua vez faz com que eu me torne 65% mais irritante, mas isso é outra história). Posto isto, e partindo desta permissa ou premissa, a que gostarem mais que eu nunca sei usá-las, vou postar toda uma série de músicas de Natal que passam TODOS OS ANOS e que são chatas como o raio. Não prometo qualquer tipo de periocidade pelas razões acima referidas para a morte prematura de rúbricas neste blog.

Tomo I:

A única coisa que me impede de bater na pessoa mais próxima quando isto começa a tocar é o facto de me lembrar um bocado do "Love actually", que é dos meus filmes preferidos. Não deixa de ser irritante à mesma.