segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Invicta

Um fim de semana agradável no Porto.
Travou-se conhecimento com um rabo dançarino que espalhava magia ao som dos clássicos dos anos 80, esperou-se eternidades para comer hambúrgueres e concluiu-se que o Pavilhão Rosa Mota é mais feio de perto. Isso, e que a arte contemporânea pode passar por interpretar desenhos projetados no teto de salas escuras.

domingo, fevereiro 02, 2014

Séries

Isto anda fraquinho de séries, bem que precisava de começar a ver uma série para cima de espetacular, que já não apanho nenhuma há imenso tempo.
Ora vejamos o que eu ando a ver:
  • Drácula não é mau, mas também não é grande coisa. Não é muito original, principalmente no que toca a esta-rapariga-da-atualidade-pode-ser-a-minha-falecida-mulher-reencarnada-porque-é-a-cara-chapada-dela, e também não é muito entusiasmante, as personagens são todas um bocado chatas e os episódios passam a maioria do tempo a encher chouriços.
  • Ainda só vi um episódio da nova temporada de House of Lies, mas não tenho grandes ambições - parece-me que continuará a ser como sempre foi, moderadamente interessante. Espero que a equipa se volte a juntar outra vez, estar cada um para seu lado a trabalhar em locais diferentes tira um bocado a piada à coisa, dado que a dinâmica entre a equipa era uma das coisas engraçadas da série.
  • Almost Human é giro, por enquanto estou a gostar. Não é fenomenal, e a cena dos andróides quasi-humanos também não é nada de super original, mas não deixa de ser uma policial with a twist algo refrescante, principalmente pela dinâmica entre os protagonistas. As personagens secundárias é que são mais fraquinhas, principalmente a detetive colega deles (aka interesse amoroso a martelo) que tem pouca ou nenhuma utilidade ao longo dos episódios.
  • Ah, Haven. Bem, Haven continua igual a si mesma: completamente idiota. Há sempre pelo menos uma personagem e uma plotline que me irritam em cada temporada, e no caso desta quarta elas são, respetivamente, a Jordan (que já desapareceu, que pena!) e a-Audrey-tem-de-matar-o-Nathan (que mesmo à la Haven andou a arrastar eternamente e depois alguém aparece de repente e diz "eh pá, afinal a Audrey não tem de matar o Nathan!" e pronto, está o assunto resolvido). Como sempre, Haven parece escrita semana a semana, como se os argumentistas se lembrasse que tinham aquilo para fazer no dia antes de gravar o episódio e escrevessem tudo a despachar sem se preocuparem muito com continuidade, lógica ou senso comum. Nem eu esperaria outra coisa de tão muy nobre produção Syfy.
  • Doctor Who temporada 7. Três temporadas depois, o Matt Smith continua a não ser o David Tennant e continuo a preferir os episódios da era Russel T. Davies. Ainda esta semana vi o "Journey to the Center of the Tardis" que parecia, pela premissa, bastante prometedor (e com possibilidades infinitas, afinal de contas o que é que não há dentro da TARDIS?) e que acabou por ser bastante chocho. Oh, well, é continuar a ver em piloto automático até ao especial de aniversário.

Are we having fun yet?

3ª semana: Jenga com caixotes de cartão algures pelo Pólo Norte e sob fumarada intensa.