terça-feira, maio 27, 2014

Queima

Reparei agora que se passou a Queima deste ano e nem uma palavra foi escrita neste estabelecimento acerca do assunto. Pois bem, vamos lá, antes que se desvaneça da minha memória.
A serenata foi fraquíssima, longuíssima, aborrecidíssima. Faltou o som, faltou a luz, demorou quase mais uma hora do que era suposto, a escolha musical não foi muito interessante.
O Sarau foi bonito como sempre, pelo menos a parte em que participei/assisti. É dos momentos altos do ano, tocar no Sarau, e espero sinceramente que possa fazê-lo de novo. Caso isso não aconteça, não foi um má despedida.
Baile de Gala: mais divertido que o ano passado, melhor vestida que o ano passado, comida chique igualmente chocha. Levar sabrinas desdobráveis foi oficialmente de génio. Roam-se de inveja, aí a queixarem-se dos pés!
Cortejo... Aproveitar até à última, acenar ao último carro a atravessar a ponte. Somos finalistas ou não?
Noites do parque... Dado o cartaz horrendo e a exaustão pessoal de cinco anos consecutivos a ir a quase todos os dias da queima bombar para as tendas, provavelmente já me diverti mais. De qualquer forma, teve os seus momentos, claro, graças aos meus miguitos de sempre e a eventos interessantes como subir ao palco no dia da FFUC. E comer tripas de chocolate.
Chá Dançante - completo desastre. Vale a pena falar no assunto? Começou espetacularmente, a curtir milhões como Raguette, mas rapidamente se tornou azedo com a vaca da Rosinha e a organização que só o é mesmo de nome, diferente nas pessoas mas igual nas ações, ano após ano. É tão certo como chover na festa dos Covões. A serenata improvisada foi bonita e interessante, mas valeu-me uma bonita constipação.

Enfim, ao fim ao cabo, é mais do mesmo. E no entanto, não havendo mais para o ano, teve um certo gostinho de despedida à vida académica à mistura. Acaba por ser agri-doce - se por um lado há vontade de prolongar a vida de estudante, continuar a viver Coimbra da mesma forma só mais um bocadinho, por outro lado há uma súbita realização de dejà vu, de que estas experiências já não são propriamente novas e de que repeti-las até à exaustão não vai decididamente fazer com que voltem a ser novidade.

A queima acabou, as cartolas e bengalas foram arrumadas nalguma dispensa poeirenta a título de recordação, e é hora de seguir em frente.

For Now I Am Awesome

Eu fui ao TAGV pelo Olafur. Parece-me que a maioria da populaça estava lá pelo Rodrigo Leão, mas eu apesar de gostar do senhor, já o tinha visto, e queria era mesmo mesmo mesmo ver o Olafur Arnalds, vindo diretamente da Islândia para a nossa coimbrazinha. E o miguito Arnor Dan, claro.
E devo dizer que não gostei especialmente da parte do sr Leão, mas gostei, e muito, da parte do sr. Arnalds. Gostava imenso de repetir, de preferência desta vez num concerto só dele. E o Arnor Dan, que voz! Seja sobre banheiras ou sobre o que o Olafur quiser, a música dele é muito interessante.

 E ele também, aparentemente. Houve quem o quisesse meter no bolso e levar para casa. Eu cá não sei, só estou a transmitir a mensagem.

terça-feira, maio 13, 2014

Snif

O facebook é só cartolas.