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sábado, dezembro 03, 2016

Partida, Largada, Fugida!

Acabei de ler Ready Player One, por Ernest Cline.
É um daqueles livros que gritam insistentemente "Transforma-me num filme!!!! O público vai adorar!!! TRANSFORMA-ME NUM FILME JÁÁÁÁ!!!".
Mas grita também outras coisas como:
- Os anos 80 estão tão na moda, uau!
- Ser geek está tão na moda, uau!
- Futuros distópicos estão na moda, uau!

Enquanto susurra
 "Se enfiar uma referência à cultural popular dos anos 80 em cada parágrafo, escrevo muito mais páginas ao mesmo tempo que torno um livro com uma história banal numa "magnífica ode à década de 80". Ninguém vai reparar que estou a compensar pela falta de conteúdo e que todas as personagens são quadradas!"


No mundo real, um gajo que sabe de cor que viu determinado filme 176 vezes padece de alguma coisa.Just saying.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Pagford

Tal como muito boa gente, dediquei-me a ler o livro novo da J. K. Rowling com a fé cega de que iria gostar de qualquer coisa que ela escrevesse. Não deixa de ser verdade, a maneira cativante de escrever está presente, mas o tema e a história, não são, de todo, o meu estilo. Quer dizer, lendo a sinopse parecia bem mais uma espécie de dramédia do que a tragédia grega que acaba por ser. Eu já sabia que não tinha nada a ver com Harry Potter, obviamente, mas o livro deixou-me algo deprimida. É uma espécie de livro-dementor, a sugar a felicidade, com todas as personagens a viverem miseravelmente, cada uma à sua maneira. Enfim, sempre é bom variar nas leituras...

sexta-feira, agosto 19, 2011

Jane

Bem, acabei hoje de ler "Jane Eyre", numa daquelas edições meio manhosas mas sem dúvida baratuchas da Book It. E pronto, lá está, a Rita é uma perdida por romances vitorianos e tal e coiso. Portanto gostei, apesar do final parecer um bocado a despachar e de ter umas tiradas religiosas algo dispensáveis lá pelo meio - o que é perfeitamente compreensível tendo em conta que o livro foi originalmente publicado em 1847 e que o pai da Charlotte Bronte era reverendo.

Li o livro. Vi o a adaptação cinematográfica de 2011 (awesome!), uma mini-série da BBC de 2006 (awesome!) e bocados da adaptação cinematográfica de 1996 (não gostei particularmente do pouco que vi). Acho que já chega de Jane Eyre.
Tenho no entanto de referir uma coisa mal nas duas primeiras adaptações: o Mr. Rochester é suposto ser feio. Muito feio, frisa repetidamente a Sra. Bronte ao longo do livro. Ora o Toby Stephens, da série, não é nada feio e o Michael Fassbender, do filme de 2011, bem, esse então é o completo oposto de feio. Mas esse é daqueles desvios à obra original que não fazem mal nenhum, diga-se de passagem.

PS. Ah, a Madeira!
PPS. Poster é do filme de 2011.

terça-feira, abril 26, 2011

Literatura

Li estas férias um livro porreiro, que só demorei uns 3 dias a ler: "Alta fidelidade" de Nick Hornby. Basicamente, a história gira em volta de um tipo inglês que tem uma loja de discos e cuja namorada lhe dá com os pés. O livro é uma comédia dramática - ou pelo menos o equivalente literário de uma comédia dramática, se bem que acho que o género literário é só "Romance".

Achei piada, entre várias outras coisas, ao facto de o personagem principal ser basicamente uma enciclopédia da "música pop"; o tipo fala de música e pensa em música e vive música - eu faço o mesmo com o cinema (e também com música, claro), normalmente até aborrecer os interlocutores ou até eles já só fingirem que me ouvem.


Só não gostei muito do final - e a maioria das canções e músicos referidos são-me desconhecidos (o livro é de 1995, pelo que a música pop de anos anteriores me passa um bocado ao lado, sem contar com os grandes êxitos dos 80 que toda a gente conhece).

quarta-feira, janeiro 05, 2011

O Monte do Molha-Tolos

Acabei hoje, ao fazer uma pequena pausa no estudo, de ler "O Monte dos Vendavais", clássico da literatura inglesa. Agora olhei pela janela: só se vê montes, nevoeiro e prenúncios de um vendaval que não deve tardar.
Mas que bem, estou num cenário da Emily Brontë! Apetece-me ir comprar um daqueles vestidos do séc XIX! Ou então não.

PS. Achei particularmente irritante num livro com tantas personagens não haver uma única pessoa com que eu simpatizasse - são tudo uma cambada de gente bruta e casmurra!

terça-feira, setembro 07, 2010

Leituras

Alguém me aconselha um bom livro? Ultimamente não tenho tido muita sorte nos que tenho comprado, por isso li "A Insustentável Leveza do Ser", que andava cá por casa, e até gostei. Presentemente estou a reler o último dos Harry Potters.... Aceitam-se sugestões.

PS: A verificação ortográfica do blogger é um bocado irritante. Útil, mas irritante (para traços vermelhos, já me basta o word).

quarta-feira, março 04, 2009

Fabuloso, fabuloso, fabuloso

Oh, aí vêm os testes outra vez. Que bom.

Ando a ler "Lua Nova", a continuação do "Crepúsculo", e andava muito desanimada com o livro até que cheguei a meio... E aquilo fica muito emocionante! Estranho como um livro pode ser tão emocionante como um filme...
Por falar em filmes, na semana passada, a rtp2 estreou uma nova série no horário de Sobrenatural (cuja 3ªtemporada acabou com o Dean no inferno -- muito lindo, não haja duvida. Agora o que é que eles vão inventar para o tirar de lá? Há-de ser deveras idiota, mas pronto), chamada Fringe, que apesar de ter uma quantidade parva de comentários no imdb a apelidá-la de "worst show ever" e coisas igualmente bonitas, não me pareceu assim muito má... Epidemias contagiosas, cientistas malucos e vacas em laboratórios minúsculos é sempre uma boa permissa (ou será premissa? Nunca sei).

Nas próximas semanas, muita ocupação: compromissos escolares, extracurriculares e sociais com fartura... Se isto continua assim vou ter de arranjar uma secretária! (sim, sim... )