
Levantar ainda antes de o telemóvel começara a tocar Faint para despertar e saltar para o pequeno almoço (não sem antes tirar umas fotos em que não se consegue ver nada).
Visita ao museu do puelbo galego (booring) e ao museu de arte contemporênea (muuito mais interessante), em que o stor de bio ficou encantado com a sala escura dos pufs e da música ambiente e eu, o nico e o luís andamos a vaguear por uma grande sala com projecções de filmes com cores berrantes e imagens esquisitas que, juntamente com uma espécie de candeeiros altifalantes, parecia que hipnotizavam uma pessoa. Só que não tivemos tempo para apreciar tudo decentemente, pk entretanto vieram chamar-nos pk tava td à nossa espera (todos desertinhos para ir para a catedral...).
Vimos a catedral (observar aquela ceninha fumarenta e pedir um desejo ao santo) e depois fomos numa demanda em busca do recuerdo encantado (acabei por comprar uma bonita caneca), aproveitando no caminho para deglutir umas amostras grátis de doces, observar um homem estátua e dois guitarristas, e perder-mo-nos ligeiramente nas ruinhas... Depois ir para a paragem dos preços exorbitantes e ficar lá a fazer fintas aos parvos dos pombos que poisavam por cima das nossas cabecinhas a ver se eles não despejavam os seus conteúdos intestinais em cima dos nossos cabelos incautos e sedosos (ou dos ombros, pernas, pés e restantes partes do corpo).
Almocinho (ganda fila) e linda viagem de autocarro a jogar gameboy, tirar fotos, dormitar e comer doces, com paragens em estações de serviço e em Valência, onde levaram um dinheirão a toda a gente pelos sumos (menos a mim, hehe), era só chupa-chupas a circular (o meu deve estar neste momento num aterro sanitário ou, conforme a recolha do lixo, a fazer peso num qualquer caixote) e foi finalmente revelada ao prof d bio aquela bonita foto com o augusto a fazer-lhe chifres.
E pronto, cá estamos nós outra vez em avz city...... Snif