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terça-feira, junho 03, 2014

Can't touch this

Aquele momento em que estás a atender alguém, no teu lugar de estágio, e a M80 começa gloriosamente a passar MC Hammer. E tu tentas suprimir a vontade de começar a rir na cara do utente.

terça-feira, maio 27, 2014

For Now I Am Awesome

Eu fui ao TAGV pelo Olafur. Parece-me que a maioria da populaça estava lá pelo Rodrigo Leão, mas eu apesar de gostar do senhor, já o tinha visto, e queria era mesmo mesmo mesmo ver o Olafur Arnalds, vindo diretamente da Islândia para a nossa coimbrazinha. E o miguito Arnor Dan, claro.
E devo dizer que não gostei especialmente da parte do sr Leão, mas gostei, e muito, da parte do sr. Arnalds. Gostava imenso de repetir, de preferência desta vez num concerto só dele. E o Arnor Dan, que voz! Seja sobre banheiras ou sobre o que o Olafur quiser, a música dele é muito interessante.

 E ele também, aparentemente. Houve quem o quisesse meter no bolso e levar para casa. Eu cá não sei, só estou a transmitir a mensagem.

segunda-feira, abril 07, 2014

Silence 4

Quase três horas de música saudosista que valeram bem os 27 euros do bilhete.

domingo, março 02, 2014

Rihanna ft. Eminem

odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio.

Asco.

sexta-feira, novembro 15, 2013

Avril Lavigne

Passar de pop-rock minimamente decente, com instrumentos a sério por trás, para pop fatela com caixas de ritmos e cenas eletrónicas indefinidas como pano de fundo, parece-me um bocado de cavalo para burro. E as letras? Quer dizer, a sra nunca foi muito de se candidatar ao Nobel da Literatura, mas este novo álbum está um bocado pateta. E patético, mesmo.

Nota: por pop-rock minimamente decente, refiro-me aos dois primeiros álbuns, que são os únicos que eu aprecio (do álbum de estreia, gosto só de algumas canções; o segundo para mim é o melhorzinho). A partir daí, não sou grande fã.

domingo, outubro 13, 2013

Aca-fucking-pella

Ultimamente tem-se assitido ao aparecimento de mais e mais filmes/séries em que pessoas cantam canções conhecidas em divertidas (termo relativo) versões acapella. O chamado (por mim) fenómeno Glee, vá. Tudo muito bonito, é bom para desenjoar dos vampiros e dos zombies. Agora, também é extremamente irritante. E eu gostava de acapella, a sério! Mas os tu-tu-tus e os la-la-la ultra-agudos por trás da melodia de um qualquer hit da Kate Perry ou dos Journey como que danificaram o acapella para mim. E não é só as versões serem pirosas: ainda ontem estive a ver o Pitch Perfect, o Glee-menos-lamechas-na-universidade, e é absolutamente ignóbil a maneira como tratam a cena. Ora vejamos: não tenho qualquer problema com a cena dos ensaios e das competições, isso faz todo o sentido. Agora não me venham dizer que um bando de caloiras e caloiros que nunca tinham cantado acapella conseguem improvisar coisas do nada com as harmonias todas perfeitinhas - amostrinhas de Mozart, é? Alguém com alguma experiência certamente conseguiria fazer isso, mas no contexto do filme, por muito engraçado que seja, não me consegui desligar desse pormenor.

"Pah, e se visses o filme e parasses de te queixar de merdices?"
Não quero.

domingo, setembro 08, 2013

O que aconteceu aos solos de sax?

Cá para mim o Pitbull, David Guetta e outros que tais esconderam, numa localização secreta, todos os saxofonistas que solavam em toda e qualquer música pop dos anos 80, com o intuito maléfico de os substituírem com a flatulência eletrónica que povoa as músicas atuais. Só pode.

quarta-feira, junho 26, 2013

Toda a música de sempre

Gosto muito do Spotify.

sábado, junho 22, 2013

Shine bright like a diamond

Quem é que está a ouvir Shine On You Crazy Diamond por Celas? Pelo éter, navega pela minha janela adentro. Cheira-me que deve estar alto pa caraças.
Good taste, stranger.

domingo, junho 16, 2013

...like clockwork

Não podia de deixar aqui uma apontamento para o novo álbum dos Queens of the Stone Age.
Eu gosto de praticamente todas as músicas da banda (senão todas, agora não me lembro de nenhuma que não goste) e de todos os álbuns, ainda que o meu preferido seja o primeiro que ouvi, Songs for the Deaf, naquele brilhante dia há muito tempo atrás em que decidi comprar o cd mesmo só conhecendo duas músicas ("no one knows" e "go with the flow").
Mas meninos e meninas, ...Like Clockwork é qualquer coisa de genial. Pisa território conhecido para QotSA, mas ao mesmo tempo é uma coisa mais complexa, mais madura e muito, muito interessante. Tem aquela badassness toda habitual, mas ao mesmo tempo tem uma vulnerabilidade e um lado humano que nunca tinha sido assim explorado nos álbuns da banda. E eu que sempre achei que as letras não eram, na sua maioria, o melhor dos Queens, aqui provam-me o contrário. Basta ouvir, por exemplo, I Appear Missing. Apesar de todos os amigalhaços convidados que dão uma perninha nas canções, é tudo muito Josh Homme, exactamente como deve ser.
Nem eu sabia que andava a precisar de gostar assim tanto de música outra vez.

terça-feira, junho 11, 2013

I appear missing

It's only falling in love because you hit the ground.

Homme, you poet.

terça-feira, junho 04, 2013

Note to Self

Por amor da santa, páras de ouvir Old Skin do Olafur Arnalds? Se fosse um LP, já o tinhas riscado. A sério, existem mais músicas no universo.