Copper chega ao final da sua primeira temporada com aquele que é o episódio mais chatinho de todos, vá-se lá saber porquê.
Gosto de ficção histórica, mas em formato série nem sempre me convencem. Não há os recursos do cinema; guarda-roupa mais limitado, cenários idem-idem - isto é notório em Copper, em que parece que só há uma rua em todo o Five Points. E pronto, isto não é baseado em nenhum clássico da literatura, os diálogos são um mixurucada entre diálogo à época e coisas mais de hoje em dia para o pessoal não esforçar muito a cabecinha.
Mas é giro, sim senhor, mesmo que a história não seja nada de surpreendente e os casos de polícia (que nem interessam assim muito, ao fim ao cabo) serem bastante básicos. Os choques entre as três comunidades e a velhaquice de todas as personagens fizeram-me gostar de Copper. A Annie mete-me bastante impressão, mas pronto.
O meu 2020: Descobri que tenho PCOS
Há 6 anos
