sexta-feira, dezembro 26, 2014

Natal

Há três dias que me sinto cheia. Acho que vou correr a maratona.

quinta-feira, dezembro 11, 2014

Cómi-Come

Ora parece que sucedeu em Portugal uma convenção de coisas nerds. Para resumir a coisa:
  • Não havia nada de Doctor Who
  • I found some droids I wasn't looking for
  • A parafernália à venda era basicamente tralha que se encontra em qualquer FNAC
  • Serviço "rent-a-zombie", sempre útil
  • O painel do Capitão Falcão podia ter sido menos politicamente ativista
  • É difícil ser um Pinguim de Madagáscar quando se têm de avançar numa linha direita
  • Era fixe ter ido logo na abertura e passar o resto do dia a jogar consola e novos jogos de PC. 
De qualquer forma, não tenho a certeza se obtive realmente money for value. Se arranjarem uma visita do David Tennant, estarei lá para o ano batida. Em caso contrário, acho que depende muito do programa, porque se fôr semelhante a este ano, já está visto.

I won't be back

O trailer do novo Terminator irritou-me. Não só porque é mais uma tentativa de ressuscitar um franchise que já deu o que tinha a dar, mas principalmente pela permissa da coisa.
Parece que afinal a continuidade dos outros filmes nunca aconteceu porque não sei o quê se passou que criou uma nova linha temporal. DETESTO quando fazem isso. É Fringe "o-Peter-nunca-existiu" all over again. Está uma pessoa a ver os filmes, a assimilar a história, e eles decidem mandar o cânone para o lixo? Sinto-me sempre defraudada nestas situações, parece que a minha dedicação a ver os outros filmes foi completamente escusada.
Eu já não vi o Salvation, não me apanham neste de certeza. É que para além desde irritação da continuidade, o trailer adivinha um produto de pouco interesse. Se o Schwarzenegger soubesse mesmo representar a sério, estava agora a fazer de avôzinho em melodramas e não tínhamos que aturar estes veículos egotísticos que servem exclusivamente para ele ter oportunidade de dar porrada em alguém apesar de já não ter idade para isso.

segunda-feira, novembro 24, 2014

Cobertura noticiosa acerca da detenção da moda

Não sei se ria se chore. Nunca na TV portuguesa tivemos tantas horas de filmagem consistindo apenas num plano meio tremido do portão de uma garagem.

quinta-feira, novembro 20, 2014

Que droga

The Knick tem diversas coisas interessantes que justificam ver a série. Retrata as disparidades sociais de um passado relativamente recente quer a nível de classe, quer a nível de raça, e introduz-nos ao funcionamento dos cuidados de saúde nos primórdios da medicina moderna. Mete um pouco das vidas pessoais das personagens, claro, e isso ajuda a compreender melhor a época em questão.
Agora, acontece que o protagonista é viciado em drogas e isso às vezes mete-se no seu caminho. Okay, tudo bem. No entanto, toda a cena da droga é provavelmente o elemento menos interessante da série - esse elemento está presente nos nosso dias, e como tal está representado em milhentas outras séries e filmes e afins, e não traz de novo. Mas o que é que a malta que gere a série escolhe focar na reta final de uma até aí excelente série? A droga, claro. Eh pá, a sério, para mim, estão a estragar a série. Depois daquele excelente episódios dos motins, metem-me a falta de cocaína e o Thackery a flipar completamente. Eu quero o Thackery a fazer cirurgias, não quero o gajo a entrar em ressaca, para isso via o Trainspotting outra vez!

quinta-feira, novembro 13, 2014

Eu tranquei o carro?

Ontem ao visionar um fantástico episódio daquele reality show que segue um veterinário jeitoso australiano a tratar de coalas, ornitorrincos e o ocasional cãozinho ou gatinho, reparei que o dito bonzarrão protagonista trancou o carro. Chave premida e "bip bip" em sinal de trancas postas.
Ora, só num reality show é que as pessoas trancam o carro. Num filme ou qualquer outra obra ficcional, nunca ninguém tranca os carros. Ainda ontem estava a dar um qualquer filme da fábrica Tyler Perry em que uma advogada ricalhaça se apaixona por um mecânico pobretanas mas muito boa pessoa e que gosta de andar em mangas de camisa. Ora o dito mecânico leva a dita advogada jeitosa ao seu bairro problemático, mas onde na realidade as pessoas são super simpáticas, e ela pergunta "isto não é perigoso?" e ele ri-se tipo "bitch please, tás comigo tás com deus". Ora porque é que eu estou a descrever a história de um filme do Tyler Perry? Porque apesar da alegada "perigosidade" do bairro, ninguém trancou o carro, que por sinal até nem era mau bólide.

Nas sitcoms também nunca fecham as portas de entrada, mas mais sobre isso numa próxima oportunidade.

terça-feira, novembro 04, 2014

Horder

A tralha que se acumula em cinco anos.

quarta-feira, setembro 24, 2014

Expecto Patronum

The Leftovers é capaz de ser a série mais deprimente de todo o sempre. Uma pessoa vê aquilo e parece que foi atacada por um Dementor.

quinta-feira, setembro 18, 2014

Feeling blue

Cada vez mais me cheira que não me vai ser possível ficar por cá. Em breve, penso, terei que dizer adeus a morar nesta cidade que se veio a tornar parte importante da minha vida. Perdoem-me o recurso a lugares comuns, mas para mim, Coimbra não é só o local onde estudei. É "a cidade grande" que eu, modesta pessoa do campo, visita desde pequena. Não só a associo a minha vida universitária, como a quase tudo o resto. As memórias extendem-se desde andar naquele burrinho que abanava no Coimbra Shopping até dançar krump na queima das fitas. Desde pequena que quis vir para aqui estudar, e penso que desde pequena que quis aqui viver. Claro que à minha estima pela cidade se acrescenta o meu gigantesco conformismo, mas estou no meu direito.

domingo, agosto 31, 2014

Tomb Raider

Ansiosamente aproveitei uma promoção para obter o último Tomb Raider na minha conta steam, e assim que me vi de férias, pus-me a jogar.
O jogo deu-me nem para uma semana - e há que ter em conta que eu não passei dias enfiados em casa a jogar, que eu tenho uma vida para além do meu pc. Nunca tal me tinha acontecido em jogos deste género, normalmente farto-me de morrer, de me perder no cenário, de ter de ir ler walkthroughs na net por não perceber nada do que é para fazer. Ora neste caso a minha noobicidade não me atrapalhou muito, porque a Lara percorre o cenário sempre de forma muito encaminhada, sem sombra de dúvida (por um lado é bom, que eu odeio ter de recorrer a walkthroughs, mas por outro também me parece um pouco limitado, sem mistério).
Eu gostei do jogo, foi uma experiência interessante de jogar, mas foi o TR de que gostei menos do considerável número de incursões que já joguei. É mais violento, mais realista, mas sinceramente quando me meto numa cena assim, de saquear túmulos e arqueologia radical, não estou propriamente à procura de uma história super credível. Além disso, sempre achei piada a percorrer o mundo com a Lara, e neste não saímos da malfadada ilha, já estava farta de matar maluquinhos na floresta e em bases abandonadas à la Perdidos.
Mas ainda mais chocante, não há nenhuma oportunidade para nadar! É uma ilha! Cheia de ribeirinhos e afins, já para não falar no próprio mar, e uma pessoa anda sempre com água pela cintura. Anedótico. Os programadores não tiveram tempo para dar à Lara a habilidade de nadar, foi? Eu aguento não conduzir um único veículo, mas nadar sempre foi das minhas coisas favoritas. Bah.
Espero que o próximo seja melhor.

Novidades

Desde o último post:
- Aqui a je já é oficialmente amestrada. E desempregada.
- A Madeira continua no mesmo sítio.
- Madrid é uma cidade sem a quota essencial de monumentos, mas que ultrapassa as outras na sua quota de pêgas encostadas a árvores.
- Fui à Figueira e estava vento.

O mundo continua a girar, ne c'est pas?

quinta-feira, julho 17, 2014

Rabiscos

Assinar em duas diferentes localizações cada uma das 15 cópias, entre relatórios e monografia, que tenho de entregar amanhã, fazem-me parecer uma autora a autografar livros para fãs imaginários.

sábado, junho 28, 2014

Doge

Os canídeos da Conchada fascinam-me.
As pessoas fazem a sua vida, andam de um lado para o outro a fazer recados, e os bobis seguem os donos, calma e complacentemente. Alguns nem requerem trela, simplesmente seguem as pessoas, sentando-se à porta sempre que estes entram nalgum edifício.
Um bom exemplo disso é um pequenino cachorro dentuço, com um ar engraçado, que anda sempre por lá a acompanhar o seu máior. Temos também um cachorro perneta, que só têm três pernitas, e que também é vista habitual, ou um cão gigantesco, que na realidade ainda é muito jovem, que é para aí do tamanho do scooby-doo e mesmo assim limita-se a ficar deitado a babar-se enquanto espera pelo dono.

Se eu fosse com o meu  Frodo à Conchada, ele ia ladrar a toda gente e correr em zigue-zagues que nem um louco, acabando provavelmente debaixo de um carro. Enfim, são vidas.

Arcada

Tive oportunidade de visitar um dos ditos tascos referidos no post anterior. Não se comeu mal e o sítio era engraçado, mas as porções eram hipster-pequenas e por aquele preço comia num verdadeiro tasco porções de pica-pau e moelas labrego-grandes.
Gourmet, schgourmet.

domingo, junho 22, 2014

Geocaching falhado por razões meteorológicas

Deixa-me um pouco entristecida que só ontem tenha descoberto, de forma absolutamente casual, que existem diversos cafézinhos/petisqueiras de aspeto interessante nas ruas circundantes à Sé Velha. Não fazia ideia. E eu que achava que já sabia mais ou menos o que havia em Coimbra, pelo menos nas zonas mais perto de casa. Fail!

terça-feira, junho 17, 2014

Worst. Series. Ever.

Almost Human podia ter sido muito inovadora, mas não foi.
Mixology podia ter sido muito engraçada, mas não foi.
Dracula podia ter sido muito interessante, mas não foi.

A primeira prometia um buddy-cop-show-sy-fy, e até cumpriu ao construir uma relação interessante entre os dois protagonistas e um universo tecnologicamente avançado minimamente consistente, mas não conseguiu deixar de ser aborrecida, com personagens secundárias chatas como o raio e diálogos pouco credíveis.
Quanto a Mixology, nem sei muito bem explicar porque é que aquilo não funciona. A ideia até é gira,  e o formato sempre é um pouco diferente do habitual, mas nunca consegue ter efetivamente graça. O que vá, é bastante importante numa comédia. As piadolas são muito fracas e repetem-se mil vezes, e as personagens são muito irritantes (credo, aquele barman...).
Li uma coisa bonita acerca desta série que devo partilhar: "Mixology is the show that happens when you empower people who think Axe Body Spray commercials are documentaries.". E é isto.
Dracula é daquelas séries que tem bué a mania, acha que é bué fixe, mas na realidade não traz nada de novo ao mundo. Todas as personagens são idiotas, a trama é aborrecida e previsível (em toooooooooooodas estas séries de fantasia alguém é a reincarnação do amor tragicamente perdido do protagonista/vilão?) e há um sério caso de encher chouriços ao longo de toda a temporada.

Portanto, as novas séries que andei a ver desapontaram todas, cada uma à sua maneira.
E pelos novos trailers que andam a surgir pelas internets, nada de melhor se avizinha. (Galavant, a comédia musical medieval, será talvez a primeira a ser cancelada.)

terça-feira, junho 03, 2014

Can't touch this

Aquele momento em que estás a atender alguém, no teu lugar de estágio, e a M80 começa gloriosamente a passar MC Hammer. E tu tentas suprimir a vontade de começar a rir na cara do utente.

terça-feira, maio 27, 2014

Queima

Reparei agora que se passou a Queima deste ano e nem uma palavra foi escrita neste estabelecimento acerca do assunto. Pois bem, vamos lá, antes que se desvaneça da minha memória.
A serenata foi fraquíssima, longuíssima, aborrecidíssima. Faltou o som, faltou a luz, demorou quase mais uma hora do que era suposto, a escolha musical não foi muito interessante.
O Sarau foi bonito como sempre, pelo menos a parte em que participei/assisti. É dos momentos altos do ano, tocar no Sarau, e espero sinceramente que possa fazê-lo de novo. Caso isso não aconteça, não foi um má despedida.
Baile de Gala: mais divertido que o ano passado, melhor vestida que o ano passado, comida chique igualmente chocha. Levar sabrinas desdobráveis foi oficialmente de génio. Roam-se de inveja, aí a queixarem-se dos pés!
Cortejo... Aproveitar até à última, acenar ao último carro a atravessar a ponte. Somos finalistas ou não?
Noites do parque... Dado o cartaz horrendo e a exaustão pessoal de cinco anos consecutivos a ir a quase todos os dias da queima bombar para as tendas, provavelmente já me diverti mais. De qualquer forma, teve os seus momentos, claro, graças aos meus miguitos de sempre e a eventos interessantes como subir ao palco no dia da FFUC. E comer tripas de chocolate.
Chá Dançante - completo desastre. Vale a pena falar no assunto? Começou espetacularmente, a curtir milhões como Raguette, mas rapidamente se tornou azedo com a vaca da Rosinha e a organização que só o é mesmo de nome, diferente nas pessoas mas igual nas ações, ano após ano. É tão certo como chover na festa dos Covões. A serenata improvisada foi bonita e interessante, mas valeu-me uma bonita constipação.

Enfim, ao fim ao cabo, é mais do mesmo. E no entanto, não havendo mais para o ano, teve um certo gostinho de despedida à vida académica à mistura. Acaba por ser agri-doce - se por um lado há vontade de prolongar a vida de estudante, continuar a viver Coimbra da mesma forma só mais um bocadinho, por outro lado há uma súbita realização de dejà vu, de que estas experiências já não são propriamente novas e de que repeti-las até à exaustão não vai decididamente fazer com que voltem a ser novidade.

A queima acabou, as cartolas e bengalas foram arrumadas nalguma dispensa poeirenta a título de recordação, e é hora de seguir em frente.

For Now I Am Awesome

Eu fui ao TAGV pelo Olafur. Parece-me que a maioria da populaça estava lá pelo Rodrigo Leão, mas eu apesar de gostar do senhor, já o tinha visto, e queria era mesmo mesmo mesmo ver o Olafur Arnalds, vindo diretamente da Islândia para a nossa coimbrazinha. E o miguito Arnor Dan, claro.
E devo dizer que não gostei especialmente da parte do sr Leão, mas gostei, e muito, da parte do sr. Arnalds. Gostava imenso de repetir, de preferência desta vez num concerto só dele. E o Arnor Dan, que voz! Seja sobre banheiras ou sobre o que o Olafur quiser, a música dele é muito interessante.

 E ele também, aparentemente. Houve quem o quisesse meter no bolso e levar para casa. Eu cá não sei, só estou a transmitir a mensagem.

terça-feira, maio 13, 2014

Snif

O facebook é só cartolas.

terça-feira, abril 22, 2014

Tenho sono

Ser "adulto" é uma chatice. Ser estudante do ensino superior é que é fixe, honestamente, tem-se algum nível de liberdade, coisa que não se tinha no secundário, mas sem se ter graaaandes responsabilidades. Não é que elas tenha acrescido imenso agora que estou a estagiar, não passei subitamente a ter de ser eu a pagar as contas (para isso era preciso não trabalhar de graça ahah), mas sinto falta daquele espírito "se não me apetece ir à aula, ou se tenho outra coisa para fazer, não vou". Para além disso prefiro ter um horário desigual ao longo da semana, torna a coisa menos monótona, e permite a uma pessoa ir aqui ou ali aproveitando os "furos" que ao longo da semana vão sendo a diversas horas, ao invés de atualmente que nunca sei quando é que consigo ir fazer as coisas. É uma questão de hábito, como qualquer outra coisa, mas a minha pessoa, pouco dada a mudanças, não gosta nem um bocadinho destas alterações... e da ideia, quase certeza, de que a partir daqui é só a piorar.
Quer dizer, pensando no assunto, qual é o objetivo maior da existência? Estou quase a atingir o objetivo que me tem guiado durante toda a minha vida - acabar a formação académica para ingressar no mercado de trabalho. Okay, muito bem, vamos lá trabalhar das 9 às 5 até ficarmos velhinhos e entrevados e batermos a bota. E pronto, é tudo o que há, life is pointless. Qualquer objetivo traçado, não é realmente importante, porque no fim vamos todos dar ao mesmo sítio. E em vez de aproveitarmos enquanto aqui estamos para fazermos cenas fixes, vamos trabalhar. Bah, é tudo o que tenho a dizer. Bah.

quarta-feira, abril 16, 2014

Auto-post

Ai ui, isso das selfies é doença, onde é que este mundo vai parar com estas modas, esta juventude blablablaBLABLABLA.

A sério?

As selfies não são nem uma coisa nova que tenha aparecido ontem, que eu sempre me lembro de tirar auto-fotos com a malta, nem propriamente uma coisa merecedora de tal discussão e efusividade, como se tirar uma auto-foto fosse pertencer a um culto satânico ou virar criminoso. Secalhar existem coisas mais interessantes para ficar indignado, ou para discutir. Secalhar. Digo eu. Assim com os nervos.

domingo, abril 13, 2014

Que raio se passava ontem com as frutas e legumes do Continente? Alguma praga que deixou tudo em estado miserável?

terça-feira, abril 08, 2014

Espera mas agora afinal está calor? Oh por amor da santa!

segunda-feira, abril 07, 2014

Silence 4

Quase três horas de música saudosista que valeram bem os 27 euros do bilhete.

terça-feira, abril 01, 2014

NASO

Este tempo ridículo está a destruir uma das minhas coisas primaveris preferidas - o jasmim ao fundo da rua. O pobre jasmim está a ficar todo estraçalhado, e poderemos ter muito menos dias de intensa felicidade naso-odorífera do que o habitual. Estou capaz de lhe ir lá construir uma estufinha protetora. Vou dormir sobre o assunto.

I love my job!

.... pois, já viram que dia é hoje?


domingo, março 30, 2014

Júri do The Voice tuga

ahahahahahahhahaahah

Quase tão bom como quando decidiram pôr a Nicki Minaj no júri do American Idol.

sexta-feira, março 14, 2014

Carta aos Srs. do Lixo de Coimbra

Caros Srs. do Lixo de Coimbra,

Deparando-me com a situação de estar um mercedes estacionado em cima do passeio a bloquear o camião do lixo, impedindo-o de descer esta rua de sentido único, e de os Srs. do camião terem apitado tanto e tão alto que eu  ia caindo da cadeira de susto e mesmo assim o dono do dito veículo não se ter dignado a aparecer, tenho uma sugestão a fazer: Monster Trucks. Em vez de camiões do lixo, monster trucks do lixo. Passava-se a ferro Mercedes e o que quer que fosse sem problemas. Ou Transformers. O Optimus Prime também dava cabo do Mercedes, de certeza.
Foi divertido observar ter todos os vizinhos nas varandas a torcer pelo condutor do camião que fez trinta por uma linha para finalmente conseguir passar, tudo ali a aplaudir que à sexta-feira é dia de animação, mas os Monster Trucks ainda iam ser mais fixes, vão por mim.

Eu

quarta-feira, março 05, 2014

"The Day of the Doctor"

Acabei de ver o especial do 50º aniversário de Doctor Who, o qual tenho expectado ansiosamente desde que li "David Tennant will be in the special!" meses antes de o programa sequer ir para o ar. Ainda que qualquer Tenth seja melhor que nada de Tenth, mesmo assim soube-me a pouco, dado que mesmo o meu Doutor favorito estando presente na maioria do episódio, continuou a ser um episódio da era Matt Smith e obviamente foi este que guiou maioritariamente a narrativa. Um problema apenas para die-hard Tenth fans como eu.
De resto, o especial deu para umas trocas de piadinhas bem engraçadas entre Doutores, ainda que a história, apesar de se focar num assunto que há muito tempo estava por explicar e que suscitava bastante curiosidade, não me tenha cativado particularmente. Sim, claro que foi uma lufada de ar fresco considerando que a temporada precedente foi provavelmente a mais fraquinha desde o reboot da série, mas para um especial comemorativo dos 50 anos da mais longa série de ficção científica ainda a decorrer, esperava qualquer coisa ainda mais épica.

domingo, março 02, 2014

Rihanna ft. Eminem

odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio.

Asco.

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Invicta

Um fim de semana agradável no Porto.
Travou-se conhecimento com um rabo dançarino que espalhava magia ao som dos clássicos dos anos 80, esperou-se eternidades para comer hambúrgueres e concluiu-se que o Pavilhão Rosa Mota é mais feio de perto. Isso, e que a arte contemporânea pode passar por interpretar desenhos projetados no teto de salas escuras.

domingo, fevereiro 02, 2014

Séries

Isto anda fraquinho de séries, bem que precisava de começar a ver uma série para cima de espetacular, que já não apanho nenhuma há imenso tempo.
Ora vejamos o que eu ando a ver:
  • Drácula não é mau, mas também não é grande coisa. Não é muito original, principalmente no que toca a esta-rapariga-da-atualidade-pode-ser-a-minha-falecida-mulher-reencarnada-porque-é-a-cara-chapada-dela, e também não é muito entusiasmante, as personagens são todas um bocado chatas e os episódios passam a maioria do tempo a encher chouriços.
  • Ainda só vi um episódio da nova temporada de House of Lies, mas não tenho grandes ambições - parece-me que continuará a ser como sempre foi, moderadamente interessante. Espero que a equipa se volte a juntar outra vez, estar cada um para seu lado a trabalhar em locais diferentes tira um bocado a piada à coisa, dado que a dinâmica entre a equipa era uma das coisas engraçadas da série.
  • Almost Human é giro, por enquanto estou a gostar. Não é fenomenal, e a cena dos andróides quasi-humanos também não é nada de super original, mas não deixa de ser uma policial with a twist algo refrescante, principalmente pela dinâmica entre os protagonistas. As personagens secundárias é que são mais fraquinhas, principalmente a detetive colega deles (aka interesse amoroso a martelo) que tem pouca ou nenhuma utilidade ao longo dos episódios.
  • Ah, Haven. Bem, Haven continua igual a si mesma: completamente idiota. Há sempre pelo menos uma personagem e uma plotline que me irritam em cada temporada, e no caso desta quarta elas são, respetivamente, a Jordan (que já desapareceu, que pena!) e a-Audrey-tem-de-matar-o-Nathan (que mesmo à la Haven andou a arrastar eternamente e depois alguém aparece de repente e diz "eh pá, afinal a Audrey não tem de matar o Nathan!" e pronto, está o assunto resolvido). Como sempre, Haven parece escrita semana a semana, como se os argumentistas se lembrasse que tinham aquilo para fazer no dia antes de gravar o episódio e escrevessem tudo a despachar sem se preocuparem muito com continuidade, lógica ou senso comum. Nem eu esperaria outra coisa de tão muy nobre produção Syfy.
  • Doctor Who temporada 7. Três temporadas depois, o Matt Smith continua a não ser o David Tennant e continuo a preferir os episódios da era Russel T. Davies. Ainda esta semana vi o "Journey to the Center of the Tardis" que parecia, pela premissa, bastante prometedor (e com possibilidades infinitas, afinal de contas o que é que não há dentro da TARDIS?) e que acabou por ser bastante chocho. Oh, well, é continuar a ver em piloto automático até ao especial de aniversário.

Are we having fun yet?

3ª semana: Jenga com caixotes de cartão algures pelo Pólo Norte e sob fumarada intensa.

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Como o tempo passa quando nos divertimos

Panorama da semana passada: fazer pontaria com Frontline Combo para Gatos e Furões e amachucar quadriplicados.
Previsão para esta semana: ser soterrada por embalagens de Metformina Generis e caixas de cartão.

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Triagem, BITCH!

Correndo o risco de soar horrivelmente pretensiosa: é bom saber que vou dentro de meses ter um mestrado, toda esta formação preparou-me mesmo bem para arrumar caixas e distinguir embalagens danificadas das outras.