Passar de pop-rock minimamente decente, com instrumentos a sério por trás, para pop fatela com caixas de ritmos e cenas eletrónicas indefinidas como pano de fundo, parece-me um bocado de cavalo para burro. E as letras? Quer dizer, a sra nunca foi muito de se candidatar ao Nobel da Literatura, mas este novo álbum está um bocado pateta. E patético, mesmo.
Nota: por pop-rock minimamente decente, refiro-me aos dois primeiros álbuns, que são os únicos que eu aprecio (do álbum de estreia, gosto só de algumas canções; o segundo para mim é o melhorzinho). A partir daí, não sou grande fã.