quinta-feira, março 21, 2013

Atmosferimar

Andam a mudar o nome dos institutos para quê, mesmo?
Instituto Português do Mar e da Atmosfera não é a mesma coisa, até porque tudo o que meta mesmo a palavra mar faz-me lembrar marisqueiras.

terça-feira, março 12, 2013

" Estás em contra-mão, estás em contra-mão!!!!"

terça-feira, março 05, 2013

Sad story

Porquê, Community, porquê? Prevejo que vais ser cancelada não tarda. E por esta temporada até agora, bem que mereces!

sábado, março 02, 2013

"Thanks for the memories"

E acabei de ver a terceira temporada de Haven.
Porque é que eu vejo Haven? É a típica série do Syfy, ou seja, fantasia mixuruca numa história que deve pouco à lógica, com o Canadá a passar por uma qualquer zona dos EUA, efeitos especiais duvidosos e actores na sua maioria so-so. Mas sei lá, vi a primeira temporada num espírito de "isto é mesmo mau, só vejo mesmo porque a temporada é pequena e sempre dá para passar o tempo" e depois eventualmente comecei a gostar da coisa.
Secalhar o facto de a história parecer desenrolar-se em cima do joelho, como se nunca planeassem mais que dois episódios de cada vez, dá-lhe um toque de imprevisibilidade interessante (mas também, aquilo não faz grande sentido, portanto era difícil de prever recorrendo à lógica). Ou talvez eu tenha apenas um grande interesse em triângulos amorosos telenovelescos (Team Nathan!!!!). Ou precise de uma dose semanal das piadas secas do Duke ou do ar acabrunhado do Nathan.
O certo que é que o toque de amadorismo (quer dizer, caramba, o Duke não é polícia, mas está SEMPRE no sítio onde acontecem as coisas, ou acaba por aparecer casualmente e ajudar - "hey, Audrey, vamos almoçar?" - e acontece algo precisamente no momento em que ele apareceu só para o incluirem na história) até tem piada, neste caso... Cá para mim a história é parva de propósito.
Quanto ao final de temporada propriamente dito, levantou-se uma questão muito flagrante: "Huh, o que raio é que se passou aqui?". Nem consegui perceber afinal se o Nathan levou tiros ou não, num momento esta no chão no outro já está em pé a gritar AUDREEEEY! a plenos pulmões. A sério, toda este episódio foi ainda mais surreal do que já é costume. Agora fico ardentemente à espera da nova temporada, para saber como é que vão fazer aparecer a Audrey outra vez e se ela não muda de ideias e decide que prefere o bad boy. Só espero que não andem para a frente 27 anos...

Só em Haven é que uma pessoa poderia considerar verosímil uma pessoa ter de entrar num celeiro mágico para acabar com uma chuva de metoritos.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

"A Vast and Fiendish Plot"

Copper chega ao final da sua primeira temporada com aquele que é o episódio mais chatinho de todos, vá-se lá saber porquê.
Gosto de ficção histórica, mas em formato série nem sempre me convencem. Não há os recursos do cinema; guarda-roupa mais limitado, cenários idem-idem - isto é notório em Copper, em que parece que só há uma rua em todo o Five Points. E pronto, isto não é baseado em nenhum clássico da literatura, os diálogos são um mixurucada entre diálogo à época e coisas mais de hoje em dia para o pessoal não esforçar muito a cabecinha.
Mas é giro, sim senhor, mesmo que a história não seja nada de surpreendente e os casos de polícia (que nem interessam assim muito, ao fim ao cabo) serem bastante básicos. Os choques entre as três comunidades e a velhaquice de todas as personagens fizeram-me gostar de Copper. A Annie mete-me bastante impressão, mas pronto.

domingo, fevereiro 03, 2013

Quando em Portugal, sê português

Encontrei este post ao navegar pelos arquivos e dei-me conta que vi ambos os filmes.
Como óbvia mente brilhante que sou, não é de surpreender que tivesse razão e desconfiar do Humberto Delgado americano em "Operação Outono". O filme é relativamente interessante, focando-se numa parte pungente da nossa história recente, e apesar de não ter achado imensa piada à estrutura narrativa de andar para a frente e para trás, gostei do filme. Mas como previa, o raio da dobragem é imensamente irritante, ainda para mais sendo o Rogério Samora a fazê-la - torna-se frustrante porque só nós relembra que temos atores decentes cá que podiam muito bem fazer a coisa. Segundo um dos actores, que estava presente no cinema quando fui ver o filme e que foi depois bombardeado com uma sessão mais ou menos pertinenente de Q&A, escolheram o homem não só por ser amigo do realizador, mas também porque era parecido com o General. Oh pá, 'tá bem, mesmo assim. Torna-se estúpido. Todas as cenas em que o homem entra ficam subitamente pouco credíveis. Um aparte: meu, aquela gente era estúpida pr'a caraças, a ter decorrido assim, foi um crime particularmente mal enjorcado!

Quanto a "As linhas de Wellington", o John Malkovich não faz grande coisa de jeito no filme e apresenta um dos sotaques britânicos mais horríveis que já se ouviu. Quanto ao resto do filme, é interessante (não amei, mas acho que o dinheiro do bilhete foi bem gasto). Ainda que não seja propriamente um filme para as massas, prova que se conseguem realizar grandes-produções épicas por cá. Espero que abra o precedente e que mais se sigam, até porque não só temos muito por onde filmar, também temos muita história para contar...

sábado, fevereiro 02, 2013

"The Choice"

Desde que li algures alguém a opinar acerca de Homeland, nomeadamente frisando a quantidade estúpida de vezes em que a Carrie chora, que não consegui tirar isso da mente enquanto vejo a série. É verdade. O raio da mulher está sempre a chorar, é porque não apanha o terrorista, é porque o apanha, é porque o Brody é mau, é porque o Brody se torna bom, é porque ele gosta dela, é porque não gosta dela... Enfim. E as tendências de fedelha mimada? "Carrie, não vais por aí!" Por onde é que ela vai? Exactamente, por aí.
Hey, Segurança Nacional continua a ser brutal, mas as personagens ficaram todas um bocado mais irritantes nesta segunda temporada.Começando pelos miúdos, mas os adolescentes são irritantes em TODAS as séries dramáticas (na vida real também são, portanto não é muito surpreendente) e acabando nos protagonistas no seu estado I-Love-You-Beary-Much. Gostava mais quando desconfiavam um do outro e tinha sempre uma pistola numa gaveta perto de si, era mais emocionante.
Este final de temporada não foi tão espectacular como o anterior, e até achei o final mesmo um bocado chocho. Mas pronto, vamos lá ver como é que vão dar a volta à coisa na terceira. Venha mais uma!

sábado, janeiro 19, 2013

E tudo o vento levou...

Acho por bem deixar aqui para a posteridade que estes fabulosos ventos de 130km/h não só estão prestes a levar a antena de TV do prédio da frente como andam a deixar estranhos presentes pela rua fora. Exemplefiquemos: ainda há bocado, no passeio directamente por baixo da minha cozinha, encontrava-se uma embalagem de manteiga Milhafre.

sábado, janeiro 12, 2013

Anger management

Se há coisa que me irrita, é chamarem-me Ana Rita. Porra, pá, nunca disse a ninguém "Olá, eu sou a Ana Rita", mas mesmo assim as pessoas insistem em trocar-me o nome! Se eu lhes digo o meu nome correcto, sem qualquer "Ana" à vista e assino sem qualquer "Ana", porque raio é que me vão chamar outra coisa? Sinceramente! Ainda hoje mandei um e-mail, assinado normalmente, e a resposta foi "Olá Ana Rita,..."
EU NÃO SOU ANA RITA! chish!

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Porque é que tive a brilhante ideia de pousar o meu lanche quentinho na secretária? O meu caderno possui agora um pestilento cheiro a tosta de queijo que, sinceramente, me está a deixar ainda mais enjoada que GGQ...

nanananana....

Obrigada, vizinho de baixo, por tentares animar o meu estudo tocando "More than words" dos X-treme por diversas vezes ao longo do dia, frisando bem a percursão rítmica no tampo da guitarra. Aprecio o esforço, mas não sou assim tão fã de baladinhas.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Pagford

Tal como muito boa gente, dediquei-me a ler o livro novo da J. K. Rowling com a fé cega de que iria gostar de qualquer coisa que ela escrevesse. Não deixa de ser verdade, a maneira cativante de escrever está presente, mas o tema e a história, não são, de todo, o meu estilo. Quer dizer, lendo a sinopse parecia bem mais uma espécie de dramédia do que a tragédia grega que acaba por ser. Eu já sabia que não tinha nada a ver com Harry Potter, obviamente, mas o livro deixou-me algo deprimida. É uma espécie de livro-dementor, a sugar a felicidade, com todas as personagens a viverem miseravelmente, cada uma à sua maneira. Enfim, sempre é bom variar nas leituras...

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Anita vai à cozinha

O Gordon Ramsay é a Anita dos chefs televisivos. Cozinheiros, vá, chef é só uma palavra mais fina, para diferenciar quem faz comida e quem faz comida que custa 50 vezes mais.
Já apanhei na tv, ao longo dos tempos:
  • Ramsay a testar pessoas para trabalharem num dos seus restaurantes ("Ramsay treina chefs")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes no Reino Unido ("Ramsay vai ao restaurante inglês")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes nos Estados Unidos("Ramsay vai ao restaurante americano")
  • Ramsay na prisão a ensinar presos a cozinhar ("Ramsay na prisão")
  • Ramsay no Masterchef, não sei muito bem a fazer o quê que nunca vi um episódio inteiro ("Ramsay e o chefe-mestre")
  • Ramsay na Índia a descobrir a cozinha local ("Ramsay vai à Índia")
  • Ramsay a criar perús e outras coisas semelhantes ("Ramsay fica em casa")
  • Ramsay a ensinar o telespectador a fazer uma refeição de Natal com ingredientes esquisitos e que na realidade ninguém vai tentar fazer ("Ramsay celebra o Natal")
O que todos têm em comum? Palavrões. E comida.  E ocasionalmente uma série de indígenas indianos levam o Gordon à caça e ele pragueja sempre que lhe disparam aleatoriamente aos ouvidos.
Desenhem-no, arranjem-lhe um cãozinho, e têm toda uma nova série de livros infantis que ninguém gosta de receber nos anos.

domingo, dezembro 23, 2012

Vá....

Agora uma música de Natal que eu realmente gosto!


terça-feira, dezembro 18, 2012

Regresso à Terra Média

Logo que tive oportunidade, fui ver O Hobbit, parte 1.
Comecemos por dizer que sim, não vejo grande necessidade para três filmes a partir de um livro tão pequeno, mas ao contrário do que as internetes andam a dizer, eu não acho que este primeiro tomo tenha um ritmo lento enche-chouriços. Aliás, até acho que está bastante mexido, as peripécias quase que tropeçam umas nas outras.
Eu gostei bastante do filme, mas acho que gostaria de qualquer coisa nova minimamente bem feita que regressasse à Terra Média e às (algumas) personagens do costume. Os anões parecem um bocado desenhos animados, aquelas barbichas e trancinhas, e as histórias paralelas extra, tiradas de outros livros do Tolkien, parecem um bocado coladas a martelo com o resto, mas basicamente é só isso que tenho a dizer de menos positivo.
Claro que não é tão épico como o Senhor dos Anéis, claro que é mais um filme de aventura que um bélico, claro que tem um espírito mais ligeiro e uma vertente cómica mais acentuada. Mas essas são também as características do livro, não me escandaliza e sinceramente já estava à espera... Não vou, portanto, juntar-me às vozes inflamadas e indignadas das Internetes que choramingam porque O Hobbit não é o Senhor dos Anéis. O nome do filme é O Hobbit, meus senhores, e cada coisa é uma coisa.
Outra cena: era impossível para esta nova trilogia trazer a novidade que a outra trouxe, como é óbvio. A componente visual, por exemplo, é deslumbrante, claro, e apesar de elementos novos e espantosos, já vimos isto antes.
Sinceramente, stop bitching. Todas as tretas que mencionam não invalidam que seja um bom filme e espero em ansiedade moderada pelos seguintes tomos.

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Martinis


Quando estive pelas Inglaterras, fui ao cinema ver o Skyfall, a mais recente incursão do 007 pelo grande ecrã. Para já, foi deveras emocionante ser evacuada do cinema a meio do filme, quase por acidente e sem saber porquê (ainda hoje não sei...). Agora quanto ao filme, sinceramente, adorei.
Nunca fui grande grande fã dos filmes do 007 - cresci na altura do Pierce Brosnan, e esses não são particularmente interessantes. Filme de SIC ao domingo à tarde e tal, acção, o amigo Bond fica com as miúdas, carros bonitos, piadas secas. Nada de espectacular. Os dois primeiros com o Daniel Craig, já os tinha visto na televisão também, ainda que não me parece que tenha visto nenhum deles do princípio ao fim decentemente e com a atenção devida. Mesmo assim, pareceram-me bastante interessantes, na onda do ultra-realismo que marca o cinema dos dias hoje, quebrando o espírito meio azeiteiro dos filmes que os precederam.
Mas Skyfall, minha gente, é brutal. Não me lembro da última vez que vi um filme de ação assim, a manter-me colada do princípio ao fim. Sim, é realista como Casino Royale e Quantum of Solace, mas desta vez também temos alguns gags referentes à mitologia tradicional da saga - é pra-frentex tanto como é nostálgico. E sim, a M é mesmo A bond girl por excelência. Brilhante em tudo - o James Bond deixa de ser uma personagem quadrada, só kiss kiss bang bang, e passa a ter emoções, um ser humano como outro qualquer. As paisagens isoladas da Escócia, a frieza de Londres. A música. O genérico.
Há quem prefira o tom mais ligeiro dos outros filmes, que este é demasiado sério, demasiado macambúzio. O que eu sei é que gostei tanto de Skyfall que  quase todos os dias me ponho a ouvir "Skyfall" da Adele em repeat.

terça-feira, dezembro 11, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a segunda

Amaldiçoo quem quer que seja que em tempos tenha composto esta música peçonhenta. Daquelas coisas tão catchy que ouvir 10 segundos me faz ficar a cantá-la o resto do dia ou, quiça, da semana ao mesmo tempo que me mando calar a mim própria. Este conflito interno perturba sempre o meu dia-a-dia da época natalícia, é um grande flagelo...


segunda-feira, dezembro 03, 2012

Músicas Irritantes de Natal, a primeira

Em homenagem à quadra na qual entrámos/nos preparamos para entrar, conforme se a cidade onde vivem já decidiu ligar luzinhas piscantes ou não, decidi criar uma daquelas rúbricas que resultam sempre imensamente bem aqui no establecimento, nomeadamente porque passado dois ou três posts ou me esqueço ou desisto e a coisa morre por aí. Mas pronto.
Então, do que trata isto? Como toda a gente que me conhece minimamente bem ou que tenha pelo menos ido comigo a um qualquer establecimento comercial ou andado de carro comigo ou ligado a televisão no VH1 à minha frente sabe, estou sempre atenta à música, e 65% das canções que passam nas rádios mais ouvidas irritam-me solenemente (o que por sua vez faz com que eu me torne 65% mais irritante, mas isso é outra história). Posto isto, e partindo desta permissa ou premissa, a que gostarem mais que eu nunca sei usá-las, vou postar toda uma série de músicas de Natal que passam TODOS OS ANOS e que são chatas como o raio. Não prometo qualquer tipo de periocidade pelas razões acima referidas para a morte prematura de rúbricas neste blog.

Tomo I:

A única coisa que me impede de bater na pessoa mais próxima quando isto começa a tocar é o facto de me lembrar um bocado do "Love actually", que é dos meus filmes preferidos. Não deixa de ser irritante à mesma.

sábado, novembro 17, 2012

Aviso

Cara Humanidade,

Mesmo para quem conduz lambretas meio-podres e que fazem tanto barulho como um martelo pneumático, a minha rua continua a ser de sentido único.

Atentamente,
Eu

quarta-feira, novembro 07, 2012

Os bifes

Coisas que tenho a dizer sobre Inglaterra:
- os ingleses são insensíveis ao frio, só pode, ninguém normal anda de t-shirt com 2ºC
- os ingleses são um bocado para o bêbados, no geral
- ir em contra-mão nas rotundas é assustador
- ser evacuado do cinema a meio de um filme do 007 é algo épico
- o campo do Yorkshire é basicamente um livro da Jane Austen a desenrolar-se à frente dos nossos olhos
- Manchester não é lá muito bonita
- Fish and Chips é servido numa quantidade industrial
- vender batatas assadas em roulotes é perfeitamente vulgar
- ir ao starbucks é pedir um mocachochomachia coiso
- Halloween é a semana toda
- sair à noite é logo às 9
- a cerveja é sempre ao meio litro, não há cá mariquices
- as moedas de pence têm tamanho estúpidos e que não fazem sentido




Gostei muito!

quarta-feira, outubro 24, 2012

Eu, numa terça-feira

As minhas sinceras desculpas às pessoas com quem me cruzei ontem, não sei porquê, sinceramente, mas estava com um mau humor ainda pior que o costume. Temos mesmo pena.

Community - Modern Warfare

Eh pá, é difícil um episódio de uma série de comédia ser melhor que isto!
O spoof perfeito dos filmes de acção badass. Wow.

segunda-feira, outubro 22, 2012

Serviço Público

Cara Humanidade,

A minha rua é de sentido único.

Atenciosamente,
Eu

quinta-feira, outubro 18, 2012

EM TRIÂNGULO!

Já se acabou a latada e, pela primeira vez, fui lá todos os dias ( a minha versão de YOLO, vá). E sim, foi divertido, mesmo com um cartaz pouco apelativo e uma afluência mais reduzida do que o costume. Porque o que interessa mesmo, toda a gente sabe, é conviver com o pessoal!
E vá, ouvir o Gangnam style umas poucas de vezes.

PS. Melhor concerto, Scissor Sisters, sem dúvida nenhuma. Eu nem sou grande apreciadora das músicas deles, mas o concerto foi muito bom!

PPS. Oficialmente estragámos a piadinha do triângulo, mas valeu a pena :D

domingo, outubro 14, 2012

Que lata.

Bem, o dia de ontem leu isto, visto que me cruzei com umas poucas de personagens. Tive, por exemplo, o prazer de conhecer o gajo que não acreditava que o meu cabelo é naturalmente encaracolado. E ainda de estar a cantar um pimbalhada em espanhol qualquer e um tipo vir meter-se connosco num espanhol ranhoso, a pensar que vinha chatear nuestras hermanas. Aparentemente, em vez de espanhol, ele era de Fátima...

sexta-feira, outubro 12, 2012

Latada

Uma bonita serenata, este ano. Sem dúvida melhor que esta desgraça, até porque cantaram músicas que eu gosto do Zeca Afonso. E ninguém me desmaiou ao lado, vá.
Quanto à primeira noite de parque, bem, que melhor maneira de começar a latada 2012 do que com os Rags?

quarta-feira, outubro 10, 2012

Bardamerda.

Como é possível fazer tanta asneira numa aula só?
Pesagem e mistura de reagentes. Continua-se a experiência e tal, faz-se uma titulação. Ups, esqueci-me de ver até onde ia o líquido na bureta. Não faz mal, faço uma estimativa a olho. Olha, mas isto nunca mais muda de cor? Ah, não se pôs indicador, que engraçado, vamos lá fazer isto agora com indicador. Espera, mas agora mudou de cor só com uma gotinha? Alguma coisa está mal, vamos ver como sai o ensaio número 3. Muda outra vez só com uma gotinha? Mais um ensaio de doseamento. Outra vez a mesma coisa? Credo. Vamos fazer o percurso mental. Tinha indicador? Tinha. E bicarbonato de sódio? Também. E ácido ascórbico? Sim, pesei. Espera, mas usaste o frasco ao pé daquela balança? Aquilo é o bicarbonato!

Merda.

Então isto quer dizer que não só não temos resultados de doseamento, como a solução que está dentro daquelas ampolas que aquela malta ali está a fechar com um maçarico é composta, unica e exclusivamente, de fermento para bolos e água. Fantástico. Já agora, deixa-me ir experimentar fechar uma ampola. Ena, que giro, parece que estamos na indústria vidreira. Ficou tão bonita, vou pousá-la. Huh, partiu-se.

Até tenho medo de como este dia possa acabar.

sexta-feira, outubro 05, 2012

Redemption

Ontem apanhei no canal Hollywood Os Condenados de Shawshank. Voltei a ver a parte final do filme e sinceramente acho que é dos melhores filmes, senão o melhor filme, que já vi. Genuinamente inspirador e emotivo, sem cair em lamechices e clichés mais que vistos. Tudo no filme é bom e o equilíbrio entre música, fotografia, actores e tudo o mais é perfeito.
Nunca vi a maioria dos clássicos imortais do cinema, O Mundo a Seus Pés e afins, mas tenho as minhas dúvidas que Shawshank não esteja ao seu nível. E eu que nem sequer gosto de filmes de prisões...

Bandeirada

Hastear a bandeira ao contrário nas cerimónias de 5 de Outubro. Ah, a ironia.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Huh?

Algures durante esta semana, ouvi uma tirada que resolvi partilhar: " O novo acordo ortográfico é bom para os disléxicos."

A sério, é por existir gente que diz coisas como esta que Portugal está como está...

segunda-feira, setembro 10, 2012

Trip to Nilbog

Ver um filme como Troll 2 faz-me apreciar melhor todos os outros filmes que vi. Acentua também a estupidez sem jeito nenhum que Birdemic é, porque até uma treta como o Troll 2, com a vilã mais irritante de todo o sempre e uma história mais que ridícula, é mais interessante e bem conseguido.

Troll 2 é um épico chunga, disso não há dúvida. Não consigo decidir que cena foi melhor, a cena pseudo-sexy com pipocas ou o tipo a ser arrastado dentro de um vaso. Como alguém pensou que aquilo tinha algum jeito, é uma coisa que me passa ao lado...

terça-feira, agosto 28, 2012

Comunidade

Hoje vi um episódio algo brilhante de Community ao qual achei um piadão e pensei em escrever um post a laudar a série. Logo a seguir deu outro, um bocado parvo e ao qual não achei grande piada.
Enfim, equilíbrio no mundo!
A cena é sempre que se focam muito ou no Chang ou no Pierce, que eu acho irritantes, não acho piada. Portanto, e apesar de ser fã acérrima de coisas detectivescas e homenagens descaradas aos clássicos noir, o facto de essa linha da história ser com o raio do Chang estragou tudo.
Também enjoa um bocado eles estarem sempre a frisar "oh somos tão amigos!" ou "oh estão-me a excluir do grupo!", blablablabla study group blablablabla study group!
Enfim. Sim, é uma série bastante engraçada e provavelmente a série cómica actual a que acho mais piada (há episódios BRILHANTES, tem de dar o braço a torcer), mas não é perfeita.
É preferível a How I Met Your Mother, que já chateia, ou Big Bang Theory, que idem-idem. Já gostei muito, já gostei moderadamente, agora estou na fase "Meh." Também não ajuda apanhar mais vezes eps repetidos que originais, provavelmente.

Este post prova que estou de férias, né?

domingo, agosto 26, 2012

Life is a tv show

Bem, férias é para mim sinónimo de intenso zapping, e portanto a época do ano em que me instruo sobre o que a anda a circular pelos canais de TV. Deparei-me portanto com várias coisas das quais já tinha ouvido falar mas que nunca tinha visto.
Primeiro, Party Down. Uma série de humor negro minimamente interessante sobre uma equipa de catering composta maioritariamente, já se sabe, por gente completamente apanhada do juízo. Sem contar, como de costume, com as uma ou duas pessoas sãs para equilibrar a coisa. Às vezes cai um bocado na estupidez, mas no geral tem piada, quando nos habituamos às personagens mais irritantes - a Sra. Glee, na primeira temporada e a Sra. Sidekick-do-Will-&-Grace, na segunda.
E depois também tenho apanhado Community, que é outro tipo de divertimento. Uma homenagem constante à pop culture, feita com genuíno gosto pela cena. Também tem o seu quê de personagens irritantes (o Pierce, principalmente, dá-me cabo dos nervos), mas é muito muito boa - as personagens secundárias são imapagáveis. Fico é um bocado a pensar, com tanta homenagem - nos poucos eps que já vi, já apanhei um episódio de cowboys, Star Wars, entre outras - se não tira um bocado de identidade própria à série . De qualquer maneira é uma das melhores séries de comédia que tenho visto ultimamente (o final da segunda temporada é super ÉPICO). E sou agora super fã do Joel McHale, apesar de nunca o ter visto em mais coisas nenhuma.

Rising of the Pie

Ficou fixe.

Uncle Sam's Apple Pie

Prestes a tentar um feito histórico: fazer uma tarte de maçã à americana.
Ok, talvez não seja assim tanto um marco histórico, mas é a minha primeira incursão no tema.

segunda-feira, agosto 06, 2012

Praia de Pedrogão

Jogar pseudo-futebol de praia com uma bola fofa e minúscula pode ser mais violento do que eu pensava!
E os piqueniques fazem-me sempre SEMPRE lembrar visitas de estudo...

quarta-feira, agosto 01, 2012

Quem inventou as camisas provavelmente não tinha de as passar a ferro...

quinta-feira, julho 26, 2012

"Brave New World"

Bem, finalmente acabei de ver a 4ª temporada de Fringe, gravada religiosamente durante o semestre pela box do Meo.
No geral, não gostei muito desta temporada. Claro que teve algumas partes interessantes, mas não gostei mesmo nada da história da linha temporal alternativa - se me dei ao trabalho de ver os outros episódios todos gosto que valorizem esse esforço mencionando histórias anteriores, o que é um bocado difícil numa linha temporal alternativa onde nada disso aconteceu.  Ok, verdade seja dita que eles falaram da outra linha temporal através do Peter e da Olivia e que não deram grande azo à confusão do espectador, mas de qualquer das maneiras não achei piada.
E depois o próprio parzinho principal não inspira grande empatia. Não há aquela química Mulder-Scully, nem nada que se pareça. E como nesta temp. focaram mais o assunto, já estava um bocado a chatear. Também me parece que houve bastantes incoerências e coisas mal explicadas (porque é que a Olivia ficou com as memórias da outra linha temporal, por exemplo?), mas isso já é normal em séries de pseudo-ciência.
É perfeitamente natural que a próxima temporada seja a última, não me parece que Fringe tenha muito mais para dar...

Estas séries começam-me sempre a chatear quando começam a meter muita mitologia. Sobrenatural com os anjos, Fringe com a linha temporal,... Ao contrário de muita malta, eu prefiro ter alguns episódios só com casos da semana ao invés da história mirabolante que une a temporada aparecer em todos os episódios.

quarta-feira, julho 25, 2012

Pancake Race

Decidi ontem fazer panquecas, lembrando-me das que comi pelos Algarves num "American Dinner". O objectivo não era fazê-las como essas, que levavam chantilly e morangos e tinham uma espessura medonha. Visto que passou algum tempo, as más recordações do descomunal enjoo que comer aquilo pouco depois de acordar me provocou foram enterradas nalgum lugar recôndito da memória e só ficou uma leve sensação de que, pelo menos às primeiras garfadas, as ditas panquecas até eram agradáveis.
Voltando à minha experiência culinária. Procurei a receita na net e executei o trabalho, que diga-se de passagem era a receita mais fácil à face da terra (podia era ter tamisado a farinha, mas pronto, os grumos foram o menos). Mas quando chegou à parte de fazer as panquecas propriamente ditas.... Ora colava em baixo e em cima estava líquido, ora queimava, uma alegria pegada. Passado um bocado já estava a fazer crepes em vez de panquecas enquanto comia bocados de panquecas meio cruas. E depois tentei adicionar doce, continuavam enjoativas. Experimentei derreter chocolate com leite, na mesma.
Sinceramente, NÃO VOLTO A FAZER PANQUECAS. Para aí de dois em dois anos lembro-me de tentar e ou corre extremamente mal e nada é comestível, ou até há um produto comestível mas põe-me a correr para o frasco de ENO mais próximo...

sexta-feira, julho 20, 2012

Passaremia

Tenho a dizer que Birdemic é pior do que eu jamais pensei ser possível. Medonho, mesmo. Aquela qualidade de som, aqueles diálogos, aquela gaja no princípio a perguntar "Do you want a menu?", aquelas pessoas que batiam ridiculamente palmas de 5 em 5 segundos. Não, não, nenhum filme pode ser pior que aquilo!

Nota: Segundo o Bottom 100 do IMDb, há 45 filmes piores. Nem quero pensar.

sexta-feira, julho 13, 2012

Waar is de... (No time to tacata!)

Pelos Algarves andava um bichinho de insanidade temporária pelo ar. Basta referir, por exemplo, aquele tipo que andava sempre de toalha de praia ao pescoço, boné e óculos de sol, quer fosse de dia ou de noite, e se sentava nos bares a olhar para as pessoas a dançar e até a dormir (e era expulso pelos seguranças...). Temos também aquelas duas tipas que estavam a dançar no meio da praça com sacos de plástico na cabeça (e que foram logo gozadas por uma empregada de mesa que desatou a correr num saco preto do lixo) e toda uma panóplia de holandeses meio bêbados que entravam nos sítios a dançar loucamente como se não houvesse amanhã.
Depois temos sempre aqueles tipos que se vêm meter, como o gajo que nos perguntou se íamos este ano para a faculdade "vou-vos praxar!" ou aqueles holandeses com uma pseudo-dança sexy. Ou aquele inglês que respondeu na praia, ainda que não estivesse a falar com ele.
Houve uma demonstração matrix, também, quando aquele estrangeiro deitado na toalha apanhou uma bola em pleno vôo.
E as despedidas de solteiro? Gajas vestidas de flinstones, gajos em roupa interior (e fato-de-banho) feminina e, o melhor, um tipo chamado Nic com aquele fato-de-banho verde do Borat (tenham muito, muito medo).
Mas o melhor mesmo, era a seleção musical dos bares. Vamos à la playa e tacata, esses épicos chungas. E um ataque de hip-hop que não faço ideia que músicas eram.
Mistério da semana: de onde vem o fumo mal-cheiroso do Twist?
Vou ter saudades das noites a observar as telenovelas entre holandeses e espanhóis no Domino's.


Para terminar, acho que uma holandesa me enganou. Visto que não conseguia perceber o que raio dizia o DJ, algo que soava a "party's a fassion", perguntei à primeira estrangeira que vi. Ela disse-me que era "where is the party" em holandês... Mas o google tradutor não concorda!

sábado, julho 07, 2012

Já agora....

Ah, férias! :D

Cortar o cabelo

Eu quando vou cortar o cabelo, a única coisa a que almejo é a que me cortem o cabelo.
Sinceramente, aquelas cadeiras de massagem ridículas fazem com que ao me lavarem a cabeça me sinta como se me estivessem a dar murros nas costas. Não faço ideia porque é que alguém acharia aquilo agradável. E as massagens capilares? Dá a ideia de que nos estão a fazer cócegas na cabeça. Mais uma vez, não faço ideia porque é que alguém acharia aquela espécie de cafuné softcore agradável...

quarta-feira, junho 06, 2012

Inutilidades, tomo I


As golas altas são problemáticas. Eu, pessoalmente, é raro usar, fazem comichão no pescoço.
Mas o que me leva a escrever sobre este tema tão premente na sociedade atual é o facto de haver quem ande de gola alta no VERÃO. Como é que é possível? No inverno, okay, é quentinho e tal, apesar de a maior parte das pessoas parecem tartarugas com aquilo (eu cá acho que a maioria das pessoas ficam a)mais gordas, b)mais baixas ou c) a parecer um brontossauro, para não dizer uma girafa, com alta pescoço - dependendo a opção da fisionomia em questão, já se sabe).
Agora no verão? Devia haver uma lei contra isso, dá calor só de olhar para aquilo. Qual é a ideia de estar de manga cava e depois estar coberta até ao queixo? Enfim.
No entanto, há pessoas que ficam bem de gola alta. O Sr. Fassbender brinda a isso (mas também ele fica bem em qualquer coisa).

segunda-feira, maio 28, 2012

'Tou sim?

Hoje lembrei-me do meu primeiro telemóvel, adquirido andava eu no 5º ano. Uma maravilha da tecnologia, com o jogo Music altamente divertido!


segunda-feira, maio 21, 2012

Alegria no trabalho

Ontem o rapaz das bombas de gasolina vinha a fumar um cigarro mesmo até para aí um metro da bomba. Se quer fazer qualquer coisa radical, que faça bungee-jumping, que não estou pronta para entrar num filme do Michael Bay.
Hoje, tenho quase a certeza que a senhora da padaria tossiu para cima da broa (felizmente eu trouxe papossecos integrais).
Menos, gente, menos.

quarta-feira, maio 16, 2012

Polizei

Acho que assisti hoje a uma espécie de perseguição policial. Que dizer, a qualquer coisa policial pelo menos, só vi um carro. E como sucedeu?
Ora ia eu no 29, prestes a parar na paragem interior dos HUC, quando um segurança mandou parar o autocarro e logo a seguir passou um carro à paisana mas com uma sereia em cima (não uma sereia tipo Ariel, uma sereia tipo sirene, azul) a assapar em direcção às Urgências.
Eu sei, emocionante!

segunda-feira, maio 14, 2012

Pós-Queima

Este ano não tive os habituais contactos com altas personagens, donas de saídas memoráveis que eu escrevo no blogue para ficarem nos anais cibernáuticos da história. A sério, ninguém me veio pedir nada nem mandar papaias. O máximo que me aconteceu foi pessoas que não conheço me dizerem adeus. Estranha, esta falta de peripécias.
De qualquer maneira, parece-me que não me diverti tanto como em anos anteriores. É mais do mesmo, é normal. E de qualquer maneira no fim só ficam as boas recordações, daqui a uns meses esta Queima vai-me parecer tão divertida como qualquer outra coisa, suponho eu.

Queima, Parte II

E como cantava a Pitagórica na quinta-feira, no seu concerto a horas super indecentes (acabaram às 6h15, coisa assim!), "A Queima acabouuuuu".
Terça tivemos um concerto de Buraka Som Sistema altamente memorável ("A buraka é dona do terreno!"), mais as tunas de Farmácia, iguais a si mesmas.
Quarta Chá Dançante ou "Porque está o meu cabelo cheio de esferovite?". A sério, que deprimência. Mal entraram lá dentro, os carniceiros começaram a destruir o cenário - tanto que praticamente ninguém notou que os Rags estavam a tocar, era só panos a serem arrancados do tecto e eu estava a ver que levava com um candeeiro em cima, no meio da nuvem de esferovite.
Quinta Steve Aoki - not my cup tea, really - e a sempre petulante Pitagórica, ainda mais mordazes que o costume. Aquilo é que foi morder nos calcanhares da Comissão da Queima! Digam o que disserem, e há imensa gente que não os curte nada, eu divirto-me sempre com a Pitagórica.
E pronto, chegou-se a sexta, viu-se uma data de famosos a cantar 3 ou 4 modas (o Rui Veloso cantou mais, felizmente!), incluindo o Jorge Palma num estado alto duvidoso, ora entrava em palco ora saía para os bastidores. Podiam ter posto só Rui Veloso, a malta teria ficado mais feliz certamente e não tínhamos tido de ouvir Cool Hipnoise que não os curti nada. E pronto, para o ano há mais!

PS. Já me esquecia da Garraiada. Não gosto de tourada. Aliás, odeio tourada. Portanto essa parte não gostei. As entradas dos estudantes na praça de touros foram interessantes (Desporto allez!) e a garraiada propriamente dita no final foi.... bem, uma palhaçada pegada, mas era o que se esperava de um tourito e uma grande quantidade de palermas armados em espertos.

PPS. O grande INFARBEB ficou em 3º no cortejo. Ah pois é!

quarta-feira, maio 09, 2012

Queima!

Ah, a queima. Suscita sempre questões como "porque estava um tipo vestido de aviador junto ao palco secundário na segunda-feira?" ou "quem é que aquele gajo que me está ali a dizer adeus como se me conhecesse de algum lado?".
Quanto à queima, normalmente por esta altura já estou completamente sem voz de ter passado todas as noites a "canta-gritar" nas tendas, mas tendo em conta que tenho visto quase todos os concertos e passado pouco tempo nas tendas, a minha voz ainda está audível. Até vi pela primeira vez mais que meia música no palco secundário, nomeadamente uma banda esquisita de música electrónica chamada Sensible Soccers - e aparentemente faço parte da malta mais psicadélica da academia!
Wraygunn, dos quais eu não conhecia virtualmente música nenhuma, foram absolutamente brutais - gostei mais que The Hives no sábado, sinceramente. O homem estava completamente possesso, e o mesmo se pode dizer da cachopa chamada Flávia que subiu ao palco perto do fim. Para não variar, o Quim Barreiros foi uma chachada, e depois do cortejo ("INFARBEB! INFARBEB!") fiquei com uma dor de pés terrível.
Por falar em cortejo, foi o culminar de dois anos de trabalho e dinheiro gasto. Compensou? Não sei. Mas foi divertido!

sábado, maio 05, 2012

Coimbra é uma lição

Que Serenata mais estranha. Variadas coisas ridículas aconteceram na serenata: os já habituais problemas de som, com feedback e tudo, duas tipas a desmaiarem mesmo ao pé de nós, um palhaço qualquer a passar as grades e andar ao lado da sé ao telemóvel de um lado para o outro com o segurança furibundo a fazer-lhe gestos para se ir embora, o segurança a dar pontapés em garrafas de cerveja (percursão para a serenata?), duas gajas a fumarem para cima de nós O TEMPO TODO,...

Fantástico. E depois o tempo imenso que demoram a tocar de músicos só prejudica... Eu gosto muito da serenata, mas é muito difícil apreciá-la como deve ser quando se está altamente desconfortável, a levar empurrões à força toda e a ouvir conversas alheias porque a maioria das pessoas não se cala. A sério, não vale a pena ir para lá só porque é de bem ir. Se não querem ouvir, fiquem em casa!

quinta-feira, abril 12, 2012

Tic Tac

Apenas um dos meus relógios ainda tem pilha. Se eu chegar atrasada a algum lado, é porque ele se juntou aos outros...

domingo, abril 01, 2012

Mal posso esperar para ver o Titanic em 3D!!!!!



Feliz 1 de Abril

segunda-feira, março 19, 2012

Samurai X versão live-action

"Marine One"

Bem, acabou-se a primeira temporada de Homeland, por cá Segurança Nacional. Foi um final um bocado chocho para uma série tão boa, mas suponho que tendo em conta que vem aí a segunda temporada não podia matar um dos protagonistas. Só parece que se veio a acumular imensa tensão ao longo dos episódios e depois não deu em nada de especial.
Note-se o Damian Lewis na cena do bunker - brutal!

Não gosto.

Fringe anda a ficar algo ridículo. Porque é que raio tinham de criar a linha do tempo alternativa? Detesto essa história, é estúpida como tudo. Depois de 3 temporadas a consolidar a narrativa, agora metade das coisas nunca aconteceram. Bah.

terça-feira, março 06, 2012

Wow.

Obrigada, random colega da frente do alemão, por me teres sugerido o site http://www.pointlesssites.com/. Tem sido um fartote!

Aconselho vivamente http://www.dullestblog.com/ xD

segunda-feira, março 05, 2012

Morango? Ooooh

Hoje na cantina, o prato social de carne era Morango com arroz e salada. Peço desculpa, Morangó. E o que é um morangó, perguntam os leitores? Aparentemente é uma espécie de jardineira sem as batatas e a cenoura. Carne estufada, portanto. Com ervilhas.
Morango. Mas com acento no O.

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Post das Arábias


Comemoração pelo facto de eu ter acabado o Prince of Persia Sands of Time, o jogo do género que acabei mais rápido. Tenho a dizer que depois de numerosos Tomb Raiders, este Sands of Time é muito acessível e quase não necessita de walkthroughs. Não tem "Bosses" para vencer e os puzzles não dão muito cabo da cabeça... E é quase impossível uma pessoa perder-se no cenário, como me estava sempre a acontecer nos Tomb Raiders. Há que ter em conta que o jogo já é de 2003!
Bem, foi divertido!

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Elementar

Só para relembrar que "Sherlock", da BBC, continua a ser das melhores séries que por aí andam. Ainda que a segunda temporada já não tenha aquele impacto de originalidade, não deixa de ser muito, muito interessante.

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Millenium

Finalmente fui ver a versão americana de "Millenium: Os Homens que Odeiam as Mulheres". Tenho a dizer que:
  • Melhor. Genérico. De. Sempre.
  • Mikael Blomkvist bem melhor que o do filme sueco
  • Lisbeth Salander ligeiramente inferior à sueca
  • Mais "estiloso", no geral, que o sueco
  • Ainda bem que não se alongaram nas partes fortes do livro
  • Banda sonora muito fixe

Rita aproves this film.


Mas ainda aprova mais o livro.

"E de quem é o triângulo, agora?"

Jantar de curso no dia dos Namorados - aludindo ao tema, foram distribuídos metades de coraçõezinhos de papel nos quais estavam escritas frases românticas/lamechas/Nicola. Assim, no decorrer do jantar era suposto as raparigas encontrarem o jeitoso que tinha a outra metade do coração e vice-versa. Ora eu não encontrei (diga-se que também não andei à procura, não conhecia a maioria das pessoas). Horas mais tarde, estava eu no Theatrix, quando olho para o chão e encontro nada mais nada menos que uma metade de coração.
"Olha", digo eu, "É do nosso jantar!" . Pego naquilo e eis que - sim adivinharam - era a metade que completava a minha com uma frase apropriada ao dia.

Sim, o meu coração andou a ser espezinhado por toda a gente no chão de uma discoteca. Vou ficar para tia, não há dúvida!

PS. Nesta noite, menção honrosa para aqueles jogos de palavras desafiadores da lógica e extremamente irritantes. Passo a enumerá-los, apenas para recordação: A festa do *inserir nome que já não me lembro*, Repete exactamente o que eu fiz, Quantas vacas foram?, De quem é o triângulo.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Fun!

Ter uma pseudo-semana de férias é divertido.
Fica ligeiramente menos divertido quando temos de a usar para fazer coisas que não se tem tempo para fazer o resto do tempo, como lavar janelas ou levar vacinas.

"Closing Arguments"

Algures no meio da época de exames, vi o final da 2ª temporada de "The Good Wife". Não é o estilo de série que vai de encontro à minha predisposição, digamos assim, até porque mesmo não sendo super fã de séries de advogados já vi Boston Legal e outras que tais e os tribunais não mudam grande coisa, ne c'est pas?
Mesmo tendo isto em conta, "The Good Wife" foi basicamente a única série nestes últimos tempos que segui (sim, tenho mais que fazer!) e é muito magnetizante. As personagens são multi-dimensionais e realistas, ao contrário do que acontece na maioria das séries que por aí andam, e além disso passam a vida a lixar-se uns aos outros, o que torna tudo muito mais divertido. E pronto, os actores fazem justiça ao argumento.
Quanto ao final propriamente dito, já se estava a ver mais ou menos o que ia suceder, mas conseguiram pôr tudo numa maneira engraçada para não ser demasiado óbvio (estou-me a lembrar mais especificamente da cena do elevador).
Esperemos que que a Fox Life não demore muito a dar a 3ª temporada!

sábado, janeiro 28, 2012

Past is past

http://brekas.blogspot.com/2011/01/ignobil.html

A Eu do passado não sabia o que dizia. Estudar Farmacologia I e Bacteriologia ao mesmo tempo é que é!

quarta-feira, janeiro 25, 2012

No Sleep and People Yelling Make Me a Dull Girl

Um agradecimento aos vizinhos de baixo, que decidiram dar uma festa em plena época de exames e a meio da semana, e em especial ao tipo que barafustava a altos berros contra o facto de a namorada ser muito religiosa à 1 e meia da manhã. A sério, meu, quero lá saber!

Música: The Subways

terça-feira, janeiro 24, 2012

Vistas

Semanas de estudo mais ou menos intensivo lembrar-me de uma tirada de "Thnks fr th Mmrs", dos Fall Out Boy. Nomeadamente "...but my eyesight is going bad". 'Cause it really is.

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Dumb.

Algo não está bem quando tiramos um 12 e nos sentimos orgulhosos de nós próprios. Sinto-me indignada comigo mesma por saber de cór, por exemplo, os nomes de todo o elenco principal de Veronica Mars, mas não conseguir decorar o nome dos anti-epilépticos que devia ter sabido para Farmacologia I.

terça-feira, janeiro 10, 2012

Aquele chavão "todo o ciclo tem um fim" é um bocado estúpido.
Se é um ciclo, não tem fim...

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Mistério

Hão-de me explicar porque é que o arroz de carnes mistas da cantina leva lulas. Carnes. Mistas?
Lula nem é carne nem peixe. É uma carne mista?

domingo, dezembro 25, 2011

sábado, dezembro 10, 2011

Oh

Linkhttp://aeiou.expresso.pt/cinema-john-ventimiglia-no-papel-de-humberto-delgado=f631968
Okay, fixe, parece uma ideia interessante para um filme. A minha pergunta é, com tanto actor em Portugal - pronto, os decentes não são assim taaaantos, mas existem! - porque é que precisam de ir buscar um gajo americano qualquer para fazer de Humberto Delgado? Que bonito, o gajo a ser dobrado em português!
Bah, que falta de patriotismo (e gostam de ter trabalho!). Percebia-se se o tipo fosse ultra-conhecido, para trazer mais gente a ver o filme, mas pelo que investiguei o senhor é conhecido por ter entrados n'Os Sopranos e pouco mais. Fico triste.

Por outro lado, li que iam fazer um filme sobre as Linhas de Torres (tuga), com um elenco muito multi-cultural que inclui o John Malkovich a fazer de General Wellington - o senhor não vem fazer de português. Assim está bem!

Nostalgia!



Já não me lembrava disto há anos. Completamente escondido nos recônditos da minha mente!

segunda-feira, dezembro 05, 2011

"Jin-gom beles, Jin-gom beles"

Nada sublinha mais que se aproxima o Natal como o meu vizinho do fundo da rua a decorar a árvorezinha do jardim com todo o tipo de luzes psicadélicas, um letreiro a dizer "Um Santo Natal" e um retrato do menino Jesus.

domingo, novembro 27, 2011

4 em linha

A propósito desta:


Temos a mais que batida:


Um cover old school...


E a original!


É minha impressão ou qualquer uma das versões é melhor que o original?
(a da Nina Simone devia estar num filme do 007)

terça-feira, novembro 15, 2011

Disco night!

A lâmpada do tecto acabou de se fundir, depois de uma meia hora a simular uma discoteca. Foi giro enquanto durou.

domingo, novembro 13, 2011

Bizarro

Vinha eu no carro a ouvir rádio, e face àquela música dos Klepht sobre calma ou coisa que os valha, mudei para a RFM (tenho a dizer que os Klepht para além de um nome estúpido, têm umas músicas muito chochas). Ora na RFM estava a dar Come as You Are dos Nirvana.
"Wow!" pensei. "Queres ver que agora a RFM passa música fixe?". Que música se seguiu? Qualquer coisa do André Sardet. Boa, muito boa.

I know kung fu

O que é que o Matrix tem de especial? É basicamente uma demonstração de duas horas de artes marciais em câmara lenta. Sim, tem uma história algo original - mas nem isso é assim tãoooo diferente de 700 mil outros filmes de ficção científica do sub-género "máquina oprime homem". E depois é tão pseudo-estiloso que se torna irritante, já para não falar no óbvio: soa simplesmente a falso, com todas aquelas one-liners antes de alguém desancar um gajo. "Goodbye, Mr. Anderson" - tiro. "Only human" - tiro. "Dodge this" - tiro.
Mais ainda: eu sei que fatos justos de cabedal eram o máximo nos 00's, mas..

domingo, outubro 30, 2011

Oh My God I Can't Believe It

Os Kaiser Chiefs são o poder! E o Ricky Wilson é completamente chanfrado em palco.

quinta-feira, outubro 27, 2011

Acabei de descobrir que o Dvorak nasceu no mesmo dia que eu!

quarta-feira, outubro 26, 2011

Meteo

É de mencionar que ainda a semana passada se andava de t-shirt na rua e só se via sandálias por todo o lado. Just saying.

terça-feira, outubro 25, 2011

Rádio Nostalgia




Quem se lembra, quem é? (2003)

domingo, outubro 23, 2011

Latada 2011


Finalmente uma banda que eu realmente gosto - Kaiser Chiefs! Mas para compensar tudo o resto é cócó.

segunda-feira, outubro 17, 2011

Fab

Estacionar o carro é difícil. A minha figura a tirar e pôr o carro (ugh, faz lembrar o Quim Barreiros) do lugar, sem conseguir mais do que o carro todo enviesado com o rabo no meio da estrada, deve ter sido hilariante...
Isso e quando entornei um prato de sopa em cima das pernas. Calças pretas e all stars com bocados de cenoura, yupi!

sábado, outubro 08, 2011

Só mesmo na Casa dos Segredos é que considerariam "dissimulado" uma palavra cara.

quinta-feira, outubro 06, 2011

Hoje espirrei, bati com a cara no ombro da Patrícia e fiquei com os óculos todos tortos.
Foi muito giro.

sábado, outubro 01, 2011

"The Big One"

Dexter é uma série muito jeitosa. Sim, está bem, todas as temporadas acabam por ir dar mais ao menos ao mesmo, Dexter vs. O Grande Mauzão, mas não deixa de ser petacular. No geral, todos os actores fazem um grande trabalho (só o Michael C. Hall tem ali um papelão, é como se estivesse a interpretar 30 personagens numa, de tantas facetas que o Dexter tem) e as histórias têm sempre aqueles momentos de humor negro impagáveis.
Venha a 6ª temporada!

quarta-feira, setembro 28, 2011

Noite Bi(m)ba

Só as pessoas fixes é que vão ao nb porque é entrada livre para estudantes, ficam lá 10 minutos e vêm embora. Só melhorar os ares com a sua presença e depois abandonar as instalações. Ah-ah!

terça-feira, setembro 27, 2011

Upsie.

Alguém já foi tocar ao TAGV e depois saiu e esqueceu-se da capa numa cadeira, no palco?
Eu já. Duas vezes. Nice.

Bolas!...

Esta cena fica no ouvido!

terça-feira, setembro 20, 2011

As aulas já estão a começar

Bela merda, não gosto nada.
Só o stress de escolher a treta do horário era completamente escusado. E subir as monumentais três vezes ontem também...

sexta-feira, setembro 16, 2011

The Way We Died & The Wolf-Shaped Bullet

Alguém viu o final de temporada de Fringe? Raios parta às séries de ficção científica, deixam-nos com cada cliffhanger! "Peter Bishop never existed." Okay, tá certo.
Achei toda a cena de ir para o futuro e da fusão dos mundos um bocado desesperada, como se os gajos não soubessem muito bem o que inventar, mas podia ter sido pior. Tenho sempre um bocado pena de neste género de séries de sci-fi/fantasia do género "caso da semana" quanto mais temporadas têm, menos casos da semana aparecem, e mais mitologia manhosa e confusa surge (Sobrenatural é um bom exemplo), mas continua a ser uma das séries mais interessantes da tv.
E o final de temporada de Being Human (UK!)? Fiquei sem me decidir se foi épico, foleirão ou algo lá no meio. Sim, teve choradeira, diálogos emotivos, alguma incongruência na história e tiradas patéticas, e sim, foi polvilhado com um bocado de overacting aqui e ali, mas não deixa de ser um final porreiro para uma temporada que foi mais fraca que as anteriores. Além disso, mesmo com os seus defeitos, Being Human é das minhas séries preferidas: é imaginativa, os actores esforçam-se, tem um toque de humor britânico e não põe paninhos quentes no palavreado e na violência, sem nunca cair propriamente na ordinarice e gore desnecessário. Só acho que a próxima temporada vai sofrer um grande rombo sem o Mitchell, que era para aí 40% do apelo da série, não só pelas razões óbvias, mas porque a personagem é de longe a mais interessante.

Música: Kaiser Chiefs - Love's Not a Competition

segunda-feira, setembro 05, 2011

Freddie rocks.

Um dos melhores Google Doodles está na página do Google. Não se esqueçam de ir lá carregar no Play.

Long live [the] Queen.

quarta-feira, agosto 31, 2011

Tás cheio de tirar o lixo da casa-de-banho!

Primeira impressão de Lisboa nesta nossa viagenzinha: não se pode fazer chichi. Em Sta. Apolónia temos de pagar 50 cent e até chegarmos à Cova da Piedade, por todas as estações por onde passámos as casas de banho estavam fechadas (ou era preciso chamar o marinheiro, aparentemente desaparecido em combate).
Enfim, pudémos experienciar o que é enfiar 8-9-10 pessoas num apartamento não assim tão grande, descobrimos que o Nico não sabe medir coisíssima nenhuma, fomos parar a Alfama por acidente (não pode ser, é bué longe!!!) e o Ganda Boi passou a Bad Boi, com passagem directa pela esquadra da GNR, apesar de só ter 15 aninhos (ahah!). E os rapazes descobriram que é possível limpar-se alguma coisa mais que uma vez por ano...

sexta-feira, agosto 19, 2011

Jane

Bem, acabei hoje de ler "Jane Eyre", numa daquelas edições meio manhosas mas sem dúvida baratuchas da Book It. E pronto, lá está, a Rita é uma perdida por romances vitorianos e tal e coiso. Portanto gostei, apesar do final parecer um bocado a despachar e de ter umas tiradas religiosas algo dispensáveis lá pelo meio - o que é perfeitamente compreensível tendo em conta que o livro foi originalmente publicado em 1847 e que o pai da Charlotte Bronte era reverendo.

Li o livro. Vi o a adaptação cinematográfica de 2011 (awesome!), uma mini-série da BBC de 2006 (awesome!) e bocados da adaptação cinematográfica de 1996 (não gostei particularmente do pouco que vi). Acho que já chega de Jane Eyre.
Tenho no entanto de referir uma coisa mal nas duas primeiras adaptações: o Mr. Rochester é suposto ser feio. Muito feio, frisa repetidamente a Sra. Bronte ao longo do livro. Ora o Toby Stephens, da série, não é nada feio e o Michael Fassbender, do filme de 2011, bem, esse então é o completo oposto de feio. Mas esse é daqueles desvios à obra original que não fazem mal nenhum, diga-se de passagem.

PS. Ah, a Madeira!
PPS. Poster é do filme de 2011.

quinta-feira, agosto 04, 2011

"All the dutches say Hooooolland!"

Duas peripécias para relatar:
Um- Vem um rapaz ter connosco numa disco e pergunta "Viste os meus amigos?". É-lhe respondido o lógico "Não sei quem são os teus amigos!" (nunca se tinha visto o rapaz mais gordo). Ele faz uma cara infeliz e lamenta-se "Não queria ficar aqui perdido no Sudoeste!". Tendo em conta que estávamos em Albufeira, acho que se pode deduzir qualquer coisa da taxa de alcoolémia do fulano...

Dois- Estão um grupo de gajos na praia, todos com os calções para baixo a mostrar os traseiros, nos quais todos têm uma estrela algo pirosa tatuada. Chega o nadador-salvador ao pé deles para os repreender ou coisa assim, e ouve-se um a resmungar "Então as gajas podem fazer topless e um gajo não pode andar com o cu à mostra?". Poético. E levaram a melhor, porque continuaram com o rabo à mostra todos contentes, a tocar bandolim e guitarra e a cantar canções bastante ordinárias.

terça-feira, agosto 02, 2011

"Ela quer é carapau"?

Quando uma pessoa se começa a sentir algo desconfortável por estar no próprio país e só ver estrangeiros, eis que se está numa disco a ouvir "Sexy Bitch" do David Guetta e um grupo de rapazes à esquerda começam a gritar "UH, QUE GANDA PÊXE!".

Ah, tudo está certo no mundo.

Música: Ganda Pêxe
(estava a brincar)

Retro?

Nunca eu pensei que viesse para o algarve em 2011 ouvir nos "disco-bares" reggaeton, incluindo grandes sucessos como "Papi chulo", "Gasolina" e "Rakata" que bombavam nos carrinhos de choque em 2006 ou coisa que o valha.

Isso e ver os típicos estrangeiros, loiros e de olhos azuis, a gritar "oi oi oi" todos divertidos ao ouvir kuduro.

segunda-feira, agosto 01, 2011

Vim de férias para o estrangeiro e não sabia

Aparentemente, vem uma pessoa para Albufeira e parece que nunca saiu de Coimbra: ontem vimos a Tuna de Medicina da UC.
E as coisas que se presenciam numa fila para táxis? Esperar uma hora para subir 500 metros tem os seus pontos positivos, como assistir a uma autêntica novela mexicana entre quatro bimbas inglesas, mães e filhas (penso eu de que, como dizia o outro), novela essa complicada quando uns alemães que estavam atrás começaram alegadamente a mandar boquinhas, inadvertidos que as gajas sabiam alemão "we know other languages, you know?". Tudo isto resultou nelas a fazerem queixinhas de um dos alemães (que tinha uma tatuagem em português com acentos ao contrário) aos GNRs, que o foram buscar para conversar com ele, enquanto as parolas das inglesas ficaram a discutir qual dos dois GNRs era mais sexy e a continuar a sua telenovela do "It's not about you tonight, stop crying!" e "I swear on my life!", vá-se lá saber o que é que aquela gente tinha andado a aprontar (elas eram tão irritantes que a certo ponto deixei de lhes prestar atenção, mas pelo que percebi tinha qualquer coisa a ver com o facto de alguém ser uma pêga). A bela da espera ainda me deu oportunidade de treinar o inglês com uns holandeses que estavam à frente. Reproduzindo parte do diálogo:

Eu: ...waiting in line.
Holandês meio bêbado: wine?
Eu: No, I said line. It's too late in the night for wine (eram 5 da manhã).
Holandês meio bêbado: It's never too late for wine!

Maravilha. Tudo isto mais o facto de a Patrícia ter dado uma descasca ao gajo errado por se ter metido com ela e a cara do pobre rapaz, que para além de não ter feito nada não devia perceber uma palavra de português, made my night.

Johnny, la gente está muy loca!