sexta-feira, abril 26, 2013

Queima

Para citar o meu amado Tenth Doctor: "What? What? What?".
Para citar qualquer aleatório portuga: "Mas que merda é esta?"

Não é que eu não vá para o recinto na mesma, mas oh pá, que nhanha.

terça-feira, abril 23, 2013

Broadchurch, series finale (not)

Que aflição, gente! Já não ficava tão afectada com uma série há muito, muito tempo.
Brilhante mesmo. Actores de top, com papéis difíceis como o raio, uma banda sonora e fotografias espetaculares para completar a história. O mistério adensa-se e mantém-nos colados sem se alongar eternamente e a o DI Hardy (oh, David Tennant!) é provavelmente o polícia mais bem caracterizado da TV. A tensão criada pela personagem e pela sua backstory  deixa-nos em constante desespero, parece que a qualquer momento o homem se vai desmoronar, emocional e fisicamente.

Aquele "Broadchurch will return", e consequente confirmação internética de segunda temporada, deixaram-me a pensar; por muito que tenha gostado da série, é uma coisa com princípio, meio e fim. Não vejo por onde possa andar, e parece-me que qualquer rumo que dêem à coisa vai atirar a série do pedestal onde eu a pus abaixo. Audiências, audiências, sempre governados pelas audiências. Oh, well, we'll always have season one.
Freakin' Broadchurch!

domingo, abril 14, 2013

Eh pá, as telenovelas da TVI andam muito hardcore!
E o Diogo Infante agora faz de mau.

Wow.

segunda-feira, abril 01, 2013

Não é tão giro...

... quando num programa de domingo da TVI um senhor ganha 50.000 euros e a primeira coisa que pergunta quando lhe telefona é "Isto é do Portugal no Coração?".
Well played, sir, well played indeed.

Capitão Iglo!

Sabe-se que o país anda pelas horas da amargura quando o Presidente da República dá a sua opinião sobre assuntos prementes da actualidade ao lado dos douradinhos da Gelpeixe.

quinta-feira, março 21, 2013

Atmosferimar

Andam a mudar o nome dos institutos para quê, mesmo?
Instituto Português do Mar e da Atmosfera não é a mesma coisa, até porque tudo o que meta mesmo a palavra mar faz-me lembrar marisqueiras.

terça-feira, março 12, 2013

" Estás em contra-mão, estás em contra-mão!!!!"

terça-feira, março 05, 2013

Sad story

Porquê, Community, porquê? Prevejo que vais ser cancelada não tarda. E por esta temporada até agora, bem que mereces!

sábado, março 02, 2013

"Thanks for the memories"

E acabei de ver a terceira temporada de Haven.
Porque é que eu vejo Haven? É a típica série do Syfy, ou seja, fantasia mixuruca numa história que deve pouco à lógica, com o Canadá a passar por uma qualquer zona dos EUA, efeitos especiais duvidosos e actores na sua maioria so-so. Mas sei lá, vi a primeira temporada num espírito de "isto é mesmo mau, só vejo mesmo porque a temporada é pequena e sempre dá para passar o tempo" e depois eventualmente comecei a gostar da coisa.
Secalhar o facto de a história parecer desenrolar-se em cima do joelho, como se nunca planeassem mais que dois episódios de cada vez, dá-lhe um toque de imprevisibilidade interessante (mas também, aquilo não faz grande sentido, portanto era difícil de prever recorrendo à lógica). Ou talvez eu tenha apenas um grande interesse em triângulos amorosos telenovelescos (Team Nathan!!!!). Ou precise de uma dose semanal das piadas secas do Duke ou do ar acabrunhado do Nathan.
O certo que é que o toque de amadorismo (quer dizer, caramba, o Duke não é polícia, mas está SEMPRE no sítio onde acontecem as coisas, ou acaba por aparecer casualmente e ajudar - "hey, Audrey, vamos almoçar?" - e acontece algo precisamente no momento em que ele apareceu só para o incluirem na história) até tem piada, neste caso... Cá para mim a história é parva de propósito.
Quanto ao final de temporada propriamente dito, levantou-se uma questão muito flagrante: "Huh, o que raio é que se passou aqui?". Nem consegui perceber afinal se o Nathan levou tiros ou não, num momento esta no chão no outro já está em pé a gritar AUDREEEEY! a plenos pulmões. A sério, toda este episódio foi ainda mais surreal do que já é costume. Agora fico ardentemente à espera da nova temporada, para saber como é que vão fazer aparecer a Audrey outra vez e se ela não muda de ideias e decide que prefere o bad boy. Só espero que não andem para a frente 27 anos...

Só em Haven é que uma pessoa poderia considerar verosímil uma pessoa ter de entrar num celeiro mágico para acabar com uma chuva de metoritos.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

"A Vast and Fiendish Plot"

Copper chega ao final da sua primeira temporada com aquele que é o episódio mais chatinho de todos, vá-se lá saber porquê.
Gosto de ficção histórica, mas em formato série nem sempre me convencem. Não há os recursos do cinema; guarda-roupa mais limitado, cenários idem-idem - isto é notório em Copper, em que parece que só há uma rua em todo o Five Points. E pronto, isto não é baseado em nenhum clássico da literatura, os diálogos são um mixurucada entre diálogo à época e coisas mais de hoje em dia para o pessoal não esforçar muito a cabecinha.
Mas é giro, sim senhor, mesmo que a história não seja nada de surpreendente e os casos de polícia (que nem interessam assim muito, ao fim ao cabo) serem bastante básicos. Os choques entre as três comunidades e a velhaquice de todas as personagens fizeram-me gostar de Copper. A Annie mete-me bastante impressão, mas pronto.

domingo, fevereiro 03, 2013

Quando em Portugal, sê português

Encontrei este post ao navegar pelos arquivos e dei-me conta que vi ambos os filmes.
Como óbvia mente brilhante que sou, não é de surpreender que tivesse razão e desconfiar do Humberto Delgado americano em "Operação Outono". O filme é relativamente interessante, focando-se numa parte pungente da nossa história recente, e apesar de não ter achado imensa piada à estrutura narrativa de andar para a frente e para trás, gostei do filme. Mas como previa, o raio da dobragem é imensamente irritante, ainda para mais sendo o Rogério Samora a fazê-la - torna-se frustrante porque só nós relembra que temos atores decentes cá que podiam muito bem fazer a coisa. Segundo um dos actores, que estava presente no cinema quando fui ver o filme e que foi depois bombardeado com uma sessão mais ou menos pertinenente de Q&A, escolheram o homem não só por ser amigo do realizador, mas também porque era parecido com o General. Oh pá, 'tá bem, mesmo assim. Torna-se estúpido. Todas as cenas em que o homem entra ficam subitamente pouco credíveis. Um aparte: meu, aquela gente era estúpida pr'a caraças, a ter decorrido assim, foi um crime particularmente mal enjorcado!

Quanto a "As linhas de Wellington", o John Malkovich não faz grande coisa de jeito no filme e apresenta um dos sotaques britânicos mais horríveis que já se ouviu. Quanto ao resto do filme, é interessante (não amei, mas acho que o dinheiro do bilhete foi bem gasto). Ainda que não seja propriamente um filme para as massas, prova que se conseguem realizar grandes-produções épicas por cá. Espero que abra o precedente e que mais se sigam, até porque não só temos muito por onde filmar, também temos muita história para contar...

sábado, fevereiro 02, 2013

"The Choice"

Desde que li algures alguém a opinar acerca de Homeland, nomeadamente frisando a quantidade estúpida de vezes em que a Carrie chora, que não consegui tirar isso da mente enquanto vejo a série. É verdade. O raio da mulher está sempre a chorar, é porque não apanha o terrorista, é porque o apanha, é porque o Brody é mau, é porque o Brody se torna bom, é porque ele gosta dela, é porque não gosta dela... Enfim. E as tendências de fedelha mimada? "Carrie, não vais por aí!" Por onde é que ela vai? Exactamente, por aí.
Hey, Segurança Nacional continua a ser brutal, mas as personagens ficaram todas um bocado mais irritantes nesta segunda temporada.Começando pelos miúdos, mas os adolescentes são irritantes em TODAS as séries dramáticas (na vida real também são, portanto não é muito surpreendente) e acabando nos protagonistas no seu estado I-Love-You-Beary-Much. Gostava mais quando desconfiavam um do outro e tinha sempre uma pistola numa gaveta perto de si, era mais emocionante.
Este final de temporada não foi tão espectacular como o anterior, e até achei o final mesmo um bocado chocho. Mas pronto, vamos lá ver como é que vão dar a volta à coisa na terceira. Venha mais uma!

sábado, janeiro 19, 2013

E tudo o vento levou...

Acho por bem deixar aqui para a posteridade que estes fabulosos ventos de 130km/h não só estão prestes a levar a antena de TV do prédio da frente como andam a deixar estranhos presentes pela rua fora. Exemplefiquemos: ainda há bocado, no passeio directamente por baixo da minha cozinha, encontrava-se uma embalagem de manteiga Milhafre.

sábado, janeiro 12, 2013

Anger management

Se há coisa que me irrita, é chamarem-me Ana Rita. Porra, pá, nunca disse a ninguém "Olá, eu sou a Ana Rita", mas mesmo assim as pessoas insistem em trocar-me o nome! Se eu lhes digo o meu nome correcto, sem qualquer "Ana" à vista e assino sem qualquer "Ana", porque raio é que me vão chamar outra coisa? Sinceramente! Ainda hoje mandei um e-mail, assinado normalmente, e a resposta foi "Olá Ana Rita,..."
EU NÃO SOU ANA RITA! chish!

sexta-feira, janeiro 11, 2013

Porque é que tive a brilhante ideia de pousar o meu lanche quentinho na secretária? O meu caderno possui agora um pestilento cheiro a tosta de queijo que, sinceramente, me está a deixar ainda mais enjoada que GGQ...

nanananana....

Obrigada, vizinho de baixo, por tentares animar o meu estudo tocando "More than words" dos X-treme por diversas vezes ao longo do dia, frisando bem a percursão rítmica no tampo da guitarra. Aprecio o esforço, mas não sou assim tão fã de baladinhas.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Pagford

Tal como muito boa gente, dediquei-me a ler o livro novo da J. K. Rowling com a fé cega de que iria gostar de qualquer coisa que ela escrevesse. Não deixa de ser verdade, a maneira cativante de escrever está presente, mas o tema e a história, não são, de todo, o meu estilo. Quer dizer, lendo a sinopse parecia bem mais uma espécie de dramédia do que a tragédia grega que acaba por ser. Eu já sabia que não tinha nada a ver com Harry Potter, obviamente, mas o livro deixou-me algo deprimida. É uma espécie de livro-dementor, a sugar a felicidade, com todas as personagens a viverem miseravelmente, cada uma à sua maneira. Enfim, sempre é bom variar nas leituras...

quarta-feira, janeiro 02, 2013

Anita vai à cozinha

O Gordon Ramsay é a Anita dos chefs televisivos. Cozinheiros, vá, chef é só uma palavra mais fina, para diferenciar quem faz comida e quem faz comida que custa 50 vezes mais.
Já apanhei na tv, ao longo dos tempos:
  • Ramsay a testar pessoas para trabalharem num dos seus restaurantes ("Ramsay treina chefs")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes no Reino Unido ("Ramsay vai ao restaurante inglês")
  • Ramsay a fiscalizar e melhorar restaurantes nos Estados Unidos("Ramsay vai ao restaurante americano")
  • Ramsay na prisão a ensinar presos a cozinhar ("Ramsay na prisão")
  • Ramsay no Masterchef, não sei muito bem a fazer o quê que nunca vi um episódio inteiro ("Ramsay e o chefe-mestre")
  • Ramsay na Índia a descobrir a cozinha local ("Ramsay vai à Índia")
  • Ramsay a criar perús e outras coisas semelhantes ("Ramsay fica em casa")
  • Ramsay a ensinar o telespectador a fazer uma refeição de Natal com ingredientes esquisitos e que na realidade ninguém vai tentar fazer ("Ramsay celebra o Natal")
O que todos têm em comum? Palavrões. E comida.  E ocasionalmente uma série de indígenas indianos levam o Gordon à caça e ele pragueja sempre que lhe disparam aleatoriamente aos ouvidos.
Desenhem-no, arranjem-lhe um cãozinho, e têm toda uma nova série de livros infantis que ninguém gosta de receber nos anos.

domingo, dezembro 23, 2012

Vá....

Agora uma música de Natal que eu realmente gosto!