terça-feira, março 31, 2015

Língua Portuguesa

Vi um filme com o Matthew McConaughey chamado, no original, Mud (que é um trocadilho entre o nome da personagem principal e o local onde se passa a ação, nas margens lamacentas do Mississipi). Em Portugal chamaram-lhe Fuga, dado que o tal Mud é um fugitivo.

No Brasil chamaram-lhe Amor Bandido, porque... Sim?

Como acusar uma série ou How to get away from the TV

Como defender um assassino, no original How to get away with murder, tem sido bastante falada nesta estação televisiva, muito graças a esse portento da representação que é a Viola Davis.
Eu acompanhei até para aí uns oito episódios e desisti. A Viola Davis é qualquer coisa, já se sabe, mas isso não salva o resto da série de ser um telenovela à la Shonda Rimes como todas as outras séries criadas por ela. Isto não é necessariamente mau, eu gostei bastante dos primeiros tempos de Anatomia de Grey e de Clínica Privada, mas acho que a minha paciência se esgotou.
"Ai mas esta tem uma estrutura fora do normal, tem flashbacks de um crime". Não me interessa. Todas as personagens são insonsas e planas e só se interessam por um estúpido de um troféu e por andar aos amassos uns com os outros. Os casos que defendem em cada episódio não me despertaram qualquer interesse e o mesmo se aplica ao homicídio que une toda a temporada (e que é suposto ser a fita-cola que mantém o espetador colado ao ecrã).
Parece que é mais uma série da moda que eu vou deixar de ver...

segunda-feira, março 23, 2015

Agradecimento

Obrigada a todos os filhos da mãe que se divertem a roubar antenas dos carros pela cidade fora. Espero que façam bom proveito às três antenas que já me roubaram nos últimos tempos. A culpa é em certa parte minha, pelo menos nesta última vez, por achar que ninguém me ia roubar a merda da antena numa zona residencial como esta e ter-me credulamente poupado ao trabalho de a desenroscar e guardar.

Espero que sejam apanhados em flagrante e que a antena vos vá parar aonde o sol não brilha.

Factos semi-aleatórios semi-insólitos

Apercebi-me que os filmes que mais vezes vi são todos com a Keira Knightley (O Amor Acontece, Piratas das Caraíbas parte 1, Orgulho e Preconceito).
Podia tentar tirar disto a ilação de que não me canso de filmes que envolvam a senhora, não fosse a existência de coisas como London Boulevard ou Rei Artur ou o facto de que eu nunca irei rever Expiação (pelo menos no seu todo) devido ao seu final trágico e deprimente.

quarta-feira, março 18, 2015

Sleepy head

Às vezes quando estou quase a dormir ou quase a acordar tenho ideias muito brilhantes. Ideias tão espetaculares e inovadoras que assim que acordo e me apercebo do que o meu cérebro estava a magicar só me apetecer chamar-lhe idiota. Normalmente são premissas para romances de grande sucesso que provavelmente me habilitariam a ganhar o que quer que seja o equivalente literário de um prémio Razzie. Outras vezes, ultrapassam o contexto da literatura de cordel e passam para outros campos.

Por exemplo, esta noite durante o sono cheguei à conclusão que seria fantástico fazer um arranjo para o nosso pequeno ensemble de cordas do tema de abertura de "Dave, o Bárbaro".

quarta-feira, março 11, 2015

Continuum

Há qualquer coisa em filmes com viagens no tempo que me põe sempre de pé atrás. Suponho que seja a mesma coisa que me enerva solenemente quando séries ou franchises cinematográficos decidem alterar a continuidade das suas histórias canónicas através de golpes de efeito borboleta.
Desconfiei, portanto, quando a minha cara-metade me aconselhou a ver "Dá Tempo ao Tempo". "É uma comédia romântica! Com um protagonista ruivo! Tu gostas de comédias românticas e de pessoas ruivas...". Verdade. Mas só aprecio viagens no tempo em para aí 50% das coisas que vejo. Enchi-me de coragem, preparei-me para levar com uma dose moderada de trocas e baldrocas na história, e pus-me a ver o filme.

E não é que o filme me fez figurativamente um pirete e seguiu um caminho para mim inesperado? Afinal de contas é uma coisinha bem simpática (tenho de questionar a classificação de comédia, no entanto, que eu ainda choraminguei e não sou de chorar em comédias, nem quando são muito más). A coisa das viagens no tempo não é usada da forma tradicional... A estrutura-tipo "descobri-que-viajo; é-tão-engraçado; sou-tão-feliz; volto-atrás-para-ajudar-alguém; faço-merda-e-o-efeito-borboleta-estraga-me-a-minha-vida-no-futuro" não foi nem perto nem mais ou menos a escolhida.

Já devia saber que os filmes britânicos na sua maioria não são tão previsíveis como os seus congéneres de Hollywood. Toma que é para aprenderes a não julgar livros pela capa e filmes pela sinopse.

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Música

Apanhei um videoclip dos One Direction a dar no VH1. Não cheguei a nenhuma conclusão quanto à reposta à questão que parece perturbar tanta adolescente por esse mundo fora (nomeadamente "Qual deles é mais giro?"). Concluí, isso sim, que devem ter despedido o cabeleireiro de serviço, que a cachopada tem toda uma trunfa que já merecia um corte.

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

O Tio Óscar

Os óscares já não me fascinam tanto. O que antes se me apresentava como uma celebração da magia do cinema parece-me agora mais um festival de palmadinhas nas costas.
O pior mesmo é tentar ver o espetáculo descansado e os comentadores estarem constantemente a interromper para despejar estatísticas. No preciso momento em que estão a anunciar nomeados, gostava de apreciar os excertos dos filmes e não ser bombardeada com números de quantas vezes a Meryl Streep foi nomeada e o raio que parta. Os comentadores da TVI, os comentadores da SIC, sinceramente acho que não faz qualquer diferença. Quem não percebe inglês vê o compacto no dia a seguir com legendas. Era bom que chegassem à conclusão que os telespectadores preferem simplesmente ver a cerimónia em paz e sossego e acabassem com o raio dos comentários.

sexta-feira, fevereiro 20, 2015

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Prognósticos antes do início do jogo

Broadchurch está de volta. Os poucos episódios que já vi indicam-me que as minhas previsões e considerações estava até certo ponto erradas - a qualidade mantém-se e as novas linhas narrativas são sólidas e o seguimento lógico dos acontecimentos da primeira temporada (mas não tão óbvios que eu estivesse minimamente à espera do rumo que a coisa ia tomar).
A "frescura" da série desapareceu, já se sabe, dado que as personagens e as paisagens e a banda sonora e afins não são novidade, mas continua a ser um produto televisivo de topo. Com o aumento do número de séries europeias a dar na TV portuguesa, espero que não demorem muito tempo a arranjar Broadchurch.

Outlander

Que sorte a dela, viaja no tempo nas Terras Altas escocesas e descobre logo o único escocês do século XVIII que não parece que já não toma banho há três anos.

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Eu sei lá menina...

Há dias vi o Sei Lá, um grande marco cinematográfico baseado no romance homónimo (e segundo ouço dizer também ele um grande marco literário) da Margarida Rebelo Pinto.
Ora vejamos. Eu não li nenhum livro da senhora e não vou portanto tecer qualquer comentário acerca de literatura cor-de-rosa ou da fonte literária. Este comentário será portanto menos rico, mas esperemos que compense sendo bastante colorido.
Começo por reiterar a quem por acaso ainda não tem percebido que sou fã de comédias românticas, vulgo filme de gaja, e que como tal já assisti a um grande número de obras do género. Também sou apologista de apoiar o cinema português e tendo abranger nos meus visionamentos a produção nacional.
Quanto à obra em destaque: Sei Lá, o filme, é bastante insultuoso. É-o para as mulheres, em primeiro lugar, e é-o para a nossa inteligência, em segundo.
Quando eu me junto com as minhas amigas, a nossa conversa não gira só à volta de homens e papar homens e de como eles são cabrões. Há mais vida para além disso. Nem sei que nível de problemas do foro psicológico têm estas senhoras para odiarem tanto o sexo oposto, mas deve ser por isso que os únicos amigos que têm são outras três senhoras que odeiam o sexo oposto e que só falam nisso.  Com todo o seu espírito de libertação feminina "nós não precisamos de gajos", é irónico que Sei Lá seja incrivelmente machista e rebaixante para o sexo femino. Os homens são todos iguais, mas pelos vistos as mulheres também.
Em termos de história, é fraquinho, pouco plausível (pior agente do SIS de sempre) e um pouco idiota, características comuns a muitas outras comédias românticas mediano-fracas e facto que não surpreende ninguém.
Ah, e já agora, a protagonista é bipolar de certeza. Quer o espanhol à cara podre do Sr. SIS e no minuto a seguir quer o SIS à cara podre do espanhol.

Já sabia ao que ia, no sentido de que esperava uma comédia romântica "do costume", mas não esperava este nível de moralismos sexistas da tanga. Bah.

sexta-feira, janeiro 16, 2015

Cinco exércitos, um porco e uns póneis vindos de nenhures

The Hobbit parte 3 ou como a história do livro chegou ao fim. 
Se era para ter a conclusão do filme anterior feita em 10 minutos, mais valia terem posto isso no outro filme. Suponho que fosse demasiado conclusivo e eles precisavam de alguma continuidade, nem que seja para o terceiro filme não parecer totalmente desligado dos anteriores.
Foi o filme mais chatito de todos e honestamente não era nada assim que eu queria terminar a viagem pela Terra Média. Muito devido àquele mais que enervante triângulo amoroso Legolas idiota- elfa inventada - único anão sensual.
E o Thranduil? Oh my god I'm so bitchy, wow so much elf blood spilled, we'll go away now, most annoying, wow. 
Tinham feito um filme só, uma coisa simpática só com a história do Hobbit, com um espírito menos bélico e mais ligeiro fiel ao livro, e tinhamos todos saído daqui bem mais contentes. Eu sei que tinha.

Apaguei o post sobre o Portal sem querer

Mas dizia qualquer coisa do género, é girito e tal, apesar de ser pequenito e de só conter puzzles, muito pelo sentido de humor impecável.

The cake is a lie.

Faraó

Este jogo era fantástico na minha infânica porque eu não tinha capacidade para passar mais do que três níveis. Agora estou farta de construir pirâmides, não tem jeito nenhum ter tudo pronto para passar de nível e depois estar horas e horas à espera que construam a porra da pirâmide. Argh.

sexta-feira, dezembro 26, 2014

Natal

Há três dias que me sinto cheia. Acho que vou correr a maratona.

quinta-feira, dezembro 11, 2014

Cómi-Come

Ora parece que sucedeu em Portugal uma convenção de coisas nerds. Para resumir a coisa:
  • Não havia nada de Doctor Who
  • I found some droids I wasn't looking for
  • A parafernália à venda era basicamente tralha que se encontra em qualquer FNAC
  • Serviço "rent-a-zombie", sempre útil
  • O painel do Capitão Falcão podia ter sido menos politicamente ativista
  • É difícil ser um Pinguim de Madagáscar quando se têm de avançar numa linha direita
  • Era fixe ter ido logo na abertura e passar o resto do dia a jogar consola e novos jogos de PC. 
De qualquer forma, não tenho a certeza se obtive realmente money for value. Se arranjarem uma visita do David Tennant, estarei lá para o ano batida. Em caso contrário, acho que depende muito do programa, porque se fôr semelhante a este ano, já está visto.

I won't be back

O trailer do novo Terminator irritou-me. Não só porque é mais uma tentativa de ressuscitar um franchise que já deu o que tinha a dar, mas principalmente pela permissa da coisa.
Parece que afinal a continuidade dos outros filmes nunca aconteceu porque não sei o quê se passou que criou uma nova linha temporal. DETESTO quando fazem isso. É Fringe "o-Peter-nunca-existiu" all over again. Está uma pessoa a ver os filmes, a assimilar a história, e eles decidem mandar o cânone para o lixo? Sinto-me sempre defraudada nestas situações, parece que a minha dedicação a ver os outros filmes foi completamente escusada.
Eu já não vi o Salvation, não me apanham neste de certeza. É que para além desde irritação da continuidade, o trailer adivinha um produto de pouco interesse. Se o Schwarzenegger soubesse mesmo representar a sério, estava agora a fazer de avôzinho em melodramas e não tínhamos que aturar estes veículos egotísticos que servem exclusivamente para ele ter oportunidade de dar porrada em alguém apesar de já não ter idade para isso.

segunda-feira, novembro 24, 2014

Cobertura noticiosa acerca da detenção da moda

Não sei se ria se chore. Nunca na TV portuguesa tivemos tantas horas de filmagem consistindo apenas num plano meio tremido do portão de uma garagem.

quinta-feira, novembro 20, 2014

Que droga

The Knick tem diversas coisas interessantes que justificam ver a série. Retrata as disparidades sociais de um passado relativamente recente quer a nível de classe, quer a nível de raça, e introduz-nos ao funcionamento dos cuidados de saúde nos primórdios da medicina moderna. Mete um pouco das vidas pessoais das personagens, claro, e isso ajuda a compreender melhor a época em questão.
Agora, acontece que o protagonista é viciado em drogas e isso às vezes mete-se no seu caminho. Okay, tudo bem. No entanto, toda a cena da droga é provavelmente o elemento menos interessante da série - esse elemento está presente nos nosso dias, e como tal está representado em milhentas outras séries e filmes e afins, e não traz de novo. Mas o que é que a malta que gere a série escolhe focar na reta final de uma até aí excelente série? A droga, claro. Eh pá, a sério, para mim, estão a estragar a série. Depois daquele excelente episódios dos motins, metem-me a falta de cocaína e o Thackery a flipar completamente. Eu quero o Thackery a fazer cirurgias, não quero o gajo a entrar em ressaca, para isso via o Trainspotting outra vez!

quinta-feira, novembro 13, 2014

Eu tranquei o carro?

Ontem ao visionar um fantástico episódio daquele reality show que segue um veterinário jeitoso australiano a tratar de coalas, ornitorrincos e o ocasional cãozinho ou gatinho, reparei que o dito bonzarrão protagonista trancou o carro. Chave premida e "bip bip" em sinal de trancas postas.
Ora, só num reality show é que as pessoas trancam o carro. Num filme ou qualquer outra obra ficcional, nunca ninguém tranca os carros. Ainda ontem estava a dar um qualquer filme da fábrica Tyler Perry em que uma advogada ricalhaça se apaixona por um mecânico pobretanas mas muito boa pessoa e que gosta de andar em mangas de camisa. Ora o dito mecânico leva a dita advogada jeitosa ao seu bairro problemático, mas onde na realidade as pessoas são super simpáticas, e ela pergunta "isto não é perigoso?" e ele ri-se tipo "bitch please, tás comigo tás com deus". Ora porque é que eu estou a descrever a história de um filme do Tyler Perry? Porque apesar da alegada "perigosidade" do bairro, ninguém trancou o carro, que por sinal até nem era mau bólide.

Nas sitcoms também nunca fecham as portas de entrada, mas mais sobre isso numa próxima oportunidade.

terça-feira, novembro 04, 2014

Horder

A tralha que se acumula em cinco anos.

quarta-feira, setembro 24, 2014

Expecto Patronum

The Leftovers é capaz de ser a série mais deprimente de todo o sempre. Uma pessoa vê aquilo e parece que foi atacada por um Dementor.

quinta-feira, setembro 18, 2014

Feeling blue

Cada vez mais me cheira que não me vai ser possível ficar por cá. Em breve, penso, terei que dizer adeus a morar nesta cidade que se veio a tornar parte importante da minha vida. Perdoem-me o recurso a lugares comuns, mas para mim, Coimbra não é só o local onde estudei. É "a cidade grande" que eu, modesta pessoa do campo, visita desde pequena. Não só a associo a minha vida universitária, como a quase tudo o resto. As memórias extendem-se desde andar naquele burrinho que abanava no Coimbra Shopping até dançar krump na queima das fitas. Desde pequena que quis vir para aqui estudar, e penso que desde pequena que quis aqui viver. Claro que à minha estima pela cidade se acrescenta o meu gigantesco conformismo, mas estou no meu direito.

domingo, agosto 31, 2014

Tomb Raider

Ansiosamente aproveitei uma promoção para obter o último Tomb Raider na minha conta steam, e assim que me vi de férias, pus-me a jogar.
O jogo deu-me nem para uma semana - e há que ter em conta que eu não passei dias enfiados em casa a jogar, que eu tenho uma vida para além do meu pc. Nunca tal me tinha acontecido em jogos deste género, normalmente farto-me de morrer, de me perder no cenário, de ter de ir ler walkthroughs na net por não perceber nada do que é para fazer. Ora neste caso a minha noobicidade não me atrapalhou muito, porque a Lara percorre o cenário sempre de forma muito encaminhada, sem sombra de dúvida (por um lado é bom, que eu odeio ter de recorrer a walkthroughs, mas por outro também me parece um pouco limitado, sem mistério).
Eu gostei do jogo, foi uma experiência interessante de jogar, mas foi o TR de que gostei menos do considerável número de incursões que já joguei. É mais violento, mais realista, mas sinceramente quando me meto numa cena assim, de saquear túmulos e arqueologia radical, não estou propriamente à procura de uma história super credível. Além disso, sempre achei piada a percorrer o mundo com a Lara, e neste não saímos da malfadada ilha, já estava farta de matar maluquinhos na floresta e em bases abandonadas à la Perdidos.
Mas ainda mais chocante, não há nenhuma oportunidade para nadar! É uma ilha! Cheia de ribeirinhos e afins, já para não falar no próprio mar, e uma pessoa anda sempre com água pela cintura. Anedótico. Os programadores não tiveram tempo para dar à Lara a habilidade de nadar, foi? Eu aguento não conduzir um único veículo, mas nadar sempre foi das minhas coisas favoritas. Bah.
Espero que o próximo seja melhor.

Novidades

Desde o último post:
- Aqui a je já é oficialmente amestrada. E desempregada.
- A Madeira continua no mesmo sítio.
- Madrid é uma cidade sem a quota essencial de monumentos, mas que ultrapassa as outras na sua quota de pêgas encostadas a árvores.
- Fui à Figueira e estava vento.

O mundo continua a girar, ne c'est pas?

quinta-feira, julho 17, 2014

Rabiscos

Assinar em duas diferentes localizações cada uma das 15 cópias, entre relatórios e monografia, que tenho de entregar amanhã, fazem-me parecer uma autora a autografar livros para fãs imaginários.

sábado, junho 28, 2014

Doge

Os canídeos da Conchada fascinam-me.
As pessoas fazem a sua vida, andam de um lado para o outro a fazer recados, e os bobis seguem os donos, calma e complacentemente. Alguns nem requerem trela, simplesmente seguem as pessoas, sentando-se à porta sempre que estes entram nalgum edifício.
Um bom exemplo disso é um pequenino cachorro dentuço, com um ar engraçado, que anda sempre por lá a acompanhar o seu máior. Temos também um cachorro perneta, que só têm três pernitas, e que também é vista habitual, ou um cão gigantesco, que na realidade ainda é muito jovem, que é para aí do tamanho do scooby-doo e mesmo assim limita-se a ficar deitado a babar-se enquanto espera pelo dono.

Se eu fosse com o meu  Frodo à Conchada, ele ia ladrar a toda gente e correr em zigue-zagues que nem um louco, acabando provavelmente debaixo de um carro. Enfim, são vidas.

Arcada

Tive oportunidade de visitar um dos ditos tascos referidos no post anterior. Não se comeu mal e o sítio era engraçado, mas as porções eram hipster-pequenas e por aquele preço comia num verdadeiro tasco porções de pica-pau e moelas labrego-grandes.
Gourmet, schgourmet.

domingo, junho 22, 2014

Geocaching falhado por razões meteorológicas

Deixa-me um pouco entristecida que só ontem tenha descoberto, de forma absolutamente casual, que existem diversos cafézinhos/petisqueiras de aspeto interessante nas ruas circundantes à Sé Velha. Não fazia ideia. E eu que achava que já sabia mais ou menos o que havia em Coimbra, pelo menos nas zonas mais perto de casa. Fail!

terça-feira, junho 17, 2014

Worst. Series. Ever.

Almost Human podia ter sido muito inovadora, mas não foi.
Mixology podia ter sido muito engraçada, mas não foi.
Dracula podia ter sido muito interessante, mas não foi.

A primeira prometia um buddy-cop-show-sy-fy, e até cumpriu ao construir uma relação interessante entre os dois protagonistas e um universo tecnologicamente avançado minimamente consistente, mas não conseguiu deixar de ser aborrecida, com personagens secundárias chatas como o raio e diálogos pouco credíveis.
Quanto a Mixology, nem sei muito bem explicar porque é que aquilo não funciona. A ideia até é gira,  e o formato sempre é um pouco diferente do habitual, mas nunca consegue ter efetivamente graça. O que vá, é bastante importante numa comédia. As piadolas são muito fracas e repetem-se mil vezes, e as personagens são muito irritantes (credo, aquele barman...).
Li uma coisa bonita acerca desta série que devo partilhar: "Mixology is the show that happens when you empower people who think Axe Body Spray commercials are documentaries.". E é isto.
Dracula é daquelas séries que tem bué a mania, acha que é bué fixe, mas na realidade não traz nada de novo ao mundo. Todas as personagens são idiotas, a trama é aborrecida e previsível (em toooooooooooodas estas séries de fantasia alguém é a reincarnação do amor tragicamente perdido do protagonista/vilão?) e há um sério caso de encher chouriços ao longo de toda a temporada.

Portanto, as novas séries que andei a ver desapontaram todas, cada uma à sua maneira.
E pelos novos trailers que andam a surgir pelas internets, nada de melhor se avizinha. (Galavant, a comédia musical medieval, será talvez a primeira a ser cancelada.)

terça-feira, junho 03, 2014

Can't touch this

Aquele momento em que estás a atender alguém, no teu lugar de estágio, e a M80 começa gloriosamente a passar MC Hammer. E tu tentas suprimir a vontade de começar a rir na cara do utente.

terça-feira, maio 27, 2014

Queima

Reparei agora que se passou a Queima deste ano e nem uma palavra foi escrita neste estabelecimento acerca do assunto. Pois bem, vamos lá, antes que se desvaneça da minha memória.
A serenata foi fraquíssima, longuíssima, aborrecidíssima. Faltou o som, faltou a luz, demorou quase mais uma hora do que era suposto, a escolha musical não foi muito interessante.
O Sarau foi bonito como sempre, pelo menos a parte em que participei/assisti. É dos momentos altos do ano, tocar no Sarau, e espero sinceramente que possa fazê-lo de novo. Caso isso não aconteça, não foi um má despedida.
Baile de Gala: mais divertido que o ano passado, melhor vestida que o ano passado, comida chique igualmente chocha. Levar sabrinas desdobráveis foi oficialmente de génio. Roam-se de inveja, aí a queixarem-se dos pés!
Cortejo... Aproveitar até à última, acenar ao último carro a atravessar a ponte. Somos finalistas ou não?
Noites do parque... Dado o cartaz horrendo e a exaustão pessoal de cinco anos consecutivos a ir a quase todos os dias da queima bombar para as tendas, provavelmente já me diverti mais. De qualquer forma, teve os seus momentos, claro, graças aos meus miguitos de sempre e a eventos interessantes como subir ao palco no dia da FFUC. E comer tripas de chocolate.
Chá Dançante - completo desastre. Vale a pena falar no assunto? Começou espetacularmente, a curtir milhões como Raguette, mas rapidamente se tornou azedo com a vaca da Rosinha e a organização que só o é mesmo de nome, diferente nas pessoas mas igual nas ações, ano após ano. É tão certo como chover na festa dos Covões. A serenata improvisada foi bonita e interessante, mas valeu-me uma bonita constipação.

Enfim, ao fim ao cabo, é mais do mesmo. E no entanto, não havendo mais para o ano, teve um certo gostinho de despedida à vida académica à mistura. Acaba por ser agri-doce - se por um lado há vontade de prolongar a vida de estudante, continuar a viver Coimbra da mesma forma só mais um bocadinho, por outro lado há uma súbita realização de dejà vu, de que estas experiências já não são propriamente novas e de que repeti-las até à exaustão não vai decididamente fazer com que voltem a ser novidade.

A queima acabou, as cartolas e bengalas foram arrumadas nalguma dispensa poeirenta a título de recordação, e é hora de seguir em frente.

For Now I Am Awesome

Eu fui ao TAGV pelo Olafur. Parece-me que a maioria da populaça estava lá pelo Rodrigo Leão, mas eu apesar de gostar do senhor, já o tinha visto, e queria era mesmo mesmo mesmo ver o Olafur Arnalds, vindo diretamente da Islândia para a nossa coimbrazinha. E o miguito Arnor Dan, claro.
E devo dizer que não gostei especialmente da parte do sr Leão, mas gostei, e muito, da parte do sr. Arnalds. Gostava imenso de repetir, de preferência desta vez num concerto só dele. E o Arnor Dan, que voz! Seja sobre banheiras ou sobre o que o Olafur quiser, a música dele é muito interessante.

 E ele também, aparentemente. Houve quem o quisesse meter no bolso e levar para casa. Eu cá não sei, só estou a transmitir a mensagem.

terça-feira, maio 13, 2014

Snif

O facebook é só cartolas.

terça-feira, abril 22, 2014

Tenho sono

Ser "adulto" é uma chatice. Ser estudante do ensino superior é que é fixe, honestamente, tem-se algum nível de liberdade, coisa que não se tinha no secundário, mas sem se ter graaaandes responsabilidades. Não é que elas tenha acrescido imenso agora que estou a estagiar, não passei subitamente a ter de ser eu a pagar as contas (para isso era preciso não trabalhar de graça ahah), mas sinto falta daquele espírito "se não me apetece ir à aula, ou se tenho outra coisa para fazer, não vou". Para além disso prefiro ter um horário desigual ao longo da semana, torna a coisa menos monótona, e permite a uma pessoa ir aqui ou ali aproveitando os "furos" que ao longo da semana vão sendo a diversas horas, ao invés de atualmente que nunca sei quando é que consigo ir fazer as coisas. É uma questão de hábito, como qualquer outra coisa, mas a minha pessoa, pouco dada a mudanças, não gosta nem um bocadinho destas alterações... e da ideia, quase certeza, de que a partir daqui é só a piorar.
Quer dizer, pensando no assunto, qual é o objetivo maior da existência? Estou quase a atingir o objetivo que me tem guiado durante toda a minha vida - acabar a formação académica para ingressar no mercado de trabalho. Okay, muito bem, vamos lá trabalhar das 9 às 5 até ficarmos velhinhos e entrevados e batermos a bota. E pronto, é tudo o que há, life is pointless. Qualquer objetivo traçado, não é realmente importante, porque no fim vamos todos dar ao mesmo sítio. E em vez de aproveitarmos enquanto aqui estamos para fazermos cenas fixes, vamos trabalhar. Bah, é tudo o que tenho a dizer. Bah.

quarta-feira, abril 16, 2014

Auto-post

Ai ui, isso das selfies é doença, onde é que este mundo vai parar com estas modas, esta juventude blablablaBLABLABLA.

A sério?

As selfies não são nem uma coisa nova que tenha aparecido ontem, que eu sempre me lembro de tirar auto-fotos com a malta, nem propriamente uma coisa merecedora de tal discussão e efusividade, como se tirar uma auto-foto fosse pertencer a um culto satânico ou virar criminoso. Secalhar existem coisas mais interessantes para ficar indignado, ou para discutir. Secalhar. Digo eu. Assim com os nervos.

domingo, abril 13, 2014

Que raio se passava ontem com as frutas e legumes do Continente? Alguma praga que deixou tudo em estado miserável?

terça-feira, abril 08, 2014

Espera mas agora afinal está calor? Oh por amor da santa!

segunda-feira, abril 07, 2014

Silence 4

Quase três horas de música saudosista que valeram bem os 27 euros do bilhete.

terça-feira, abril 01, 2014

NASO

Este tempo ridículo está a destruir uma das minhas coisas primaveris preferidas - o jasmim ao fundo da rua. O pobre jasmim está a ficar todo estraçalhado, e poderemos ter muito menos dias de intensa felicidade naso-odorífera do que o habitual. Estou capaz de lhe ir lá construir uma estufinha protetora. Vou dormir sobre o assunto.

I love my job!

.... pois, já viram que dia é hoje?


domingo, março 30, 2014

Júri do The Voice tuga

ahahahahahahhahaahah

Quase tão bom como quando decidiram pôr a Nicki Minaj no júri do American Idol.

sexta-feira, março 14, 2014

Carta aos Srs. do Lixo de Coimbra

Caros Srs. do Lixo de Coimbra,

Deparando-me com a situação de estar um mercedes estacionado em cima do passeio a bloquear o camião do lixo, impedindo-o de descer esta rua de sentido único, e de os Srs. do camião terem apitado tanto e tão alto que eu  ia caindo da cadeira de susto e mesmo assim o dono do dito veículo não se ter dignado a aparecer, tenho uma sugestão a fazer: Monster Trucks. Em vez de camiões do lixo, monster trucks do lixo. Passava-se a ferro Mercedes e o que quer que fosse sem problemas. Ou Transformers. O Optimus Prime também dava cabo do Mercedes, de certeza.
Foi divertido observar ter todos os vizinhos nas varandas a torcer pelo condutor do camião que fez trinta por uma linha para finalmente conseguir passar, tudo ali a aplaudir que à sexta-feira é dia de animação, mas os Monster Trucks ainda iam ser mais fixes, vão por mim.

Eu

quarta-feira, março 05, 2014

"The Day of the Doctor"

Acabei de ver o especial do 50º aniversário de Doctor Who, o qual tenho expectado ansiosamente desde que li "David Tennant will be in the special!" meses antes de o programa sequer ir para o ar. Ainda que qualquer Tenth seja melhor que nada de Tenth, mesmo assim soube-me a pouco, dado que mesmo o meu Doutor favorito estando presente na maioria do episódio, continuou a ser um episódio da era Matt Smith e obviamente foi este que guiou maioritariamente a narrativa. Um problema apenas para die-hard Tenth fans como eu.
De resto, o especial deu para umas trocas de piadinhas bem engraçadas entre Doutores, ainda que a história, apesar de se focar num assunto que há muito tempo estava por explicar e que suscitava bastante curiosidade, não me tenha cativado particularmente. Sim, claro que foi uma lufada de ar fresco considerando que a temporada precedente foi provavelmente a mais fraquinha desde o reboot da série, mas para um especial comemorativo dos 50 anos da mais longa série de ficção científica ainda a decorrer, esperava qualquer coisa ainda mais épica.

domingo, março 02, 2014

Rihanna ft. Eminem

odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio odeio.

Asco.

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Invicta

Um fim de semana agradável no Porto.
Travou-se conhecimento com um rabo dançarino que espalhava magia ao som dos clássicos dos anos 80, esperou-se eternidades para comer hambúrgueres e concluiu-se que o Pavilhão Rosa Mota é mais feio de perto. Isso, e que a arte contemporânea pode passar por interpretar desenhos projetados no teto de salas escuras.

domingo, fevereiro 02, 2014

Séries

Isto anda fraquinho de séries, bem que precisava de começar a ver uma série para cima de espetacular, que já não apanho nenhuma há imenso tempo.
Ora vejamos o que eu ando a ver:
  • Drácula não é mau, mas também não é grande coisa. Não é muito original, principalmente no que toca a esta-rapariga-da-atualidade-pode-ser-a-minha-falecida-mulher-reencarnada-porque-é-a-cara-chapada-dela, e também não é muito entusiasmante, as personagens são todas um bocado chatas e os episódios passam a maioria do tempo a encher chouriços.
  • Ainda só vi um episódio da nova temporada de House of Lies, mas não tenho grandes ambições - parece-me que continuará a ser como sempre foi, moderadamente interessante. Espero que a equipa se volte a juntar outra vez, estar cada um para seu lado a trabalhar em locais diferentes tira um bocado a piada à coisa, dado que a dinâmica entre a equipa era uma das coisas engraçadas da série.
  • Almost Human é giro, por enquanto estou a gostar. Não é fenomenal, e a cena dos andróides quasi-humanos também não é nada de super original, mas não deixa de ser uma policial with a twist algo refrescante, principalmente pela dinâmica entre os protagonistas. As personagens secundárias é que são mais fraquinhas, principalmente a detetive colega deles (aka interesse amoroso a martelo) que tem pouca ou nenhuma utilidade ao longo dos episódios.
  • Ah, Haven. Bem, Haven continua igual a si mesma: completamente idiota. Há sempre pelo menos uma personagem e uma plotline que me irritam em cada temporada, e no caso desta quarta elas são, respetivamente, a Jordan (que já desapareceu, que pena!) e a-Audrey-tem-de-matar-o-Nathan (que mesmo à la Haven andou a arrastar eternamente e depois alguém aparece de repente e diz "eh pá, afinal a Audrey não tem de matar o Nathan!" e pronto, está o assunto resolvido). Como sempre, Haven parece escrita semana a semana, como se os argumentistas se lembrasse que tinham aquilo para fazer no dia antes de gravar o episódio e escrevessem tudo a despachar sem se preocuparem muito com continuidade, lógica ou senso comum. Nem eu esperaria outra coisa de tão muy nobre produção Syfy.
  • Doctor Who temporada 7. Três temporadas depois, o Matt Smith continua a não ser o David Tennant e continuo a preferir os episódios da era Russel T. Davies. Ainda esta semana vi o "Journey to the Center of the Tardis" que parecia, pela premissa, bastante prometedor (e com possibilidades infinitas, afinal de contas o que é que não há dentro da TARDIS?) e que acabou por ser bastante chocho. Oh, well, é continuar a ver em piloto automático até ao especial de aniversário.

Are we having fun yet?

3ª semana: Jenga com caixotes de cartão algures pelo Pólo Norte e sob fumarada intensa.

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Como o tempo passa quando nos divertimos

Panorama da semana passada: fazer pontaria com Frontline Combo para Gatos e Furões e amachucar quadriplicados.
Previsão para esta semana: ser soterrada por embalagens de Metformina Generis e caixas de cartão.

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Triagem, BITCH!

Correndo o risco de soar horrivelmente pretensiosa: é bom saber que vou dentro de meses ter um mestrado, toda esta formação preparou-me mesmo bem para arrumar caixas e distinguir embalagens danificadas das outras.

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Não me liga, vai?

O Humberto apontou o número errado, e por isso volta e meia recebo uma chamada sua. Acho que depois de me telefonar umas 4 vezes e todas as vezes eu lhe dizer que é engano ainda não percebeu que não tem o número certo. Para de me telefonar Humberto, eu não sou a não-sei-das-quantas.

domingo, dezembro 29, 2013

Mauvaise Appétit

Está uma pessoa a comer um belo de um caldo verde, e aparece-me um tipo no telejornal a oferecer sugestões para ementas alternativas para a passagem de ano envolvendo diversos tipos de insetos. Para exemplificar, sorve alegremente uma larva ou duas. E o caldo verde que estivera tão saboroso.

sábado, dezembro 28, 2013

Todos iguais, todos diferentes

A propósito do mini-ciclo Woody Allen que tem andado a dar na RTP1.
Estava-me a minha mãe a dizer há dias "Bolas, o Woody Allen é mesmo bom, tanto filme que ele já fez, e são todos tão diferentes!".
Embora concorde com a minha progenitora até certo ponto, sou também da opinião de que não é bem assim. Um filme do Woody Allen é um filme do Woody Allen, a maioria reconhece-se a léguas como sendo obra do mestre. Ora isto implica que não são assim tão diferentes, ne c'est pas? Então os filmes dele são diferentes, no sentido em que o homem já os fez de diferentes géneros (comédias, dramas, musicais), filmados em diversos locais e com histórias bastante diferentes. Mas são parecidíssimos em muitas outras coisas - o exemplo óbvio é não haver um, e isto principalmente nas comédias, em que não existe uma personagem woodynesca. Se o próprio não estiver presente, alguém há-de cumprir o papel por ele. E as nuances existencialistas, o humor peculiar,...Por alguma coisa se chama cinema de autor, a cunho do realizador está mais que presente em toda a obra.
Portanto, diferentes, sim, mas com moderação.

terça-feira, dezembro 24, 2013

Degredos no Natal

Devia ser proibido dar Casa dos Segredos na TV na véspera de Natal!

sexta-feira, dezembro 20, 2013

Throwback Thursday

Já não me lembrava disto há tanto tanto tanto tempo! Não sei porque é que parecia boa ideia doces em forma de lixo, dentro de um recipiente com forma de caixote do lixo, mas naquela altura era espetacular...

quinta-feira, dezembro 19, 2013

Realização Súbita

O Lucius Malfoy e o Legolas Sénior são parentes, só pode.

A desolação da espetadora

O problema principal do Hobbit é pura e simplesmente falta de gosto pelo trabalho. É visualmente espetacular, tem umas sequências de ação baris, uma história base recheada de aventuras entusiasmantes. Então porque é que é tão chocho? Parece-me que pela simples razão que lhe falta amor e carinho na sua concepção; a força anímica do filme é quase inexistente, é piloto automático cinematográfico. É roboticamente bom, apenas isso.


(Mas o dragão é qualquer coisa, valha-nos isso)

quarta-feira, dezembro 11, 2013

Natal

O vizinho ao fundo da rua que todos os anos enfeita a árvore que tem no jardim com enormíssimo afinco este ano esmerou-se. Para além de um quadro do menino Jesus sob fundo vermelho, letras grandes a dizer "Um Santo Natal" e inúmeras filas de luzinhas das mais variadas cores, este ano tem também luzinhas que cantam enquanto piscam ao ritmo da música (ainda há bocado era o Adeste Fideles). Para o ano provavelmente terá neve artificial a banhar o traunsente incauto, ou renas a comer a erva dos canteiros.

It has happened before.

domingo, dezembro 01, 2013

Anúncios de Natal

Aquela senhora velhinha do anúncio do Continente que bate palmas a si mesma depois de dizer uma frase irrita-me solenemente. Se alguma das minhas avós alguma vez fazia uma figurinha daquelas!

quinta-feira, novembro 28, 2013

Ide à merdinha

O c****** dos vizinhos da frente bem que podia abrir a porta para o cão sair da varanda porque JÁ NINGUÉM CONSEGUE SUPORTAR O CACHORRO A GANIR! É de dia, é de noite, durante a semana, ao fim-de-semana! Está o bicho muito bem lá dentro, ou a circular livremente entre o interior e o exterior, e repente decidem fechar a porta para o bicho ficar confinado à varanda, com um frio do carago na rua e ele sem casota nem coisa nenhuma. E para serem ainda mais simpáticos, andam lá dentro a fazer as suas vidinhas enquanto o cão fica na rua a vê-los, todo desesperado a arranhar o vidro e a ladrar-lhes. Se queriam um cão para ter na rua, não morassem num apartamento! Raios parta esta gente!

O corredor do primeiro andar da AAC

Há dias estava uma tenda daquelas tipo iglú, completamente montada, a bloquear o corredor, qual snorlax adormecido (mas não era preciso tocar flauta para passar). Terça-feira estava um cão com uma pelagem do género normalmente associado a bobis agressivos, mas que na realidade era super dócil, deitado à entrada do corredor. AAC, e está tudo dito.
Ah, e apareceu-nos outra cadeira nova na sala Adriano. Já é para aí a 3ª cadeira nova que a TAUC ganha este ano, não faço ideia quem as traz, mas enquanto tivermos espaço tem todo o meu apoio, que nova mobília dá sempre jeito.

sexta-feira, novembro 22, 2013

O Google de hoje

Tão liiindooooooooooooo.

(50 anos de Doctor Who)

domingo, novembro 17, 2013

Quinta-feira

D."Temos uma vassoura?"
Eu."Não, mas temos um aeroporto."
D. ???
Eu. "Um elevador!"
D. ".... um aspirador?"

sexta-feira, novembro 15, 2013

Avril Lavigne

Passar de pop-rock minimamente decente, com instrumentos a sério por trás, para pop fatela com caixas de ritmos e cenas eletrónicas indefinidas como pano de fundo, parece-me um bocado de cavalo para burro. E as letras? Quer dizer, a sra nunca foi muito de se candidatar ao Nobel da Literatura, mas este novo álbum está um bocado pateta. E patético, mesmo.

Nota: por pop-rock minimamente decente, refiro-me aos dois primeiros álbuns, que são os únicos que eu aprecio (do álbum de estreia, gosto só de algumas canções; o segundo para mim é o melhorzinho). A partir daí, não sou grande fã.

sábado, novembro 09, 2013

Vai uma aposta?

Cá para mim essa oliveira raquítica não suporta duas grandes escadas de metal...

Viver no Campo

Para animar o meu estudo, hoje tenho entretenimento extra na forma dos vizinhos da frente a fazerem a apanha da azeitona - é uma espécie de Jackass rural, a ver quem se consegue equilibrar numa escada enorme preclitante mais tempo sem acontecer nenhuma desgraça.

sexta-feira, novembro 08, 2013

Mudança

Quinta-feira, a aula de Fitoterapia foi a última oficial da minha vida académica. Nunca quis tanto livrar-me de uma coisa e ao mesmo tempo mantê-la eternamente. Não daquela aula em particular, note-se...

terça-feira, novembro 05, 2013

Não precisava de saber isso, wikipedia

The biggest tarantula of Europe is found on Desertas islands of Madeira and can be as wide as a man's hand.

sexta-feira, novembro 01, 2013

"Post"

Passei há bocado por um restaurante que num daqueles mini-quadros escritos a giz que esse género de estabelecimentos costumam ter à porta anunciava, e passo a citar, "polvo" à lagareiro. Se ainda fosse polvo "à lagareiro", ainda se compreendia, agora "polvo" à lagareiro? Quê, em vez de polvo é frango? Ou linguiça? Ou o prato tem tão pouco polvo que se impõe avisar as pessoas de que a promessa de polvo é uma falácia? As pessoas e os aspas, sinceramente.

terça-feira, outubro 29, 2013

Oba oba oba oba

Eh lá, mas que é isto, este trailer de X-Men Days of the Future Past?
Eu do futuro, estás confortável aí nessa sala de cinema a ver esta épica película?

sábado, outubro 26, 2013

O Escudo

Agents of SHIELD é fraca, e ninguém me consegue convencer do contrário, pelo menos por enquanto. Vi quatro episódios, e até adormeci a meio de um, o que qualquer pessoa que me conhece sabe que é raro acontecer e portanto claro indicador da falta de interesse da coisa. As histórias são pouco interessantes e imaginativas, ação não é suficientemente emocionante, as personagens no geral são insonsas e os atores na sua maioria são fraquinhos, parecendo tudo muito forçado e nada credível. É curioso que uma série deste calibre e com estes recursos me pareça ter o seu quê de amadorismo. O Joss Whedon está-me a desiludir à grande com isto, sinceramente.

sexta-feira, outubro 25, 2013

Latada '13

Passou-se a última latada. O recinto do costume, as músicas do costume, concertos não muito entusiasmantes. Mas, meus caros, a latada, como a vida, são vocês, meus miguitos. Quer sejam amigos de infância, amigos que apareceram algures pelo secundário, amigos musicais, tunais e afins ou amigos quasi-farmacêuticos, um muito obrigada por me terem aturado até aqui, e espero que me continuem a aturar por muito mais tempo. You warm this cold, cold heart of mine.

quarta-feira, outubro 23, 2013

domingo, outubro 13, 2013

:)))))))

Vamos lá a esclarecer uma coisa: isto [ : ) ] é uma carinha sorridente. Isto [ : )))))) ] é um monstro mutante com múltiplas bocas que veio dos infernos mais profundos para espalhar o terror no seio da raça humana.

Aca-fucking-pella

Ultimamente tem-se assitido ao aparecimento de mais e mais filmes/séries em que pessoas cantam canções conhecidas em divertidas (termo relativo) versões acapella. O chamado (por mim) fenómeno Glee, vá. Tudo muito bonito, é bom para desenjoar dos vampiros e dos zombies. Agora, também é extremamente irritante. E eu gostava de acapella, a sério! Mas os tu-tu-tus e os la-la-la ultra-agudos por trás da melodia de um qualquer hit da Kate Perry ou dos Journey como que danificaram o acapella para mim. E não é só as versões serem pirosas: ainda ontem estive a ver o Pitch Perfect, o Glee-menos-lamechas-na-universidade, e é absolutamente ignóbil a maneira como tratam a cena. Ora vejamos: não tenho qualquer problema com a cena dos ensaios e das competições, isso faz todo o sentido. Agora não me venham dizer que um bando de caloiras e caloiros que nunca tinham cantado acapella conseguem improvisar coisas do nada com as harmonias todas perfeitinhas - amostrinhas de Mozart, é? Alguém com alguma experiência certamente conseguiria fazer isso, mas no contexto do filme, por muito engraçado que seja, não me consegui desligar desse pormenor.

"Pah, e se visses o filme e parasses de te queixar de merdices?"
Não quero.

quarta-feira, outubro 09, 2013

Vómitos televisivos

Estava eu a ver The Soup, no E! e, assim que acaba, apanho um início de um reality show qualquer chamado "What Would Ryan Lochte Do?". Pah, não faço ideia quem seja o Ryan Lochte, mas a cena consistia no seguinte: o irmão do Ryan estava a comer bananas. E então o Ryan pergunta-lhe, e não estou a citar mas foi qualquer coisa assim: "Yo dude, why you eating bananas? You ate like three in three minutes". De seguida aparece o Ryan em modo entrevista, como é habito nos reality shows, a dizer "My brother don't eat no bananas:". Volta à cena, e o irmão do Ryan explica-lhe que se se comer várias bananas de seguida e se finalizar com refrigerante, vomita-se. Ryan em modo entrevista: "I was hoping it worked". Volta à cena. Mãe do Ryan: ai, filho, que estupidez, não faças isso. Entretanto o maninho já tinha bebido um copo de sumo e passa à parte de se gregar todo para o lavatório, enquanto o irmão, o dito Ryan, bate palmas, acompanhadas de riso e alguns grunhidos, para infelicidade da mãezinha, que protesta não muito veementemente. Tudo isto, num espaço de tipo 4 minutos, e logo ali para começar o episódio.

A sério, estas pessoas existem? E mais importante, há quem tenha realmente interesse em ver o que é que energúmenos assim fazem na vida?

Bem, aparentemente, há que ter ligeiramente mais alguma fé na humanidade, a wiki diz-me que esta coisa foi cancelada ao fim de oito episódios. Por outro lado, é preocupante que tenha durado tanto tempo...

sábado, outubro 05, 2013

É que ele há com cada uma

Vai uma pessoa ver o primeiro jogo da académica em cinco anos a estudar em Coimbra e leva logo com um dos auto-golos mais deprimentes de todo o sempre. Sim, senhor.

Questão

Porque é que raio temos formigas no WC, no último andar, em época de chuva?

quarta-feira, outubro 02, 2013

The Doctor, the Widow and the Wardrobe

Que episódio fraquiiiiiiiiiiiiinho! Os especiais de Natal por vezes são chochitos, demasiado espírito natalício e pouca história, mas este é particularmente flagrante. Um feel-good story sem jeito nenhum, até para os padrões do Doctor Who. Árvores que largam estrelinhas, dois "reis" de madeira que não servem para nada, viajar por uma caixa de cartão que é um portal,... Bah. Sim, toda a gente percebeu a referência às crónicas de Nárnia, mas isso não faz com que a história tem piada.

terça-feira, setembro 17, 2013

Fiesta!

Aquele post ali em baixo chamado "Everywhere, I tell you" é o número 1000! Yey!

Praxe

A declaração que as duas caloiras de Alvaiázere compuseram com as palavras bicicleta, sorridente, štyri, gelado e lambi.

"És tão doce como o gelado que lambi a semana passada.
Fico tão sorridente que quero dar uma volta na tua bicicleta
Mas o que eu gosto mais é do teu štyri".

Qualidade, é assim.

domingo, setembro 15, 2013

Everywhere, I tell you!

E agora apanhei o The Living Daylights, passado, adivinhe-se entre Bratislava e Viena! Vá, e Londres, afinal de contas é um filme do James Bond.

PS. Garrafas de leite explosivas. Lol.

sábado, setembro 14, 2013

SEP, SEP everywhere

No meu zapping apanhei o início do filme "360". E que vejo eu? Bratislava, e personagens eslovacas a viajarem para Viena. Saudades!

sexta-feira, setembro 13, 2013

Melhorias para pior.

Ai UC, andas louca! Ninguém entende este novo sistema de melhorias, haja paciência!

quinta-feira, setembro 12, 2013

E se fosses à merda, não?

Quando se contrata malta para trabalhar na construção civil é alguma exigência que sejam fãs de mandar piropos estúpidos às miúdas que passam? "Ai não mandas piropos? Não te posso contratar!"
É que sinceramente, ainda há bocado estava eu a passar por uma estrada em alcatroamento, mais ou menos (mas pela qual já se pode passar) e diz-me um gajo, a piscar o olho, "A partir daqui só ao colo!". É que logo a seguir está um dentro daquela máquina que alisa o alcatrão, em marcha-atrás, a andar ao mesmo ritmo que eu e a dizer-me qualquer coisa pela janela. Se trabalhassem em vez de estar ocupados a ver as miúdas passar e a mandar papaias, talvez acabassem as obras mais cedo.

E também há outra, chega-se a esta altura e fica subitamente tudo em obras e a ser alcatroado e o carago, que é para a malta desatar a votar no partido que lá está agora. Sinceramente, isto em mim acaba por ter o efeito contrário: irrita-me tanto a atitude de só trabalhar para ganhar votos que ainda perco mais a vontade de votar em quem quer que seja.

domingo, setembro 08, 2013

O que aconteceu aos solos de sax?

Cá para mim o Pitbull, David Guetta e outros que tais esconderam, numa localização secreta, todos os saxofonistas que solavam em toda e qualquer música pop dos anos 80, com o intuito maléfico de os substituírem com a flatulência eletrónica que povoa as músicas atuais. Só pode.

quarta-feira, setembro 04, 2013

IV - Punchlines do mês

  • Olha que tu não tens cartão de saúde!
  • Vejam lá, isso é capaz de ter baba.
  • Nektarinky, Banani, Souveniry, Sardinky
  • Vestida à Pegas
  • Do the "t-shoppings"
  • Em Brno, há P coisas para ver!
  • Papói?
  • Racista das salsichas 
  • A puta da bicicleta sorridente!

A SÉRIO?

Uma pequena pausa no meio de posts referentes ao épico, épico SEP, para demonstrar o meu espanto e horror face a notícia de que o próximo Batman a aparecer pela sétima arte ser o Ben Affleck. A sério? A SÉRIO?

terça-feira, setembro 03, 2013

III - Na Eslováquia...

(nota: a maioria destes pontos estendem-se à restante Europa Central que visitei)
  • Há muito menos multibancos (e cafés! sem contar com Viena, quase não se vê cafés, só restaurantes ou pubs). Em algumas cidades também o número de caixotes do lixo e bancos para uma pessoa sentar são altamente reduzidos.
  • As pessoas são rudes (principalmente na Hungria). Desculpem, mas comparado com os portugueses, as pessoas são bem menos simpáticas (qualidade provavelmente exarcebada por sermos estrangeiros). Claro que estou a falar no geral, encontrámos também pessoas simpáticas em todas as cidades.
  • Não se janta, e se se comer alguma coisa definitivamente não é à hora portuguesa de jantar. 
  • Sair à noite é quando ainda está de dia! Experimentem chegar à cidade por volta da uma da manhã e depois digam-me qualquer coisa.
  • Levam-se bebés às costas e criancinhas pequenas para escalar montanhas. Perigoso? Cá nada, de pequenino é que se torce o pepino.
  • É perfeitamente normal percorrer a linha de comboio como parte do trajeto de todos os dias, mas atravessar a rua fora da passadeira ou quando o sinal dos peões está vermelho é perigoso.
  • O Van Damme fala eslovaco. Ele e qualquer outra pessoa que apareça na TV.
  • Ao pequeno-almoço come-se pepinos e tomates. E às outras refeições também. "Não há leite? Então como é que empurro a comida?"
  • Os transportes públicos são de elevada qualidade. Sim, ironia. Quer dizer, em Viena os transportes são bons, claro, mas por exemplo em Budapeste o metro é muito podre. Não quer isto dizer que sejam super maus, mas são definitivamente piores que os portugueses - por exemplo quando regressámos do Red Stone Castle, um chaço de um bus sem encosto para a cabeça, espaço para as pernas ou ar condicionado e que era conduzido por um senhor que parecia o Pai Natal.
  • Prometeram-nos ursos nas florestas e afins, ainda estou para ver algum. Como pequena compensação, vimos imensos esquilos nos jardins e veadinhos nos campos.
  • Comprar um bilhete de comboio, mesmo entre diferentes cidades, não implica obrigatoriamente ter-se um lugar sentado. Há um sistema de reservas, se queres garantir que tens assento tens de pagar mais. Senão, é espera que haja lugares livres não reservados (porque acaso tive sempre, ainda que em algumas ocasiões custasse a encontrar).
  • Para ser estiloso há que usar os colarinhos para cima e as meias puxadas ao máximo para cima (por vezes dentro de sandálias!)
  • Nas grutas anda-se à Horatio.
  • Mal pronunciam que a próxima paragem é a nossa, há que saltar imediatamente para a porta e passar o restante tempo ali em pé, feito parolo.
  • Aparentemente é perfeitamente aceitável olhar fixamente para a cara de desconhecidos nos transportes públicos
  • Os cães entram em todo o lado: transportes, centros comerciais, ...
  • Com uma bicicleta vai-se a todo o lado - cidades planas, perfeitamente preparadas para isso (principalmente Viena, é todo um outro sistema de estradas!)
  • Não se põe a mesa. Servem-te o prato, servem-te a bebida. Os talheres e guardanapos são postos num copo ou travessa e cada um tira os seus.
  • Os empregados não podem ver um prato/copo vazio - retiram-no imediatamente!
  • O raio dos lençóis nunca tapam a cama toda - o de baixo deixa o fundo do colchão a descoberto, e o edredon também nunca é comprido o suficiente para tapar os pés, vá-se lá saber porquê.
  • Nem sempre um pica é um pica. Às vezes um pica é um carimba!
  • Cumprimenta-se com dois beijinhos só nas despedidas, e estes são dados no sentido contrário ao nosso.
  • Aprendi também que quando se dá flores, há que dar número ímpar. Números pares é para os mortos!
  • Aquela gente é muito adepta do silêncio. Nós tugas temos a tendência a falar alto, já se sabe, e fomos mandados calar pelo menos duas vezes por cidadãos aleatórios em autocarros, assim que como por um senhor no guichet na estação de comboios de Brno (este último basicamente ladrou-nos, foi provavelmente a atitude mais rude que vi na vida).
  • A comida é monocórdica: é boa, eu gostei, mas resume-se um bocado a carne estufada, pão e dumplings e couve azeda. E sopa ao estilo deles (água condimentada com cenas a boiar, basicamente).
  • O meu cabelo é exótico!

II

Os meus pés vão demorar tempo a recuperar, disso não tenho dúvidas. Um mês a caminhar dias inteiros, incluindo uma subida pelo meio de calhaus a um pico de 2000m (4h30 para cima, 3h30 para baixo!), não mata mas mói.
Espero que a minha capacidade de falar português também volte rapidamente ao normal, que isto de dizer coisas como "before ele ser famoso" é extremamente fatela.

I

O ecrã do meu pc assume agora proporções gigantescas, depois de um mês a lidar com um Magalhães.

domingo, agosto 04, 2013

Yeey

So, the new Doctor is not a lady!

sexta-feira, agosto 02, 2013

I don't want you to go either

Acabei de ver o último episódio do Tenth Doctor, The End of Time. O Matt Smith é fixe, mas não é o David Tennant. É o que tenho a dizer.

quarta-feira, julho 31, 2013

"Vocês têm um cabelo muita louco!"

Obrigada, estranho com granda afro.
Os algarves aparentemente estão povoados de hordas de espanhóis que "no hablam português", para além dos habituais holandeses tresloucados. Deste último grupo fazem parte alguns espécimens memoráveis deste ano, como por exemplo o puto xarila, o cachopo com mais swag lá do sítio, ou o clone do Dawson de Dawson's Creek.
É praia, ver as gentes e ouvir música fatela. E comer bolas de berlim.

sexta-feira, julho 19, 2013

Não sei se ria se chore

Possuo neste momento uma queimadura num dedo causada nada mais nada menos que pelo recheio de um rissol de carne acabado de fritar.

Like a Rolling Stone

As várias fases de ouvir músicas do Bob Dylan:
Esta música é engraçada.
Estou a curtir esta música.
Hum, é um bocado longa.
Pah, isto é sempre a mesma coisa.
Nunca mais acaba?
MAS TU CALAS-TE?

Não falha.

segunda-feira, julho 15, 2013

SIC

Não há quaisquer dúvidas de que a Júlia vai preferir o Albano ao Major Alvega.

domingo, julho 07, 2013

DEMASIADO.CALOR.

DEMASIADO.CALOR.
DEMASIADO.CALOR.
DEMASIADO.CALOR.

quarta-feira, julho 03, 2013

Infância

Quando era miúda curtia milhões jogar Crash Bandicoot na Playstation. Dado que na altura eu não tinha uma, jogava em playstations alheias e agora que tenho uma PS2 gostava bastante de ter um jogo, principalmente dos mais antigos (se alguém estiver sem saber o que me oferecer...), mas claro que como a PS2 está mais que obsoleta e os jogos do Crash também já são mais que idosos, nada disso se encontra nos locais habituais (e sinceramente isso de comprar coisas pelo Olx e afins não me parece muito confiável).

De qualquer forma, o que eu quero dizer é: esta máscara será para mim, para sempre, um Buga-buga. Não faço ideia qual é o nome verdadeiro da cena, mas ele fazia buga-buga, ou um som parecido, e será para sempre conhecido por mim como buga-buga. Quando ganhavas um buga-buga, ele servia de escudo, e não morrias à primeira. Às vezes nas cut-scenes um buga-buga grande falava e dizia cenas que eu não percebia, porque os jogos estavam em inglês e o eu criança não falava inglês. Tenho ideia que num dos jogos aparecia um buga-buga mau, com umas cores diferentes, mas não sei a minha memória é verídica. Mas no geral, o buga-buga era um gajo porreiro e fazia cenas fixes.