segunda-feira, junho 08, 2015

Nuts

Há dias fui mais o meu homem (usando bom vocabulário alvaiazerense) experimentar a filial local do novo tasco da moda deste país à beira mar plantado. Sim, estou a falar daquele dedicado a engordar toda a gente com Nutella. Ao comer as minhas panquecas com o dito creme de barrar, tive uma realização súbita de extrema importância: na realidade não gosto muito de Nutella. Aliás, nunca, na minha vida, apreciei grandemente Nutella, e confirmei que efetivamente não mudei de ideias desde a minha infância. Nutella tem um sabor agradável, assim se se provar só uma colherzinha de café, mas quando em quantidade superior a isso é simplesmente enjoativo, e aquelas panquecas eram mais Nutella que panquecas.

Mais uma coisa "da moda" que não é para mim. Ser hipster está no meu sangue, ao que parece.

terça-feira, junho 02, 2015

Ideia

Se houvesse um filme que juntasse o Tom Hiddleston, o Michael Fassbender e o David Tennant, o mundo implodia.

Mas eu ficava oh tão feliz (desde que fosse um filme de jeito, claro).

Ou um remake do Troll 2.

terça-feira, maio 19, 2015

Bolachas

vou começar um negócio de bolachas. vou começar um negócio de bolachas. VOU COMEÇAR UM NEGÓCIO DE BOLACHAS! merda para isto tudo

quinta-feira, maio 14, 2015

Queima, outra vez

A prova de que o Nostradamus que existe em mim é claramente incompetente está aqui: Queima (2014).
Dei por mim novamente em Maio, ainda sem nada de interessante para fazer para além de jogar Batman: Arkham City (formatei o computador, voltou a funcionar), e portanto disponível para todas as atividades de Queima em que me apetecesse participar. Este facto é triste, mas não há nada que se possa fazer, e portanto mais vale aproveitar da melhor forma.
Mais um maravilhoso Sarau, a minha atividade de Queima preferida, mais um cortejo, desta vez apenas como antiga estudante, mais um tradicional jantar da TAUC. O parque está igual, as músicas são iguais, e eu paralelamente estou exatamente no mesmo sítio a fazer exatamente a mesma coisa nenhuma. Ser raguette no chá dançante foi mais espetacular no ano passado, ainda que este ano me tenha apercebido que nem para tocar maracas tenho jeito, realização bastante útil para a minha vida futura.

sábado, maio 02, 2015

Viagem a Arkham

Os jogos de ação/aventura são os meus preferidos. Somando isso ao meu gosto por comics no geral e pelo Dark Knight em particular, estava extremamente motivada para me "internar" no Batman: Arkham Asylum (as pérolas que residem na biblioteca da Steam do meu respetivo!).
Ultrapassada a questão de "Será que isto funciona no meu computador?" (dica: funcionou perfeitamente, e nem precisei de jogar com os gráficos mínimos), dediquei-me a desancar criminosos e a deslizar pelos ares e foram umas horas de jogo muito bem passadas.
Com uma história interessante (e um trabalho de vozes impecável), jogabilidade muito acessível sem deixar de ser estimulante e o bónus dos enigmas por decifrar, vai direitinho para o meu Top 5. Dá bastante relevo à parte de combate, da qual eu normalmente não sou muito fã, mas até uma desajeitada como eu fica pró em porrada virtual ao final de algumas horas de jogo (ao contrário de todos os outros jogos do género que joguei, em que nem percebia muito bem como é que tinha conseguido chegar ao final) e felizmente não contém aqueles puzzles gigantescos e super demorados à Tomb Raider que me tiravam anos de vida.
Aliás, gostei tanto do jogo em si e do ambiente de Arkham, que depois de terminar a história principal fui apanhar tudo o que me faltava para completar o mapa (normalmente não me dou ao trabalho).

Agora para continuar em beleza esta fase feliz de jogatana, era só o meu computador não ter deixado subitamente de correr o Batman: Arkham City...

terça-feira, março 31, 2015

Língua Portuguesa

Vi um filme com o Matthew McConaughey chamado, no original, Mud (que é um trocadilho entre o nome da personagem principal e o local onde se passa a ação, nas margens lamacentas do Mississipi). Em Portugal chamaram-lhe Fuga, dado que o tal Mud é um fugitivo.

No Brasil chamaram-lhe Amor Bandido, porque... Sim?

Como acusar uma série ou How to get away from the TV

Como defender um assassino, no original How to get away with murder, tem sido bastante falada nesta estação televisiva, muito graças a esse portento da representação que é a Viola Davis.
Eu acompanhei até para aí uns oito episódios e desisti. A Viola Davis é qualquer coisa, já se sabe, mas isso não salva o resto da série de ser um telenovela à la Shonda Rimes como todas as outras séries criadas por ela. Isto não é necessariamente mau, eu gostei bastante dos primeiros tempos de Anatomia de Grey e de Clínica Privada, mas acho que a minha paciência se esgotou.
"Ai mas esta tem uma estrutura fora do normal, tem flashbacks de um crime". Não me interessa. Todas as personagens são insonsas e planas e só se interessam por um estúpido de um troféu e por andar aos amassos uns com os outros. Os casos que defendem em cada episódio não me despertaram qualquer interesse e o mesmo se aplica ao homicídio que une toda a temporada (e que é suposto ser a fita-cola que mantém o espetador colado ao ecrã).
Parece que é mais uma série da moda que eu vou deixar de ver...

segunda-feira, março 23, 2015

Agradecimento

Obrigada a todos os filhos da mãe que se divertem a roubar antenas dos carros pela cidade fora. Espero que façam bom proveito às três antenas que já me roubaram nos últimos tempos. A culpa é em certa parte minha, pelo menos nesta última vez, por achar que ninguém me ia roubar a merda da antena numa zona residencial como esta e ter-me credulamente poupado ao trabalho de a desenroscar e guardar.

Espero que sejam apanhados em flagrante e que a antena vos vá parar aonde o sol não brilha.

Factos semi-aleatórios semi-insólitos

Apercebi-me que os filmes que mais vezes vi são todos com a Keira Knightley (O Amor Acontece, Piratas das Caraíbas parte 1, Orgulho e Preconceito).
Podia tentar tirar disto a ilação de que não me canso de filmes que envolvam a senhora, não fosse a existência de coisas como London Boulevard ou Rei Artur ou o facto de que eu nunca irei rever Expiação (pelo menos no seu todo) devido ao seu final trágico e deprimente.

quarta-feira, março 18, 2015

Sleepy head

Às vezes quando estou quase a dormir ou quase a acordar tenho ideias muito brilhantes. Ideias tão espetaculares e inovadoras que assim que acordo e me apercebo do que o meu cérebro estava a magicar só me apetecer chamar-lhe idiota. Normalmente são premissas para romances de grande sucesso que provavelmente me habilitariam a ganhar o que quer que seja o equivalente literário de um prémio Razzie. Outras vezes, ultrapassam o contexto da literatura de cordel e passam para outros campos.

Por exemplo, esta noite durante o sono cheguei à conclusão que seria fantástico fazer um arranjo para o nosso pequeno ensemble de cordas do tema de abertura de "Dave, o Bárbaro".

quarta-feira, março 11, 2015

Continuum

Há qualquer coisa em filmes com viagens no tempo que me põe sempre de pé atrás. Suponho que seja a mesma coisa que me enerva solenemente quando séries ou franchises cinematográficos decidem alterar a continuidade das suas histórias canónicas através de golpes de efeito borboleta.
Desconfiei, portanto, quando a minha cara-metade me aconselhou a ver "Dá Tempo ao Tempo". "É uma comédia romântica! Com um protagonista ruivo! Tu gostas de comédias românticas e de pessoas ruivas...". Verdade. Mas só aprecio viagens no tempo em para aí 50% das coisas que vejo. Enchi-me de coragem, preparei-me para levar com uma dose moderada de trocas e baldrocas na história, e pus-me a ver o filme.

E não é que o filme me fez figurativamente um pirete e seguiu um caminho para mim inesperado? Afinal de contas é uma coisinha bem simpática (tenho de questionar a classificação de comédia, no entanto, que eu ainda choraminguei e não sou de chorar em comédias, nem quando são muito más). A coisa das viagens no tempo não é usada da forma tradicional... A estrutura-tipo "descobri-que-viajo; é-tão-engraçado; sou-tão-feliz; volto-atrás-para-ajudar-alguém; faço-merda-e-o-efeito-borboleta-estraga-me-a-minha-vida-no-futuro" não foi nem perto nem mais ou menos a escolhida.

Já devia saber que os filmes britânicos na sua maioria não são tão previsíveis como os seus congéneres de Hollywood. Toma que é para aprenderes a não julgar livros pela capa e filmes pela sinopse.

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Música

Apanhei um videoclip dos One Direction a dar no VH1. Não cheguei a nenhuma conclusão quanto à reposta à questão que parece perturbar tanta adolescente por esse mundo fora (nomeadamente "Qual deles é mais giro?"). Concluí, isso sim, que devem ter despedido o cabeleireiro de serviço, que a cachopada tem toda uma trunfa que já merecia um corte.

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

O Tio Óscar

Os óscares já não me fascinam tanto. O que antes se me apresentava como uma celebração da magia do cinema parece-me agora mais um festival de palmadinhas nas costas.
O pior mesmo é tentar ver o espetáculo descansado e os comentadores estarem constantemente a interromper para despejar estatísticas. No preciso momento em que estão a anunciar nomeados, gostava de apreciar os excertos dos filmes e não ser bombardeada com números de quantas vezes a Meryl Streep foi nomeada e o raio que parta. Os comentadores da TVI, os comentadores da SIC, sinceramente acho que não faz qualquer diferença. Quem não percebe inglês vê o compacto no dia a seguir com legendas. Era bom que chegassem à conclusão que os telespectadores preferem simplesmente ver a cerimónia em paz e sossego e acabassem com o raio dos comentários.

sexta-feira, fevereiro 20, 2015

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Prognósticos antes do início do jogo

Broadchurch está de volta. Os poucos episódios que já vi indicam-me que as minhas previsões e considerações estava até certo ponto erradas - a qualidade mantém-se e as novas linhas narrativas são sólidas e o seguimento lógico dos acontecimentos da primeira temporada (mas não tão óbvios que eu estivesse minimamente à espera do rumo que a coisa ia tomar).
A "frescura" da série desapareceu, já se sabe, dado que as personagens e as paisagens e a banda sonora e afins não são novidade, mas continua a ser um produto televisivo de topo. Com o aumento do número de séries europeias a dar na TV portuguesa, espero que não demorem muito tempo a arranjar Broadchurch.

Outlander

Que sorte a dela, viaja no tempo nas Terras Altas escocesas e descobre logo o único escocês do século XVIII que não parece que já não toma banho há três anos.

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Eu sei lá menina...

Há dias vi o Sei Lá, um grande marco cinematográfico baseado no romance homónimo (e segundo ouço dizer também ele um grande marco literário) da Margarida Rebelo Pinto.
Ora vejamos. Eu não li nenhum livro da senhora e não vou portanto tecer qualquer comentário acerca de literatura cor-de-rosa ou da fonte literária. Este comentário será portanto menos rico, mas esperemos que compense sendo bastante colorido.
Começo por reiterar a quem por acaso ainda não tem percebido que sou fã de comédias românticas, vulgo filme de gaja, e que como tal já assisti a um grande número de obras do género. Também sou apologista de apoiar o cinema português e tendo abranger nos meus visionamentos a produção nacional.
Quanto à obra em destaque: Sei Lá, o filme, é bastante insultuoso. É-o para as mulheres, em primeiro lugar, e é-o para a nossa inteligência, em segundo.
Quando eu me junto com as minhas amigas, a nossa conversa não gira só à volta de homens e papar homens e de como eles são cabrões. Há mais vida para além disso. Nem sei que nível de problemas do foro psicológico têm estas senhoras para odiarem tanto o sexo oposto, mas deve ser por isso que os únicos amigos que têm são outras três senhoras que odeiam o sexo oposto e que só falam nisso.  Com todo o seu espírito de libertação feminina "nós não precisamos de gajos", é irónico que Sei Lá seja incrivelmente machista e rebaixante para o sexo femino. Os homens são todos iguais, mas pelos vistos as mulheres também.
Em termos de história, é fraquinho, pouco plausível (pior agente do SIS de sempre) e um pouco idiota, características comuns a muitas outras comédias românticas mediano-fracas e facto que não surpreende ninguém.
Ah, e já agora, a protagonista é bipolar de certeza. Quer o espanhol à cara podre do Sr. SIS e no minuto a seguir quer o SIS à cara podre do espanhol.

Já sabia ao que ia, no sentido de que esperava uma comédia romântica "do costume", mas não esperava este nível de moralismos sexistas da tanga. Bah.

sexta-feira, janeiro 16, 2015

Cinco exércitos, um porco e uns póneis vindos de nenhures

The Hobbit parte 3 ou como a história do livro chegou ao fim. 
Se era para ter a conclusão do filme anterior feita em 10 minutos, mais valia terem posto isso no outro filme. Suponho que fosse demasiado conclusivo e eles precisavam de alguma continuidade, nem que seja para o terceiro filme não parecer totalmente desligado dos anteriores.
Foi o filme mais chatito de todos e honestamente não era nada assim que eu queria terminar a viagem pela Terra Média. Muito devido àquele mais que enervante triângulo amoroso Legolas idiota- elfa inventada - único anão sensual.
E o Thranduil? Oh my god I'm so bitchy, wow so much elf blood spilled, we'll go away now, most annoying, wow. 
Tinham feito um filme só, uma coisa simpática só com a história do Hobbit, com um espírito menos bélico e mais ligeiro fiel ao livro, e tinhamos todos saído daqui bem mais contentes. Eu sei que tinha.

Apaguei o post sobre o Portal sem querer

Mas dizia qualquer coisa do género, é girito e tal, apesar de ser pequenito e de só conter puzzles, muito pelo sentido de humor impecável.

The cake is a lie.

Faraó

Este jogo era fantástico na minha infânica porque eu não tinha capacidade para passar mais do que três níveis. Agora estou farta de construir pirâmides, não tem jeito nenhum ter tudo pronto para passar de nível e depois estar horas e horas à espera que construam a porra da pirâmide. Argh.