quarta-feira, junho 14, 2017

Enfrentar o mundo com um sorriso

Há certos dias em que acordo, leio as notícias, e sinto que o melhor a fazer seria simplesmente assumir posição fetal e nunca mais sair de casa.

domingo, junho 04, 2017

Nova receita sem glúten! Super saudável!

Não, não é. Se não és celíaco, a comida não é mais ou menos saudável se tiver glúten. Por favor parem com isso.

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Sabes que és idiota...

... Quando compras queijo Feta e sempre que olhas para o rótulo sai-te a bela piada "Fe'ta é Fe'ta".

domingo, janeiro 01, 2017

Primeira realização presunçosa de 2017

Jogar jogos que testam a cultural geral é bem mais divertido quando os outros jogadores realmente têm alguns conhecimentos de cultura geral.

quinta-feira, dezembro 29, 2016

Aquele estranho momento...

...Quando vais ao cinema com a tua cara-metade ver o Rogue One e ele a certa altura olha para o Diego Luna e comenta "Aquele não é o gajo do Dirty Dancing 2?"

quarta-feira, dezembro 28, 2016

TOP coiso de dois mil e dezasseis

Chegámos àquela altura do ano em que toda a gente acha por bem partilhar as suas considerações sobre os altos e baixos do ano que chega ao fim. Para mim, pessoalmente, 2016 foi um bocado merda, mas talvez não tão merda como o ano que o precedeu. Para o mundo no geral, a meu ver, 2016 foi uma bela bosta, para não nos perdermos em comparações escatológicas ainda piores. Bom, então cá vai:

- Melhor filme mind-fuck que explora os meandros filosóficos e não filosóficos da inteligência artificial: Ex-Machina. "Ai mas esse é de 2015!" Olhem amigos, mas eu só o vi este ano, temos pena. Quem é que manda aqui no estaminé afinal?

- Melhor filme que eu vi este ano: Ex-Machina outra vez. Não vi muitos filmes em 2016 (nota mental: ver mais filmes em 2017).

- Filme mais odioso que vi este ano: Aquela pedaço de @%#@$ chamado A Lei da Selva. A única vez em que desejei ter efetivamente tomates podres comigo. Ou um lança-chamas.

- Melhor álbum que ouvi este ano: Provavelmente qualquer coisa de há pelo menos 10 anos atrás. Se há alguma coisa que este ano nos ensinou é que as lendas musicais caiem que nem tordos sem que ninguém as venha substituir.

- Melhor música de qualidade duvidosa que fica no ouvido: Cake by the Ocean dos DNCE ou lá como se chamam. Só de escrever isto vou ficar o resto dia a trauteá-la.

- Melhor glória dos anos 80 que descobri por acaso e que colou no cérebro tipo pastilha elástica: este ano coube a honra ao Peter Cetera e ao seu grande êxito Glory of Love. "I am the man who will fight for your honor". Um gajo às direitas, já não se fazem deles assim.

- Melhor música sobre patos: Work, da Rihanna e do Drake. Todos os patos fazem quá quá quá, já lá dizia o outro.

- Melhor concerto que vi este ano: MUSE MUSE MUSE MUSE MUSE MUSE

- Série mais épica que vi este ano: A segunda temporada de Peaky Blinders. Nobody fucks with the Peaky Blinders. "Ah mas isso também não é deste ano" Calem-se lá com isso senão vou chamar o Tommy Shelby e peço-lhe para tirar a boina.

- Melhor série má que vi este ano: Claramente, todas as seis temporadas de Rookie Blue. Quem diria que a vida da força policial canadiana era tão animada e variada?

- Melhor série antiga que revi este ano: Estamos entre a Buffy, a Caçadora de Vampiros e os Ficheiros Secretos. Qualquer uma das duas (apagando as últimas temporadas) é superior a muita coisinha nova que anda por aí a ocupar tempos de antena.

- Melhor decisão política popular: ou a eleição do Trump ou o Brexit. Vou só ali deitar-me a um canto em posição fetal.

Numa nota mais séria, acho que o ponto alto do meu ano foi fazer novos amigos, expandir o leque de pessoas capazes de me aturarem (e que até apreciam esses momentos) é sem dúvida motivo de regozijo. "O quê, tu tens amigos?" Tenho pois. São criaturas demasiado bem construídas para serem fruto da minha imaginação. Espera, era suposto esta nota ser séria. Oh well.

sábado, dezembro 03, 2016

Partida, Largada, Fugida!

Acabei de ler Ready Player One, por Ernest Cline.
É um daqueles livros que gritam insistentemente "Transforma-me num filme!!!! O público vai adorar!!! TRANSFORMA-ME NUM FILME JÁÁÁÁ!!!".
Mas grita também outras coisas como:
- Os anos 80 estão tão na moda, uau!
- Ser geek está tão na moda, uau!
- Futuros distópicos estão na moda, uau!

Enquanto susurra
 "Se enfiar uma referência à cultural popular dos anos 80 em cada parágrafo, escrevo muito mais páginas ao mesmo tempo que torno um livro com uma história banal numa "magnífica ode à década de 80". Ninguém vai reparar que estou a compensar pela falta de conteúdo e que todas as personagens são quadradas!"


No mundo real, um gajo que sabe de cor que viu determinado filme 176 vezes padece de alguma coisa.Just saying.

sábado, outubro 29, 2016

Ficheiros Secretos (de Porco)

O meu último post, dedicado aos Ficheiros Secretos, foi bastante animador. Ena, ena, finalmente consegui perceber alguma coisa da história!
Sol de pouca dura, meus amigos.
Chega-se às últimas duas temporadas, e volta a ser uma confusão. E não só, sem Mulder, a série perde o rumo e parece só estar a adiar uma morte anunciada, culminando num final da treta que só me leva a agradecer o facto de não ter andado nove anos a acompanhar a série. Imagino que nesse caso provavelmente me teria sentido impelida a mandar o comando à televisão...
Claro que esta ressurreição desnecessária que é a décima temporada não ajudou muito a sarar a ferida, pois é pouco mais do que um exercício vão de saudosismo, uma coisa que ao que parece está bastante na moda.

Vou limitar-me a recordar as primeiras temporadas com amor e carinho e esquecer que as outras jamais existiram.

quarta-feira, julho 13, 2016

Ficheiros agora já não tão secretos

Bolas, é preciso chegar à sexta e sétima temporadas de Ficheiros Secretos para a mitologia da série começar a fazer algum sentido! Não me parece que os argumentistas tivessem algum plano a longo termo para desenvolver a tramóia da invasão alienígena e do Sindicato e do paradeiro da irmã do Mulder, e ir inventar à medida que se vai avançando não resulta muito bem com histórias de conspirações... Acaba-se sempre com alguns buracos. Enfim, o que interessa é que estas conclusões têm elucidado grande parte das coisas e de forma relativamente lógica, o que é mais do que se pode dizer de outras séries motivadas por mistérios (cof*cof* Perdidos!).


(Escusavam era de terminar a história da Samatha trazendo à baila umas entidades sobrenaturais manhosas de que nunca ninguém tinha falado e das quais estou certa ninguém voltará a falar. Só me veio à cabeça aquela linda expressão "Somos todos pó de estrelas".)

quarta-feira, junho 29, 2016

... as I walk through the fire

Há certos dias em que o meu desejo é que me aconteça como naquele filme com o Schwarzenegger em que ele é uma personagem de um filme e salta para o mundo real, mas ao contrário: entrar para um mundo fictício qualquer e esquecer o mundo real. Aposto que caçar vampiros com a Buffy seria mais emocionante que este marasmo em que me encontro.

terça-feira, maio 24, 2016

Resmungo nutricional

Estou a ficar saturada com toda a cultura da "comida saudável".
É livros, é blogs, é programas de TV, é fotografias de saladinhas com quinoa e abacate e o raio que os parta. Não estou a dizer que devamos incentivar as pessoas a comer cozido à portuguesa ao pequeno-almoço, mas irra, já chateia!

Subitamente, toda a gente é nutricionista!

quarta-feira, maio 04, 2016

Axilas

Ontem, durante o concerto dos Muse no Pavilhão Atlântico, tive uma epifania.

É bom ser alto. Quem é baixinho, se decide ficar na plateia em pé, não só não vê nada de jeito como tem a cabeça ao nível do sovaco do vizinho. E se nas alturas o cheiro já era, huh, tóxico, então imagino lá em baixo...

O concerto foi épico, já agora.

quarta-feira, abril 13, 2016

A caixinha mágica

O que tem andado a acontecer na televisorlândia?
Ora, diversas coisas.

Para começar, um facto engraçado. As melhores coisas que andam a passar na TV são repetições de séries dos anos 90, nomeadamente de Ficheiros Secretos e de Buffy, a Caçadora de Vampiros.

Vá, não sejas assim!
Pronto, não sou. Eu também ando a ver, por exemplo, Blindspot. É sobre uma moça amnésica que começa a trabalhar com o FBI quando os agentes descobrem que as tatuagens que lhe cobrem o corpo são na realidade muito mais que decoração. Pode parecer interessante, mas na realidade não é, porque a história principal avança a passo de caracol e os casos da semana são no geral aborrecidos. E toda a gente se leva muito a sério (estou a olhar para ti, Kurt "Durão" Weller!).
Também estou a ver a nova e "melhorada" versão dos Marretas. Tem convidados famosos todas as semanas, e todas as personagens clássicas dão ares de sua graça, mas ao final do que parece ter sido um milhão de episódios, a nova abordagem continua a não me convencer.
 
E que mais?
Bem, nem vale a pena debruçar-me sobre Sleepy Hollow (outra vez). Há Limitless, que tem um protagonista mais que carismático e episódios bastante inconvencionais. Outra coisa que a série tem é uma história principal que nunca anda para a frente e um mistério-base que suscita exatamente zero interesse (a sério, ninguém quer saber do senador Morra e do tráfico de NZT). Gotham é outra que não sai da cepa torta... A primeira temporada era bem mais chocha, é certo, mas a série continua a parecer funcionar em piloto automático (a envolvência está bem conseguida, mas uma pessoa não pode só comer com os olhos).

Dentro do marasmo televisivo, ainda há algumas que se safam: Brooklyn Nine-Nine continua com piada, e a segunda de Daredevil foi explosiva como esperado (mas uma explosão pequenina, daquelas controladas, quando comparada com a primeira temporada).

Ou a televisão portuguesa anda a passar as séries erradas, ou eu não sei escolhê-las. E não, não quero começar a ver Guerra dos Tronos, irra! 

quinta-feira, março 17, 2016

Séries para engomar

Sleepy Hollow (ênfase redobrado na primeira palavra) obteve agora oficialmente o estatuto de "série para passar a ferro". Só atribuo este estatuto a séries que não são suficientemente interessantes para requerer a minha atenção absoluta, podendo portanto esta ser partilhada com o alisamento a vapor de peças de roupa.
Anteriores séries televisivas merecedoras desta tão importante distinção incluem Battle Creek, um festival de sonolência disfarçado de série policial que foi cancelada ao final de uma temporada, e a última temporada de Haven, cuja história não tinha ponta por onde se pegasse.

És tu, Primavera?

Bolas, agora enguicei a cena. Aposto que amanhã chove.

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Uma lista

Cara blogger,
Quais são as tuas personagens preferidas de sempre na TV (do sexo masculino)?

Ora, caro leitor imaginário, curioso pôr essa questão, estava mesmo a apetecer-me compôr uma listagem de inesquecíveis personagens de TV! Então aqui vai, sem nenhuma ordem em particular:

- Spike (Buffy, a Caçadora de Vampiros)
- Logan Echolls (Veronica Mars)
- Ichabod Crane (Sleepy Hollow)
- Fox Mulder (Ficheiros Secretos)
- Dean Winchester (Sobrenatural)
- The Tenth Doctor (Doctor Who)
- Gene Hunt (Ashes to ashes/Life on Mars)
- Mitchell (Being Human)
- Chandler Bing (FRIENDS)

Menção honrosa para o Dr. John Carter (Serviço de Urgência).

Claramente por muito complexa e bem representada que seja a personagem, só entra para a lista quem manda umas piadolas engraçadas de vez em quando!